A plataforma P 53 deixou no dia 2 de outubro o porte de Porto alegre, RS, com destino a bacia de Campos.
Primeira plataforma a ser instalada no campo de Marlim Leste, ela será ancorada a uma profundidade de 1.080 m e instalada a 120 km da costa do Rio de Janeiro.
Construída a partir da conversão do navio português Setebello, ela será interligada a 21 poços (dos quais 13 produtores de petróleo e gás e oito injetores de água) e sua produção será de óleo do tipo pesado (20 graus API) e terá capacidade para produzir 180 mil barris por dia (bpd) de petróleo e ainda comprimir 6 milhões de m3 por dia de gás.
Sua construção possui um índice de nacionalização superior a 70% e faz parte do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC), durante a sua construção a P 53 gerou cerca de 4 mil e 500 empregos diretos e 15 mil indiretos.
A produção de óleo será escoada para terra através da plataforma de rebombeio autônoma PRA-1 e os 6 milhões de m³ de gás, que serão produzidos por dia, uma parte será destinada ao consumo interno da plataforma, como combustível para geração elétrica, e o restante será exportado à plataforma P-26, para ser incorporado à malha de gás da Bacia de Campos.