A Falta de política pública para a manutenção da indústria bélica destroçou este segmento da industria nacional.
Hoje o espólio da Engesa bem como a reforma e recuperação dos equipamentos é feita pela divisão de Materiais bélicos do exército e pela Imbel, empresa que também é controlada pelo exército.
Ainda existem 2 Osórios em operação pelo exército no 2º Regimento de Carros de Combate de Pirassununga- 2º RCC na cidade de Pirassununga em São Paulo
teve o azar de não ter um cliente que lhe pegasse… e de ter sido desenvolvido sem o apoio directo do governo brasileiro.
Por: Clavis Prophetarum em Março 25, 2008
às 10:06 am
o azar foi a guerra do golfo, A Engesa havia ganho a concorrência com a Arabia Saudita e perdeu a venda para os Abraham americanos empurrados a preço de banana. (era mais barato vender os carros de combate que transporta-los de volta). O US Army até reclamou que os Sauditas iam ter tanques mais modernos que eles, mas não teve acordo. E a luz no fim do tunel da Engesa apagou.
Por: Fred em Março 25, 2008
às 10:31 am
Não sabia, dessa da guerra do golfo!
e explica porque perdeu o Osorio o concurso….
mas o que admira mesmo é a inércia do governo brasileiro. O Ariete italiano, os AMX franceses, todos estes foram tanques só usados nos paises de fabrico, porque não fez o mesmo o Brasil?!
Por: Clavis Prophetarum em Março 27, 2008
às 10:36 am
O Brasil não tinha interesse em salvar a engesa. Como não tem com a AVIBRAS.
Mas tem com a EMBRAER.
Faltou política de governo e sobrou política de interesse.
Por: Fred em Março 27, 2008
às 10:45 am
Mas a Avibras está a recuperar, certo?
E porque tem com a Embraer e não com a Avibras?
Que interesses (ocultos?) há?
Por: Clavis Prophetarum em Março 28, 2008
às 10:56 am
Bem, a AVIBRAS está tentando, o astros foi uma mão na roda!!! a munição tem validade de 5 + 5 anos quando corretamente acondicionada, são essas exportações que tem mantido a dita no pareo, talvez agora com a saída do João Verdi da presidencia, o governo talvez volte ajudar a AVIBRAS.
A Embraer era estatal e o governo ainda tem participação velada, 40% das ações são da Previ (20) e da Sistel(20), ambas fundo de pensões de empresas estatais (banco do Brasil e telebrás) a EADS, a Dassault e a Thales juntas tem 20%. Tem mais uns 20% com a Simonsen e o resto pulverizado por funcionarios e investidores.
Outra coisa, o Espolio intelectual da engesa foi para a IMBEL, que é controlada pelo exercito.
Por: Fred em Março 28, 2008
às 11:16 am
Ok… Está explicada a sobrevivência da Avibras… As munições.
A Embraer é detida em parte pela EADS? Ora essa! Sou tão contra estas participações cruzadas… (prejudicam a concorrência sã e leal)
Por: Clavis Prophetarum em Março 30, 2008
às 7:45 am