Publicado por: Fred | Janeiro 19, 2009

Sobre a atual projeção para reaparelhamento da Marinha

Com orçamento aprovado pelo Congresso Nacional da ordem de R$ 2,716 bilhões para 2009, a Marinha do Brasil projeta dar continuidade ao Programa de Reaparelhamento da Frota da Marinha e construir, a partir deste ano, mais quatro navios-patrulha de 500 toneladas e iniciar os estudos para construção de um navio-patrulha oceânica de 1,8 mil tonelada, um navio-tanque e de quatro submarinos convencionais. Para os próximos seis anos, a Marinha brasileira projeta ainda, a construção de um submarino de propulsão nuclear, em parceria com a França.

A projeção é do comandante da Marinha do Brasil, o almirante de Esquadra, Julio Soares de Moura Neto, que esteve ontem em Fortaleza, para participar da solenidade de incorporação à Marinha da Namíbia, do navio-patrulha (NPa) Brendan Simbaye, construído pela Indústria Naval do Ceará (Inace). Após a cerimônia, que durou cerca de duas horas, Moura Neto ratificou a intenção do governo brasileiro de incentivar a construção de embarcações navais em estaleiros nacionais.

“A indústria de defesa nacional é fator fundamental para as forças armadas e a Marinha vê com bons olhos a participação de estaleiros nacionais. O ideal é que todos os nossos navios sejam construídos em indústrias civis”, declarou o comandante.

“Os novos submarinos convencionais serão construídos no Brasil, por estaleiros brasileiros´, informou o almirante de Esquadra. ´Aqui na Inace temos dois navios-patrulha de 500 toneladas e agora em fevereiro será aberta licitação para construção de mais quatro navios-patrulha iguais e os estaleiros nacionais estarão disputando os melhores preços”, exemplificou Moura Neto.

Para ele, os recursos aprovados no orçamento da Marinha para este ano, são bastante adequados para manter o custeio da máquina, reiniciar a renovação da frota e manter os investimentos que a marinha necessita. “Se não tivermos nenhum tipo de contingenciamento é com isso que esperamos trabalhar”, afirma.

Quanto aos recursos necessários para a construção do submarino nuclear, Moura Neto disse que começam agora a ser negociados com financiadores externos. O novo submarino deverá começar a ser construído em seis anos, devendo estar pronto em 2021.

Brendan Simbwaye

Entregue oficialmente ontem pela Inace à Marinha da Namíbia, o Npa Brendan Simbwaye é o primeiro navio de guerra construído por uma empresa privada brasileira a ser exportado. ´Isso abre perspectivas alvissareiras para a indústria nacional de defesa´, expôs Moura Neto, durante a solenidade de incorporação da nova embarcação namibiana.

“A exportação de um navio de alta geração tecnológica para a Namíbia revela o potencial do Ceará para indústria naval do Brasil e do mundo”, destacou o presidente a Inace, Antônio Gil Bezerra. A solenidade contou com a presença do ministro na Namíbia, Charles Dickson Ndaxu e do governador em Exercício do Ceará, Desembargador Fernando Ximenes e demais autoridades das marinhas brasileira e namibiana e empresários cearenses.

Fonte: Diário do Nordeste e defesabrasil


Respostas

  1. Não é possível que o Brasil tenha perdido tudo o que aprendeu com a construção das corvetas classe Inhaúma e dos submarinos classe Tupi, de tal modo que a exportação feita pelo Inace deve ser o fruto de tantos anos de trabalho prejudicado pelo contingenciamento orçamentário.

    Penso que o Brasil deve aproveitar esse mercado africano e vender muitos navios patrulha como este e ao mesmo tempo, produzir vários para uso próprio (desde que agregando armamentos mais modernos, bem dito), aproveitando o que sobrou de projetos arreojados do passado, destroçados por políticas contingenciadoras estúpidas.

    Mas é estranho notar que vão importar tecnologia francesa para construir submarinos e praticamente desprezam o que o arsenal de marinha já tem de capacidade adquirida.

  2. Não é bem assim Fabio, o que está acontencendo é algo muito além disto, como falei antes, o que está sendo comprado é a construção do estaleiro, os submarinos são apenas a contrapartida brasileira e são completamente irrelevantes.
    Vou tentar ser mais claro.

    Hoje temos um estaleiro militar que até constroi submarinos, (os primeiros foram executados com soldagens ao tempo, em diques secos)

    Os novos serão construidos em um novo estaleiro dedicado a construção de submarinos, sera exclusivo para sub!!! Esta especialização nos nunca tevemos, por isso que perdemos varios contratos de manutenção das armadas vizinhas, como exemplo.

    Junto deste dedicado ao submarinos haverá um outro civil que pertencerá a odebrecht e a DCNS.

    um PMG de um sub deverá ser feito em simultâneo com a construção de outro e provavelmente não levará os atuais 3 anos e meio, (o PMG do Tupi levou 5 anos).

    A principal coisa que a MB aprendeu foi que os navios devem ser construidos em estaleiros civis dedicados a construção naval. (Como é feito no mundo todo, com exceção da Russia).

    E louvo a dita por perceber o erro e se modernizar, afinal antes tarde do que nunca.
    Bem pelo menos é essa a minha opinião, posso está redondamente enganado. :)

  3. Oxalá as coisas funcionem assim mesmo, até porque o Brasil não precisa de apenas 9 submarinos, precisa de pelo menos uns 20 para patrular suas águas territoriais ainda mais com o advento do pré-sal.

    Espero que se aproveite o trabalho sofrido de centenas de técnicos que enfrentaram as restrições orçamentárias que levaram a Barroso a levar 14 anos para ser entregue.

  4. Oxalá!!!!
    Porém mais que os subs, precisamos de massa crítica, de mão de obra e de especialistas, coisas que só o mercado civil pode manter.

    Por isso acho os subs e os helis secundários, eles são conseqüência e não produto. :)

  5. Mas, acho que o Brasil deve manter seus projetos e investir na industria bélica nacional.

  6. A industria bélica é muito importante dentro de uma país…

  7. Acordamos deste sono ou…

    Graças a DEUS que o Sr. Senador Pedro Simon está defendendo o plano estratégico de rearmamento do Brasil, inclusive, com uma Emenda Constitucional que garante os respectivos recursos financeiros/orçamentários para executarmos o plano. Parece, infelizmente, que no Brasil não bastam a LOA ( Lei do Orçamento), o PPA (Plano Plurianual de Aplicação) e a LDO (Lei das Diretrizes Orçamentárias ), pois, a Mente Subdesenvolvida do Povo Brasileiro é facilmente dirigida pela propaganda nociva aos interesses da Nação. A EC não pode acrescentar, apenas, o prazo de garantia dos recursos orçamentários / financeiros, só por 10 (dez) anos, mas esta RESERVA deve ser permanente dentro da Lei Orçamentária. As necessidades estratégicas das defesas do território e fronteiras do Brasil, não permitem esta posição relaxada das nossas Faz, e de nossos governos. Vejamos nosso tamanho territorial, nossas dificuldades operacionais de patrulhamento permanente destas áreas, a existência econômica das nossas riquezas naturais ( a maior delas a ÁGUA abundante), a descoberta recente de poços de petróleo, e sobretudo a COBIÇA INTERNACIONAL desenfreada de falsos aliados, interessados não somente em nosso potencial de nação jovem, mas deles se apossarem pela letargia do povo, se aproveitando, por instiga mento da mídia do prolongamento da repulsa pública da sociedade brasileira pelos momentos da ditadura que vivemos.
    Por isso “as forças ocultas” da Nação instigam constantemente a opinião pública contra nossas Instituições Sagradas ( FORÇAS ARMADAS), que em verdade não podem ser penalizadas pelas cabeça doentes que no passado ditavam as orientações a serem seguidas pela maioria da tropa. Estas “forças ocultas” querem sempre o nosso enfraquecimento militar e nossa dependência externa castradora.
    Se a nossa Sociedade fosse atenta aos acontecimentos políticos que nos sufocam, saberiam hoje tomar decisões patrióticas legítimas, e exigiriam destes governos brasileiros que se instalam no poder (!!!!) medidas corretas para a garantia dos interesses do País. Vamos lembrar à Nação Brasileira desatenta: em 1964, o Ex- Presidente Castelo Branco queria colocar ao longo do rio amazonas 60 mil fuzileiros navais brasileiros, mas as forças ocultas disseram, NÃO; no governo do Ex-Presidente Ernesto Geisel, este tem a intenção de criar o 5º Exército para a região amazônica, mas uma vez, “as forças ocultas” disseram, NÃO.
    A falência criminosa da Engesa, da Bernardini, da Moto-Peças, quando os governos Collor e Fernando Henrique se negaram a socorre-las, foi em função das “forças ocultas. ” Ainda, provavelmente, em um destes dois governos foi assinado um Acordo com as “forças ocultas” para instalação, na região amazônica, de uma base secreta. Tão secreta que a maioria das nossas forças não tem conhecimento, até hoje.
    Mas é importante, que de forma urgente, se crie uma Indústria Brasileira de Armamento Bélico Pesado (IBRABEPE), associado com a IMBEL, para produzir, atualizados todos os modelos de conhecimento geral como Osório, Tamoio,Charrua, Ogum, Sucuri, Jararaca, etc, além de barcos armados para o EB para uso na Amazônia. Pelo que sabemos a IMBEL é a herdeira judicial da ENGESA, da BERNARDINI e da MOTO PEÇAS, detendo em suas mãos os projetos e demais acervos técnicos destas massas falidas, então, por que não começar realmente pela IMBEL, transferindo recursos financeiros suficientes para reiniciar de onde pararam as empresas falidas. Tenho certeza que, competência técnica de nossos engenheiros militares não falta, para aprimorar e modernizar modelos por todos já conhecidos.
    Aliás, a AVIBRÀS deve ser envolvida neste processo, além dos seus carros ASTROS II, seus sistemas de foguetes podem complementar muitos carros blindados das nossas Faz, pois, a defesa anti-aérea do EB, da FAB e dos FNs é de extrema importância. E sabemos também que o Charrua tem várias versões militares, inclusive, unidades artilhadas e com sistema de mísseis anti-aéreo, portanto, está na hora de mostrar à nação que o Plano Estratégico de Defesa, é realmente para valer.
    A canalização permanente dos recursos financeiros para esta industria de armamento deverá ter fontes certas, além do cuidado do governo em escolher seus programas de trabalho, o que significaria economia de custos orçamentários, e conseqüente transferência destes recursos para esta industria estratégica. Luiz

  8. AGONIA !!

    Foi lançado o projeto do Pré -Sal e foi ventilada a criação, um tanto precipitada, da PetroSal, visando, a posse de maiores fatias dos recursos resultantes de sua operação comercial.
    E também, por conta, já dos futuros recursos a serem auferidos com a exploração comercial dos poços do Pré – Sal, conforme informações divulgadas pela mídia, já para a gestão de 2010 estão previstos gastos com pessoal, que atingirão 5,11% do PIB. O Judiciário quer aumento de 14,09 % para o próximo ano. A LDO carrega 14 projetos, que somados aos que já tramitam no Legislativo sugerem a criação de 56.515 novos cargos e funções administrativas, e por aí, vão todas estas graças eleitoreiras demagógicas amaldiçoadas pela própria natureza dos atos envolvidos.
    No momento que se fala no Plano Estratégico de Rearmamento Militar para as nossas FAs, e, se pensa em desenvolver a Implantação de Novas Empresas Industriais para a Produção de Equipamentos Bélicos Pesados para equipar, com o trabalho brasileiro, com materiais militares de “ponta” nossas forças de defesa, não vemos nenhuma medida efetiva para transferir decisivos recursos para financiar a operacionalização destes eventos. Liberar a autorização para a construção, consoante o Acordo de Cooperação Militar com a França, para construir cinco (05) submarinos e cinqüenta (50) helicópteros só pode ser uma desagradável brincadeira. Basta que olhemos o tamanho territorial do país e a extensão dos nossos mares para acharmos que estão brincando com coisa muita séria. Somente para o Pré – Sal necessitaríamos de 50 submarinos e para a Região Amazônica de cem (10) helicópteros militares. Quando o URUTU III da IVECO, em suas diversas versões, quando entrar ( se entrar ) em operação no EB e na MG, tudo que tiver de acontecer de desagradável para o Brasil, já aconteceu. Opções de escolhas imediatas de armamentos e equipamentos bélicos de indiscutível qualidade técnica existem em grande quantidade, o que de fato não existe é a liberação de recursos para este fim. Não temos um governo com este feeling. Terrivelmente lamentável para a Nação brasileira. Cordão político demagógico, puxado, principalmente, por este governo sindicalista e, funestamente acompanhado, por esta sociedade arrogante e pouca esclarecida que se afoga nos falsos conceitos do SOCIAL LULISTA.
    Não vi e não vejo nenhum projeto, agressivamente, viril que incentive o Plano Estratégico e a Reinstalação das Nossas Indústrias Militares, simplesmente, “ações tapa buracos” comprovando que “tudo não passa de um prurido de falso nacionalismo”. Ninguém irá incentivar estes dois projetos militares específicos sem a existência constitucional de poderosas reservas financeiras, formadas por sólidos recursos disponíveis para promover estas implantações estratégicas de forma decisiva, corajosa, permanente, e de DESPESAS CONTINUADAS com a indicação legal e explícita definição das respectivas FONTES de RECURSOS que permitirão a garantia destas ações governamentais. Para ser mais exato, sabemos que estrategicamente foram decidas a criação de forças militares especiais, o denominado Exército Móvel, cujo objetivo será a defesa de nossa região amazônica, através da intervenção como unidade de pronta resposta, tanto quanto, o são os nossos Fuzileiros Navais de emprego rápido. Então, se o governo atual, percebe que não temos meios industriais nacionais de provê-los, imediatamente, de equipamentos bélicos modernos, face carência financeira proposital, com a inexistência da indicação prévia das fontes formadoras das reservas orçamentárias das FAs que até agora não foram disponibilizadas, vamos adquiri-los, com urgência, no mercado externo para dotar estas unidades militares de instrumentos capazes de materializarem as funções básicas de sua criação. Se isto de fato, assim acontecer, não ficará caracterizado a humilhante mentira oculta nas ações do governo que, aparentemente, se reveste de preocupação com a soberania da região amazônica, e sem explicação razoável, consegue multiplicar esta opinião, inculcando no seio da sociedade, este molde de dirigente responsável com as riquezas naturais do país.
    Num raciocínio primário, governo nenhum, povo nenhum, sociedade nenhuma e país nenhum serão o verdadeiro e o único dono das suas riquezas naturais se não tiver de forma ostensiva, poderosas FAs que impõe esta condição( pelo poder das armas) clara e indiscutível de legítimo patrão.
    Como estamos vendo o governo perder preciosas oportunidades de , realmente, se preparar, definitivamente, ao cumprimento de tudo aquilo que ele mesmo prometeu em termos de defesa estratégica, só brasileiro idiota para acreditar, nos sucessivos discursos políticos vazios de força criativa e dignidade. Vejamos a briga que se desenrola no seio dos poderes políticos do país por causa da partilha dos futuros recursos oriundos da exploração do Pré – Sal. Entendemos que este governo e esta sociedade inconseqüente, desatenta para a relevância nacional, e, perigosamente, desinformada, acham que estes dois assuntos militares(Plano Estratégico de Armas e Industrias Militares de Equipamentos) são mera brincadeira irresponsável de jogos políticos.
    É desolador vermos a postura dos nossos militares. Perderam totalmente o garbo, o orgulho e a imponência que cabem, de fato e direito, ao Sentimento de Vigilante da Pátria e as Fardas Militares que ostentam, sejam de quaisquer nacionalidades. A instituição militar sempre ocupará um lugar legítimo de importância, de dignidade e de honra no altar de toda nação soberana. Entendo que não podem e não devem ser eternamente penalizadas pelos atos e ações de mentes obscuras, que nunca representaram o sentimento das próprias instituições de onde eram originados, manifestando comportamentos cunhados em seus próprios pensamentos de há muito descolados dos acontecimentos vivenciados, na ocasião, vivos somente nos registros da história do Brasil.
    Mas, voltando ao assunto principal, nunca haverá a implantação definitiva de Plano Estratégico Militar e, nem a Implantação de Modernas Industrias Bélicas de Armamentos p/ o Brasil, se não resolvermos, de maneira definitiva, alguns problemas que se tornaram crônicos para a dignidade de nosso país e da nossa sociedade.
    Não vamos permitir que o passado recente de nossa história política, se transforme num fantasma de proporções exageradas e permaneça atormentando, constantemente, nossas almas.
    Então, separando o joio do trigo, vamos respeitar as nossas Instituições Militares que são a garantia da soberania do Brasil, e junto com elas, trabalhar para seu fortalecimento técnico militar, reclamando e exigindo do atual governo a decisão de medidas rápidas que visem à operacionalização do Plano Estratégico, e, da Instalação Estratégica das nossas Industrias Militares. A sociedade brasileira atenta tem de “estimular” o governo para que estanque a verborragia demagógica, e volte-se à viabilização urgente do Plano Estratégico com medidas de fortalecimento das nossas FAs, como a aquisição de produtos bélicos modernos e eficientes que garantam ao povo e à sociedade, primeiro a defesa e a segurança, depois, a legítima participação social no gozo dos benefícios de nossa riquezas naturais.
    Não podemos e não queremos viver sempre em AGONIA de constatarmos o despreparo político de nosso governo, que gosta, acintosamente, de jogar com todas as possibilidades de obter-se dividendos políticos que resultem em vitórias no exercício de seu mandato e de seus futuros sucessores, ainda que coloque em sérios riscos a soberania da Nação.

    “Até quando as nossas FAs vão permanecer adormecidas neste silêncio místico de disciplina e respeito, diante do desenrolar destes acontecimentos políticos internos que tanto prejudicam os legítimos interesses da Nação Brasileira”.
    “ Até quando abusarás da nossa paciência, do nosso amor pelo Brasil e pelos nossos sagrados sentimentos patrióticos”.
    Luiz – ovelhopatriota!!!!!

  9. “ O Lado Negro”
    ( da Coluna O Patriota Velho O Plano Brasil )
    A Brigada Haiti está com sua conclusão de seu treinamento totalmente prejudicado. Não pode ser dado o “pronto” à nova tropa para partir do Brasil para a substituição do contingente que já se encontra no Haiti , agora, vejam porque: “falta munição para a tropa dar uma certa quantidade necessária de tiros, no transcorrer no seu treinamento no Brasil”.Isto só pode ser uma brincadeira de muito mau gosto.Diante de intenso “falatório” sobre o Plano Estratégico Militar para o Brasil e o renascimento da Indústria Bélica Nacional, isto tudo que o governo, aparentemente propõe, em verdade, só significa um “chorrilho” de mentiras sindicalistas. Criou-se uma fabulosa expectativa de fortalecimento militar das nossas FAs, e agora, vemos a realidade !!! Por questões de conhecimentos técnico (mínimos) aplicados na gestão pública, baseados em exatas ações de planejamento, quando inseridos, de fato, numa administração por estratégia, nunca teríamos o desprazer de vivenciar estas situações mentirosas que deveriam causar sério desconforto e contrariedade às FAs. Até, gostaria de saber os “por quês” do silêncio ( é fruto de algum juramento místico feito num passado recente) e de não vermos a opinião manifestada por aqueles que têm responsabilidade armada de manter a soberania nacional do País e desta Sociedade “Tacanha”.Todos conhecem, o tamanho territorial do Brasil ( incluindo terras e mar ), sabem, também que temos FAs fisicamente numerosa, e, belicamente fracas, com material e equipamentos defasados de 40 anos. O Brasil tem natureza rica, farta e abundante e que há anos vem despertando a cobiça internacional dos corsários internacionais, paralelo à insidiosa convivência da sociedade com governos e políticos de alta corrupção. Existem trechos da região amazônica que o governo social não conhece, mas, o EB sabe bem onde se encontram .A sociedade brasileira finge que não sabe e não vê, e nem se importa com os efeitos deletérios que sentem; parece, que a sociedade vive anestesiada por doses maciças de futebol, carnaval, festas, cervejas, e programações imbecis, colocados de forma maquiavélica o ano todo para o povo brasileiros não ter o que pensar.( se é que pensa em alguma coisa útil para o coletivo).A nossa sociedade desatenta não sabe de duas coisas: 1ª)-a má escolha política tem um alto preço a ser pago por todos nós, 2ª)-e, a liberdade que todos nós brasileiros gozamos, também, tem um custo significativo.O programa do URUTU III do EB atrasou por falta de recursos e está, seriamente, ameaçado de estancar, como aconteceu num passado recente quando a Itália fabricava no Brasil em conjunto com a EMBRAER os jatos F 5. Estava previsto a produção de um nº de aviões que atenderia, num prazo razoável a demanda da FAB( naquela época), mas o governo do Fernando Henrique, suspendeu o projeto entre muitos risos (testemunhei na TV).Por desgraça o que transparecia como uma grande vitória, transformou-se em fragorosa derrota e enfrentamos, agora, O LADO NEGRO do Plano Estratégico Militar, que o Brasil aprendeu a ansiar por ELE.No Rio de janeiro, vi um vídeo, logo após, que a parada militar de 7 de setembro acabava um tanque M-60A3TTS, sendo rebocado por outro blindado, para entrar na sua garagem. É lógico que esta visão pode acontecer em qualquer exército do mundo, mas duvido que após, um desfile comemorativo da independência nacional do País. O que nunca deveria acontecer, em qualquer condição, é a falta permanente de manutenção, notadamente, para tanques blindados pesados como estes M-60 A3 TTS, que agora são alvos de críticas, mas, como ocorrerá a qualquer momento, com os Leopards 1 A1, e os 1 A5, pois, ambos são de 2ª mão. O M-60 segundo o locutor oficial do EB, tem condições técnicas de enfrentar com vantagens, ambientes de guerra química, de guerra biológica e de guerra atômica, assim, deveria acontecer, uma vigorosa repontencialização com mudança de alguns itens importantes, como a sua torre para um canhão de 120mm, o acréscimo de blindagens laterais e de um motor diesel mais potente. Embora o tornando mais pesado, talvez ficasse impedido de atuar em quaisquer terrenos, sem a devida cobertura aérea e terrestre, seria muito bom para formar no EB uma linha de defesa estratégica. As críticas que vemos sobre este blindado, é de quem não conhece de capacidade industrial militar instalada, pois, a alegação de que “ não estão mais construindo este modelo de blindado” não é motivo para não reforma-lo, ou joga-lo no lixo. Temos o exemplo prático da Turquia, que com ajuda da própria empresa que os construíram, realizou nos seus M-60, também, vendidos pelos EEUU, uma excelente reforma operacional.A avaliação dos M-60 A3 TTS deve seguir outros critérios militares, desenvolvidos, de fato, por analistas do setor de estratégia e logística do EB.Recentemente, vimos o tão mal falado M-113 do EB sendo usado, e bem usado, em vários exércitos do mundo, após, uma razoável reforma técnica. No Brasil, faltam sim, dinheiro e disposição de incluir a modernização das FAs como um dos muitos objetivos importantes do governo brasileiro, mas, entendo também, que, carecemos de outras coisas. Seria muito bom que nossas Faz se utilizassem de equipamentos bélicos modernos, mas a realidade, que enfrentamos é a restrição violenta de recursos financeiros, sendo assim, temos de aprender a conservar aqueles que conseguimos. Outro exemplo para todos nós brasileiros na área conservação militar. O Estado de Israel a partir dos velhos tanques blindados norte americanos da 2ª guerra SHERMANN, de seu arsenal, reformou-os totalmente, com mudança de motor diesel, lagartas e da torre para um canhão de 105mm.A Alemanha vem de propor à Argentina a venda de 160 Leopards 2 A 4 e a instalação em seu território de um centro de manutenção. Excelente para quem tem dinheiro, mas para o Brasil, FERRO !!!!!!O exército aeromóvel que pensávamos, seria uma grata oportunidade, por ser integrado por contingente menor que o efetivo convencional, e por isso, de o vermos com rápidas possibilidades do uso de moderníssimos equipamentos bélicos de última geração, muito ao contrário, temos uma outra realidade decepcionante: “ a falta crônica e humilhante de recursos financeiros (que ainda prevalecem ) para os investimentos previstos no Plano Estratégico Militar, que concluímos, ser um PLANO só político demagógico, que tem vida operacional apenas no papel, que lhe serviu como veículo de divulgação. Quaisquer Planos de Defesa no mundo, não são apenas das FAs, mas, também, são integrados ao povo, à nação, ao território nacional, ao país e à sociedade. Que revoltante e triste humilhação !!!!!
    Quanto aos caças para a FAB, já viraram, há muito tempo, uma novela imoral. Não há uma disciplina e ordenação técnicas nas propostas comerciais e estratégicas que são apresentadas(???), não diretamente ao governo como, legalmente, é necessário, mas, politicamente, através de informações pela mídia, das embaixadas e consulados da Suécia e EEUU, com convém as manobras de dispersão nas FAs do Brasil.O Brasil é um país pacífico, mas, como disse o próprio Presidente Lula ( da boca para fora, sem coração ), “ não mediremos esforços para recuperar nosso poder de defesa. A gente não tem como contar só com as eventuais promessas de outros países de que nunca atacariam o Brasil.” Tem muita gente neste governo do Sr. Lula que precisa urgentemente, estudar história das civilizações antigas e, modernas. E mais, ainda o Presidente Lula, lembrou que “ nos anos 70 o Brasil fabricava tanques e blindados e agora, temos dificuldades para fazer manutenção de equipamentos militares”.Pode até explicar, mas em hipótese alguma justifica, OK !!!Aliás, diante de um Plano Estratégico Militar para o Brasil ( Região Amazônica- mais de 50% do território brasileiro e, o Pré- Sal), cantado em verso e prosa, pelos quatro cantos, é impossível encontrar razões que reduzam os efeitos desastrosos na administração do governo federal, uma vez que, existem, sim, recursos financeiros, o que não há é um planejamento estratégico adequado que contemple, moderadamente, sem excessos políticos demagógicos, todos “os projetos e programas sociais” do próprio governo, e, ainda, atenda, aos princípios básicos da soberania nacional. Será que os portas- vozes das FAs emitem uma mensagem clara para o governo ???? Esta persistente falta de programação técnica de recursos orçamentários/financeiros para as FAs, e, a ausência da compreensão consciente da sociedade brasileira, representam a nossa derrota final, sem necessidade de entrarmos em nenhum conflito bélico.Mas, a bem da verdade, alguns bons resultado econômicos obtidos, pela melhoria de alguns indicadores sociais no governo Lula, com a redução das desigualdades, com a aplicação de algumas metas sócio-econômicas( a continuidade de melhoria de emprego, renda formalização e desigualdade ), como atesta o último PNAD, realizado pelo IBGE, é digno de louvor; como disse um dos ministros deste governo: “ O Brasil cresce em termos sociais nos mesmos níveis que a China em termos econômicos”.O perigo nos governos do Brasil, com esta natureza de ação, é o assistencialismo desbragado, com cores nítidas de uma demagogia política irresponsável. Diante disto, só teremos dinheiro suficiente para aplicar no Plano Estratégico Militar e, no fortalecimento militar das nossas FAs, quando acontecer uma séria e profunda modificação nos projetos, metas, programas, e objetivos governamentais com uma sábia e equilibrada programação financeira que tornem claras todas as Fontes de Recursos, que alimentarão de forma contínua as despesas necessárias a realização das atividades e funções de segurança nacional, com a modernização das nossas FAs. Para isso é preciso seriedade, aplicação e empenho,por parte dos executivos do governo, ou então, chegará o dia em que teremos de abrir mãos de todas as nossas riquezas naturais, sejam quais forem, fazendo uma DOAÇÃO, para nossos “queridos aliados que juram ser o Brasil seu eterno aliado, e nunca iram invadi-lo, por quaisquer outros motivos”. Eu sou velho, mas não sou idiota !!!!Nós conhecemos um velho ditado popular sobre um inseto doméstico que diz: “ é igual a barata que morde e sopra “ !!! Isto deve ser aplicado ao governo atual. Tal desinteresse em relação ao Plano Estratégico, aprovado pelo próprio governo, que se irritou diante do relato do ministro da defesa e comandantes das nossas Forças acerca do estado estratégico precário em que se encontram, que disse contrariado: “ os outros governos nada fizeram pela tomada de medidas que evitariam esta situação atual”. O que deve ser entendido é que as medidas de assistência estratégica às FAs dadas pelos governos através dos seus respectivos orçamentos para lhes assegurarem o permanente fortalecimento militar não podem ser interrompidas , por motivos governamentais classificados mais importantes que estanquem as atividades de modernização estratégicas das forças.
    Uma vez que de nada adianta termos em solo pátrio riquezas para serem distribuídas com o povo e com a sociedade, se fomos impotentes para guarda-las em segurança plena.A voragem desenfreada pelo continuísmo político deste governo, faz com que os governantes percam a cabeça.Os governos, infelizmente, no sistema político vigente no Brasil, só mudam através de eleição direta em que o povo é chamado a pronunciar-se. Então, se o povo e a sociedade brasileiras estão, realmente, preocupadas, de fato e direito com a soberania nacional devem aprender escolher com sabedoria seus candidatos a cargos eletivos, e eleger os que podem se preocupar com os legítimos interesses da Pátria Brasil, e nunca, somente, com seus “bolsos”. Não temos dúvidas, que o Brasil e parte da sua sociedade consciente enfrenta “ O Lado Negro do Plano Estratégico Militar das FAs brasileiras !!! – Que DEUS nos ajude !! Opatriotavelho, Luiz.

  10. Que Realidade !!
    ( da Coluna O Patriota Velho O Plano Brasil)
    O Brasil precisará com certa urgência, não somente de seis (06.) fragatas ou navios patrulhas e quatro (04) submarinos, mas, muito mais. Ora, vejamos, consideremos o tamanho do nosso mar territorial e de nossa riquezas recém descobertas. Com este raciocínio civil mas consciente, temos que apontar para a nossa MG a necessidade de 100 fragatas ou navios-patrulhas modernas, entre marítimas e fluviais, e no mínimo de 50 submarinos convencionais. O que parece um sonho absurdo, é apenas um desejo de acumulação de consciência nacionalista legítima em favor da soberania de nosso solo pátrio, sem exageros ou fanatismos estúpidos. Para nossa desgraça, não vemos nenhum movimento viril no sentido da aplicação do Plano Estratégico de Defesa Militar para o fortalecimento militar das nossas FAs. E pelo que entendemos, não haverá tão cedo como é o desejável. A geração plebéia pouco esclarecida, vive afogada nos discursos tribunícios dirigidos pelos arengueiros demagógicos de plantão permanente nesta Nação. Isto não está ficando bom. “Catalina, Catalina, até quando abusarás da nossa paciência.” Não são apenas a ausência das medidas práticas efetivas que deveriam ser levadas à efeito para termos o revigoramento militar das nossas FAs através do Plano Militar, mas, um governo plena de decisões equivocadas que permitem, impunemente, a saída incontroláveis de dinheiro.As requeridas ações de fortalecimento militar das FAs, são apenas, diluídas por meio de palavras festivas e vazias, anunciadas nos comícios presidenciais, como a criação da Engesaer (?), como a composição bélica orgânica do Exército Móvel, como a instalação dos Estaleiros Navais, para construção de navios patrulhas e submarinos, como a fábrica (Helibrás) para a produção dos helicópteros militares, como a solução definitiva para a compra dos caças para a FAB, como o Urutu III, da IVECO/FIAT, que seria apresentado ao povo no 7 de setembro de 2009,e, segundo, se dizia, será o protótipo do carro blindado sob rodas do EB e dos FNs, nas suas diversas versões que substituirão os já cansados Cascável e Urutu da Engesa, sem citarmos, também os tão criticados M-113 do EB, transportes anfíbios de tropas de infantaria. A inconseqüência política destes governantes não tem limites lógicos !!! Fazem qualquer coisa, usam qualquer expediente para chamar atenção sobre si mesmo. Não há dúvidas o governo está em plena campanha eleitoral para 2010. Muito lamentável, entretanto, são as recentes decisões de diplomacia internacional envolvendo Honduras e Brasil. O Brasil mal “segura suas próprias calças no lugar” foi se intrometer com assuntos, puramente, domésticos da casa dos outros, e o fez de maneira pouco inteligente. Vamos falar sério, “ – que força militar o Brasil representa na América Do Sul, hoje “ ??? Que o Sr. Presidente Lula não possui facilidades culturais, todos nós sabemos, mas o Sr. Ministro Amorim que teria obrigação técnica, por formação profissional, de possuir certo nível de cautela no trato destes assuntos “ enfiou o pé na jaca” provocando um desgaste precipitado, totalmente, desnecessário na imagem internacional do Brasil num momento impróprio. No Brasil não falta só dinheiro, mas também, muita e muita competência política !!! Que realidade dura para os brasileiros que possuem um mínimo de vergonha na cara, pois, isto, é fruto da má escolha política exercida por esta sociedade interesseira e egoísta do Brasil. O governo brasileiro caiu na cilada do Sr. Chaves, que articula para envolver o Brasil em situações ridículas, vejam o Equador, a Bolívia, o Paraguai, e agora, a Honduras. “Abra o olho, Brasil!!!”. Fico me indagando onde estão os responsáveis pela estratégia e logística das FAs do Brasil que não se pronunciam ???? Têm clara obrigação de assessorar o governo nestes tipos de relação internacional, onde exala o “cheiro” de franca hostilidade política, cuja evolução para o posicionamento militar dependerá de um conjunto de fatores, inclusive, o “nível” de agressividade militar, capacidade militar de pronta reação, e, a própria estrutura orgânica das forças militares do Brasil. “- Quem impunemente, vai desafiar uma potência militar, conhecendo-se, antecipadamente, os resultados que poderão advir
    O dinheiro que deveria ser destinado à operacionalização do Plano Estratégico Militar das FAs do Brasil parece que não cedo não vai aparecer mesmo!!. A corrupção é um mal universal, mas no Brasil toma rumos de grande tragédia nacional. O mal que os Srs. Militares estão fazendo por sua retirada do governo assume uma dimensão desproporcional, e, é muito pior para a opinião pública inteligente, é o Silêncio assumido por eles que o encastelam, como se a Classe Militar fosse apartada da sociedade, vivendo uma outra realidade brasileira. No Brasil qualquer iniciativa governamental é motivo e pretexto para roubos e desvios de recursos financeiros. Recentemente o TCU vem de bloquear as obras do PAC, que originalmente, são programas de despesas demagógicas de fundo eleitoreiro para angariar a coleta de votos para o governo, mas, que foram paralisadas por irregularidades. O dinheiro no Brasil, só não existe e não é destinado ao fortalecimento das FAs, face ao desvio de conduta do próprio governo. Na verdade o governo brasileiro não está, em hipótese alguma, identificado com os assuntos do fortalecimento militar das FAs, apenas, “joga” com a atenção da opinião pública. Exemplo prático, são as notícias divulgadas pela mídia, como: “- Congresso aprova redução de meta de superávit”; motivados pelas despesas do PAC e dos Programas Habitacionais do governo, a alteração da LDO permitirá acomodar os gastos crescentes deste exercício, período estratégico que produzirão os efeitos eleitorais para 2010, como premeditado. São as manobras vertiginosas e inescrupulosas do continuísmo político no Brasil. Esta é a razão principal pela qual não são fornecidas as Fontes de Recursos que suportarão à longo prazo as ações do bem aventurado Plano Estratégico Militar para o fortalecimento bélico das FAs do Brasil. E não poderão ser poucos recursos, como requer os ensaios politiqueiros deste governo, muito pelo contrário, exigirão vários bilhões de reais. A definição da origem destes recursos, conforme minha opinião de especialista da gestão pública, já foram longamente dissertadas nos comentários anteriores. Infelizmente, não existe ninguém consciente deste governo que “se permite perder um tempo para considera-la em análise”. Não é necessário dizer que não o sou o dono da verdade, mas considero o exercício governamental do silêncio, funesto e criminoso para a Nação. Estão muito ocupados, metidos em falcatruas financeiras que lhes rendem dividendos melhores para seus bolsos. Como não lemos a manifestação dos especialistas militares em organização, estratégia, e, logística alertando à Sociedade, que “dorme em berço esplendido” e, sacudindo este Governo “ babão”. Mesmo sem as palavras exatas dos especialistas militares, a lógica e a consciência nos permitem aventurar, dizendo que, o tamanho territorial do Brasil exige do governo maciços investimentos bélicos na quantidade e na ordem, um exercício literal, como sugerimos no quadro hipotético abaixo:
    1)- blindados sobre lagartas em números de 5.000 unidades, ou sejam, Tamoios de 105mm e Osório de 120mm.
    2)- blindados sob oito (08) rodas Sucuri de 105mm e 120mm em números de 6.000 unidades , para apoio estratégico das colunas blindadas, e, perseguição e destruição das defesas inimigas.
    3)- transporte de tropas de infantaria sobre lagartas, anfíbios, para 18 fuzileiros, equipados com canhões anti-aéreos de alta velocidade e lançadores de mísseis anti-aéreos, em números de 800 unidades.
    4)- baterias de mísseis anti-aéreos sobre lagartas ou 10 (dez) rodas, em números de 3.000 unidades.
    5)- baterias de mísseis Astros da Avibrás, em números de 1.000 unidades.
    6)- baterias de 105mm e 155mm auto-rebocados em viaturas sobre lagartas, em 2.000 unidades.
    7)- lanchas de desembarque da infantaria, com suporte e apoio de fogo terrestre e anti-aéreo, em 3.000 unidades.
    8)- helicópteros de vários tipos, mas são importantes os de ataque e proteção, tipo Apache. Para cobertura segura do deslocamento de nossas colunas blindadas, e, de desembarques anfíbios de nossas forças terrestres e navais, estimados em, 3.500 unidades.
    9)- helicópteros de transportes para nossas forças especiais, devidamente armados com os melhores e mais modernos equipamentos bélicos de combate e apoio.
    10)- para a FAB, como disse o Sr. Secretário da Força, seriam necessários 150 aviões de caça e não 36. Este civil que vos fala, cita o número de 200 aviões, pois, é necessário ter a reserva estratégica de 50 aviões.
    11)- ainda, para a FAB, helicópteros de transporte e ataque para uso do PARASAR e de suas Tropas Especiais.
    12)- para os FNs, considerando o efetivo atual, 600 unidades de transportes de infantaria e tanques blindados de calibre moderno, ambos anfíbios e artilhados com canhões magnéticos ( de alta velocidade ) e sistemas de mísseis anti-aéreo, 500 unidades.
    13)- a criação da Engesaer, quando criada, seria uma excelente oportunidade para nossos engenheiros militares, técnicos especializados e especialistas das nossas FAs, a partir das experiências dos projetos anteriores, inovarem com grandes modelos militares brasileiros, terrestres, anfíbios, etc.
    14)- lanchas rápidas de desembarque e assalto para os FNs, com convincente armamento de proteção e apoio anti-aéreo, em número de 700 unidades. Não vamos nos esquecer das necessidades de defesa, segurança e soberania nacionais da região amazônica, do pré-sal e da própria nação.
    15)- helicópteros de transporte e de ataque para os FNs, com 400 unidades. A Helibrás com certeza se preparará para atender estas demandas operacionais diferenciadas.
    16)- não cabe perdemos de vista, os respectivos estímulos próprios que o governo deve transferir à AVIBRÁS ( foguetes ) e a IMBEL( armamentos leves e pesados ).
    17)- como citado no início deste comentário. A MG do Brasil terá a necessidade permanente, no mínimo, de 100 fragatas ou navios-patrulhas marítimos e fluviais e de 50 submarinos convencionais, para patrulhamento constante de nossos mares e costas. O estaleiros navais prometidos pelo governo, através da aliança militar com a França, devem ter, logo, suas instalações iniciadas. A segurança decorrente da proteção marítima da Nação tem de ser imediata.
    18)- para levar mais próxima dos conflitos a proteção aérea requerida pelas operações dos FNs, temos de possuir alguns porta-helicópteros, com centenas de aeronaves de transporte e ataque, na ordem de 200 unidades.
    19)- a reorganização das unidades militares das nossas Faz, levará com certeza o fortalecimento do 4º exército, e a criação do 5º e 6º exércitos.
    20)- para deslocamento de curta distância as tropas, os nossos exércitos deverão utilizar-se de alguns milhares de blindados sob quatro (04) rodas, do tipo Guará, devidamente, artilhados com canhões(definir calibre), metralhadoras e sistemas de mísseis,
    20)- em termos de Tropas Especiais do Brasil:
    a)-Da Brigada de Paraquedista, devem ser originadas quatro divisões, com localização em Goiana, Amazonas, Recife e Rio de Janeiro;
    b)- Da Brigada de FNs, devem ser originadas quatro divisões, com localização em Mato Grosso do Sul, no Amazonas, no Sul do País e no Nordeste;
    c)- das Brigadas de Operações Especiais do EB devem originar cinco divisões com localização de quatro na Região Amazônica e uma, em Brasília;
    d)- das Brigadas das Selva devem ser originadas oito divisões, todas localizadas na Região Amazônica;
    e)- entendemos que como a soberania nacional, não deve ser preocupação só do Governo Federal, portanto, cada Estado da Federação devem contribuir com um contingente de 800 homens (batalhão completo) para integrar as Divisões Especiais de Polícia da Selva, sob o comando unificado do EB. Os custos orçamentários, com a operação destas tropas, devem ser cobertos pelos seus respectivos estados de origem;
    Esta análise( me desculpem os especialistas das FAs) não é nenhum devaneio louco ou outro plano paralelo ao existente Plano Cruzeiro do Sul, mas uma chamada de alerta, grave e urgente, para termos uma idéia exata da mobilização dos recursos financeiros que seriam necessários na quantidade suficiente para desenharmos a organização bélica exigida pelas modernas FAs do Brasil. Este resumo hipotético demonstra a verdadeira face da segurança militar necessária da nossa soberania e dos Custos Gerais de Execução, Manutenção e Operação do Plano Estratégico Militar Nacional, uma vez que, a Sociedade brasileira não tenha dúvidas, serão necessários grandes valores de recursos financeiros, Ontem, Hoje e Amanhã, para investirmos solidamente nas FAs brasileiras. Malezas sociais sempre existiram em todos os tempos e em todas as grandes civilizações. Dar atenção governamental a elas é muito bom, mas o que não é correto, é transforma-las em bandeira de campanhas eleitorais. Não adianta pensar timidamente ou com falsos conceitos sociais repetitivos já desgastados no tempo, se de fato desejarmos ser olhados com o devido respeito, como potência econômica, como potência militar da América do Sul, e afastar da nossa terra os abutres internacionais que sempre cheiram carniças, temos de planejar um orçamento anual (LOA), um PPA e uma LDO que contemple permanentes recursos financeiros para a realização de profundos empregos do Plano Estratégico Militar das FAs do Brasil. Só para concluir se já tivéssemos da posse da empresa militar Engesaer(sumiu como fumaça), muito concorreria para redução dos custos militares dos diversos programas de produção e manutenção dos equipamentos bélicos militares necessitados para a moderna atualização das nossas FAs, embora, tenhamos algumas opções de aquisições no mercado interna que deveriam ser consideradas. Nós, como Nação, Povo e Sociedade vamos fazer um sacrifício financeiro coletivo em favor do fortalecimento bélico das FAs, ou, então, vamos nos preparar para receber aqui no Brasil, o lixo bélico que esteja incomodando na grande potência que conhecemos. OK.
    -Opatriotavelho, Luiz Pinelli

  11. MEDO de QUE ou de QUEM ?? ( atenção com correções)
    ( da Coluna O Velho Patriota – O Plano Brasil ).
    Dois assuntos divulgados pela nossa mídia, desejamos comentar, embora seja nossa única intenção realçar o ponto de vista estritamente militar. E portanto, o que se segue, como citado, é a análise do primeiro assunto. Reconheço que ao longo dos tempos, e até hoje lamentavelmente, nas civilizações modernas, exércitos poderosos e eficientes foram braços ativos do exercício político dos Estados que representavam, mas, ocorre que, por formação conceitual e filosófica, entendo que todos os exércitos nacionais possuem um papel e uma função, suficientemente, bem definidas na da Lei Constitucional que regula e disciplina o país, cuja bandeira defendem. No caso do Exército Brasileiro, suas atribuições ficam claramente expressas, como colocadas, no Capítulo II – Das Forças Armadas – artigo 142 da Constituição Federal de 5 de outubro de 1988. Sua responsabilidade estratégica é com a vigilância da Soberania Nacional e a guarda da Segurança Territorial, como transcrito do artigo 142 , destinam-se à Defesa da Pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa do Exército, Marinha e pela Aeronáutica, à preservação da lei e da ordem.
    Somente por esta transcrição do texto constitucional, fica evidenciado que a iniciativa do Sr Ministro da Defesa – Dr. Nelson Jobin de encaminhar proposta de mudança na Lei Complementar nº 97 para emprestar “papel de polícia às Forças Armadas “, dando-lhes capacidade jurídica para autuação legal de delitos comuns, é inoportuna e precipitada. Repito o papel das nossas Forças Armadas é nobre, é fundamental e estratégica na garantia territorial do Solo Pátrio, contra a cobiça internacional dos corsários contumazes que tramam, a muito ( pelo uso covarde de vários ardis estratégicos, inclusive, com a infiltração de falsas OGNs ), se apoderarem das nossas Terras Amazônicas, por isso compreendo que, a função policial seja uma conseqüência secundária da estratégica vigilância armada das nossas fronteiras pelas nossas Forças Armadas “É necessário ser um grande traidor da pátria ou propositadamente pouco inteligente, para não entender estas manobras marginais de aproximação dos verdadeiros inimigos do Brasil.” Além do que, todos os estados brasileiros possuem polícias militares, inclusive, os que fazem fronteiras nas terras amazônicas, cabendo – lhes, portanto, legalmente, este exercício constitucional de segurança pública. Verificando o Capítulo III – Da Segurança Pública – no inciso IV – parágrafo 6º- do artigo 144 da Constituição Federal de 5 de outubro de 1988, temos que, as polícias militares e corpos de bombeiros militares, à luz da Lei, são forças auxiliares e reservas do Exército Brasileiro, daí, serem totalmente, desnecessários quaisquer modificações no papel das FAs do Brasil, para vigiar terras das fronteiras, sob alegação da entrada criminosa de tóxicos e contrabando de armas estrangeiras. Nós precisamos, sim de forma urgente, em 1º lugar: da reorganização bélica do Poderio Militar das nossas Forças Armadas Brasileiras, infelizmente, só politicamente prometida, mas nunca de maneira máscula, viril, e, decidida, começada,pois, sempre faltam recursos orçamentários/financeiros do governo federal; e em 2º lugar uma profunda reforma geral nas polícias militares de todos os Estados da Federação, para que sejam habilitadas tecnicamente a cumprir suas obrigações constitucionais com a Nação, com o povo e á sociedade brasileiras. A chamada Força Nacional não é um instrumento policial auxiliar, não é uma unidade militar de reserva imediata do EB, ou, uma representação estratégica do poderio bélico militar das nossas FAs, com capacidade de intervir, seguramente, em quaisquer ambientes ou teatros de operações ( nas principais fronteiras do Brasil ) em substituição ou em colaboração operacional com o EB, com a FAB e com a MG, nos combates contra o contrabando de armas e o trânsito criminoso de entorpecentes pelas fronteiras brasileiras, mas, soma, apenas, mais uma desgraça: as Forças Nacionais de Polícia Militar, são mais uma oportunidade de realce político com revestimentos de falsos conceitos de sociologia e de antropologia já falidos a algum tempo( a realidade social deve ser ajustada, com freqüência, ao quadro de segurança do estado). Por hipótese, se as chamadas “Forças Nacionais” fossem, de fato, Unidades Militares bem treinadas e capacitadas belicamente, com exclusivo Comando Militar, a serem promovidas como Reservas do EB, estariam designadas nas fronteiras amazônicas para, juntamente com o EB, com a FAB e com a Marinha de Guerra, policiarem com eficácia, toda esta área brasileira, e nunca nos perímetros urbanos do Estado do Rio de Janeiro, fazendo aquilo que cabe, somente, a sua Polícia Militar Estadual, fazer ou seja juntar o lixo que eles mesmos jogaram em cima da sociedade carioca. Nestes casos, a atuação da Força Nacional se presta, somente, à obtenção de “ganhos políticos” junto aos incautos da população do Rio de Janeiro.Inclusive, é necessário às chamadas Forças Nacionais de Polícia Militar, possuírem, sim um Comando Militar, afastando-se desta função os politiqueiros incompetentes, além de serem constituídas por um Regimento Interno Especial, onde fique bem claro, a evidente Ação de Rigorosa Disciplina Militar que sujeitarão todas as manobras da futura força reserva do EB e regulará o desempenho militar destas Unidades nas fronteiras da região amazônica e com os paises que são facilitadores conhecidos do trânsito criminoso de armas, materiais, artefatos, produtos industrializados e entorpecentes. Desta feita, colocando-se em destaque, as eventuais penalidades aplicadas ( com máximo rigor militar) no caso de desobediência, indisciplina e desvios da conduta militar. Em razão disto estas Forças Nacionais de Polícia Militar , devem ser um Corpo Militar de Tropas Voluntárias. E não devemos esquecer, que temos aqui no Brasil uma Polícia Federal bem estruturada e organizada para assumir com tranqüilidade e eficiência o desempenho de guarnecer as fronteiras nacionais. É o caso apenas de aumentar-lhe o efetivo nacional, dando-lhes condições materiais, com a aquisição de equipamentos e armas modernas para facilitar o cumprimento desta missão nacional e constitucional. Por favor, deixem as nossas FAs de fora disto!!! Elas possuem função mais nobre e digna para executarem, em nome do bem-estar da sociedade brasileira !!!
    Vamos ao 2º assunto citado no inicial desta comentário !! É o famoso(jornalisticamente) Plano Estratégico Bélico de Defesa Militar Nacional, que ficou congelado, em função dos planos e manobras do governo para assegurar o continuísmo político, através da eleição de candidato que forma no atual elenco desta administração federal do Sr. Luiz Inácio da Silva, que tem estimado um custo de campanha eleitoral de $ 200 milhões de reais. Conforme já manifestada preocupação desta coluna, o perigo maior pela mudança do quadro governamental é a paralisarão definitiva das ações bélicas deste Plano Estratégico pela visualização de novos objetivos e outras metas do novo governo a ser investido. Repetindo o que também dissemos, cabem aos Srs Comandantes Militares das nossas FAs e à Sociedade Brasileira exigirem, energicamente, o cumprimento das medidas aprovadas no Plano Estratégico Militar Nacional, com a fixação das Reservas Orçamentárias e das Fontes dos Recursos vinculadas às FAs. Com uma Lei do Orçamento Anual que contemple recursos suficientes para um investimento continuado por várias gestões, com a inclusão estratégica do PPA e da LDO. Hoje vivemos uma verdade sobre o Plano Militar Estratégico do Brasil,” é um plano pinga gotas”. A mídia brasileira noticia que: “ A França diz feito oferta bélica militar inédita ao Brasil” !!! Para nós outros, a disputa oficial da concorrência da FAB para aquisição caças, continua indefinida. Rafale da França , Gripen da Suécia ou Super Hornet F-18 da Norte- Americana Boeing ( EEUU ), prosseguem, aparentemente, empreendendo esforços para melhorar propostas comerciais e militares. Consoante o que o Sr. Morin – Ministro da Defesa da França, disse recentemente que: “Estamos oferecendo ao Brasil um índice de transferência de tecnologia como a França jamais propôs a qualquer outro país. Sem contar que se trata, também, de uma parceria industrial. Trata-se de uma parceria capaz de conceder em conjunto (França e Brasil) evoluções futuras do Rafale, como por exemplo, um sistema de armamento para esse caça”. O perigo nestes casos, será a conhecida lentidão ou o desinteresse governamental ( talvez porque os ventos dos conflitos armados não tenham ainda batidos em seus rostos) para acelerar os investimentos industriais necessários com a imediata implantação destas informações tecnológicas transformadas em Empresas de Produção de Materiais Militares e Equipamentos Bélicos, garantindo às FAs do Brasil uma base estratégica contínua de abastecimento logístico, com o reaparelhamento permanente, com a modernização militar contínua e com uma fonte de suprimento segura e certa, com as quais poderemos contar em tempos de paz ou guerra. Contamos, espero, com “a esperteza do governo brasileiro atual”, para aproveitar, politicamente esta boa oportunidade que a França nos traz para a criação de seguras fontes de suprimentos militares( como A ENGESAER) para as FAs do Brasil.Mas que sejam, realmente permanentes.Vejam os exemplos do Brasil na 2ª Grande guerra, ficou sem fontes de suprimentos da França e da própria Alemanha. E mais recentemente o caso da Argentina, nas Malvinas, pois, todos pela influência da Inglaterra, fecharam-lhes os portos para quaisquer tipos de exportação bélica. Todos sabem que o único interesse bélico-militar do Brasil com a França não se resumem somente aos Caças, mas, incluem, Submarinos Skorpéne , Helicópteros de Ataque, e outras concessões industriais bélicas.Na última visita do Sr. Morin, foram discutidas perspectivas de futuros contratos de compra pelo Brasil, na área militar, entre as quais, seria a aquisição de uma fragata que a França atualmente desenvolve junto com a Itália. Existe, também a possibilidade de outros países virem a participar da parceria estratégica França – Brasil, como o Chile que se mostrou interessado, que aliás, é um país muito sério e de convivência, extremamente, sadia com o Brasil. O grande lamento nesta história é que o Brasil não tem ambição militar ( só um Social Bestificado ???) para a compra de centenas de unidades militares, de submarinos, de helicópteros, de fragatas, e etc.. Temos a sociedade brasileira distribuída em extensas áreas territoriais continentais, resultando para as FAs, um somatório de funções de defesa, suficientemente grande, para inibir a manifestação do medo, por ousar em sermos grande potência militar. É nosso dever!!! Sinceramente, esperamos que a decisão da compra dos caças não seja política ( por acovardamento diante do Grande Senhor do Norte), pois, além de estarem envolvidos outros interesses militares do Brasil com a França, ela está tratando o assunto com muita lealdade, dignidade e respeito para com o Brasil. O Velho Patriota, não é um analista militar, mas, sim um especialista em gestão pública( que se importa com o desperdício criminoso dos recursos públicos), entende que as vantagens militares, industriais e políticas do Brasil, logicamente, fazem a balança pender para o intercâmbio com a França. Chega de ginástica política estéril com coisas sérias do Brasil, como o fortalecimento das FAs do Brasil! Esperemos que a Luz do bom senso acenda e a verdade triunfe !! OVelhoPatriota – O Plano Brasil : Luiz.


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