Publicado por: Fred | Junho 5, 2008

Sobre o reaparelhamento da marinha Segundo o Ministro Nelson Jobim

Ontem, dia 4 de junho, em audiência pública no congresso nacional o Ministro da Defesa Excelentíssimo Senhor Nelson Jobim, afirmou que:

A ação da Marinha é em cumprimento a uma determinação da sociedade, em prol de toda a Nação, e também com benefícios diretos para a Petrobrás. De acordo com seu raciocínio, o valor de mercado das ações da Petrobrás levam em conta também a segurança patrimonial da empresa. Caso houvesse dúvida sobre a capacidade de preservação do patrimônio, a Petrobrás teria um valor menor que o atual. Como esse segurança é também garantida pela Marinha, Jobim vê uma convergência de interesses que justifica o financiamento da aquisição de meios para assegurar e fortalecer essa segurança no mar.

Segundo Jobim, nos planos da Defesa para a Marinha, no médio e no longo prazo, está a aquisição de 50 novos navios de patrulha oceânica, além da construção de um submarino a propulsão nuclear. Segundo o ministro, a intenção é que os navios sejam dotados de heliponto para operação de helicópteros de ataque, que auxiliariam na proteção das instalações petrolíferas no mar. “Nós temos que deixar muito claro que a Defesa é algo da agenda nacional”.

“O que estamos propondo à Marinha é, se com as funções de monitoramento das águas, negação do uso do mar e projeção de poder, se poderá colocar as três funções de forma igual ,ou a se a melhor solução política será tratá-las de forma desigual, mas combinadas”, explicou Jobim, revelando preferência por reforçar as ações de negação do uso do mar, principalmente com a força de submarinos.

Bem, 50 novos navios patrulha oceânicos é uma quantidade expressiva, sem falar nos helicópteros orgânicos e demais equipamentos que estas belonaves possuem. Realmente é uma promissora proposta.

Foi comentado ainda pelo ministro que a construção do submarino nuclear está assegurada com um orçamento anual de mais de 100 milhões de reais e que deve estar concluído em até 10 anos.

Fonte : Ministério da Defesa


Respostas

  1. E o SNA que continua vivo…
    hum…
    já te disse que preferia uma frota de AIPs? ;-)
    (quantas vezes? :-) )

  2. umas 20, Será que um dia eu consigo te provar que no Brasil o AIP não adiantaria? :)

    Que é lento, alcance limitado, muito caro por milha navegada, barulhento, etc.

    Necessita de apoio logistico em terra em enumeros portos pelo país, enfim, enviavel para o padrão da marinha nacional.


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