Publicado por: Fred | Março 22, 2008

Sobre o Osório, o que foi sem nunca ter sido.

 

A Falta de política pública para a manutenção da indústria bélica destroçou este segmento da industria nacional.

 

Hoje o espólio da Engesa bem como a reforma e recuperação dos equipamentos é feita pela divisão de Materiais bélicos do exército e pela Imbel, empresa que também é controlada pelo exército.

OSÓRIO 

Ainda existem 2 Osórios em operação pelo exército no 2º Regimento de Carros de Combate de Pirassununga- 2º RCC na cidade de Pirassununga em São Paulo  


Respostas

  1. teve o azar de não ter um cliente que lhe pegasse… e de ter sido desenvolvido sem o apoio directo do governo brasileiro.

  2. o azar foi a guerra do golfo, A Engesa havia ganho a concorrência com a Arabia Saudita e perdeu a venda para os Abraham americanos empurrados a preço de banana. (era mais barato vender os carros de combate que transporta-los de volta). O US Army até reclamou que os Sauditas iam ter tanques mais modernos que eles, mas não teve acordo. E a luz no fim do tunel da Engesa apagou.

  3. Não sabia, dessa da guerra do golfo!
    e explica porque perdeu o Osorio o concurso….
    mas o que admira mesmo é a inércia do governo brasileiro. O Ariete italiano, os AMX franceses, todos estes foram tanques só usados nos paises de fabrico, porque não fez o mesmo o Brasil?!

  4. O Brasil não tinha interesse em salvar a engesa. Como não tem com a AVIBRAS.
    Mas tem com a EMBRAER.

    Faltou política de governo e sobrou política de interesse.

  5. Mas a Avibras está a recuperar, certo?
    E porque tem com a Embraer e não com a Avibras?
    Que interesses (ocultos?) há?

  6. Bem, a AVIBRAS está tentando, o astros foi uma mão na roda!!! a munição tem validade de 5 + 5 anos quando corretamente acondicionada, são essas exportações que tem mantido a dita no pareo, talvez agora com a saída do João Verdi da presidencia, o governo talvez volte ajudar a AVIBRAS.

    A Embraer era estatal e o governo ainda tem participação velada, 40% das ações são da Previ (20) e da Sistel(20), ambas fundo de pensões de empresas estatais (banco do Brasil e telebrás) a EADS, a Dassault e a Thales juntas tem 20%. Tem mais uns 20% com a Simonsen e o resto pulverizado por funcionarios e investidores.

    Outra coisa, o Espolio intelectual da engesa foi para a IMBEL, que é controlada pelo exercito.

  7. Ok… Está explicada a sobrevivência da Avibras… As munições.
    A Embraer é detida em parte pela EADS? Ora essa! Sou tão contra estas participações cruzadas… (prejudicam a concorrência sã e leal)


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