A Defesa Brasil informou que começaram a chegar ao Brasil os primeiros Leopard 1 A5 adquiridos na Alemanha pelo Exército Brasileiro.
As primeiras duas, duas VBC (Viaturas Blindadas de Combate) chegaram ao Porto do Rio de Janeiro no último dia 16 de janeiro e foram então conduzidas à Escola de Material Bélico (EsMB), onde serão utilizadas para instrução nos cursos e estágios conduzidos no “berço dos blindados” do Exército Brasileiro.
Outras três viaturas chegaram na última quinta-feira, dia 29/01 ao Parque Regional de Manutenção/3 (Pq R Mnt/3), em Santa Maria-RS, que será a unidade responsável pelas atividades de suprimento de peças e dos testes de entrega das viaturas às unidades que as operarão. Esses veículos fazem parte do primeiro lote de 60 carros a serem entregues em 2009 e que serão distribuídos entre as unidades da 5° Brigada de Cavalaria Blindada e 6° Brigada de Infantaria Blindada.
Em dezembro de 2006, o Exército Brasileiro adquiriu 250 VBC Leopard 1 A5. Desse total, 220 serão distribuídas em quatro Regimentos de Carros de Combate e no Centro de Instrução de Blindados. As viaturas estão passando por um processo de revitalização e manutenção na Alemanha, sob responsabilidade da empresa Krauss-Maffei Wegmann, fabricante dos Leopard. Dos 30 veículos não-revitalizados, dois serão entregues ao Departamento de Ciência e Tecnologia, dois à EsMB (já entregues) e 26 (vinte e seis) para o Pq R Mnt/3. Esta distribuição possibilitará a realização de estudos técnicos, de atividades de ensino e de suprimento de peças, respectivamente.
Além das VBC, foram adquiridas 20 viaturas Leopard de apoio, sendo sete Viaturas de Socorro, quatro Lança-Pontes, quatro de Engenharia e cinco Escola de Motoristas, todas revitalizadas pela alemã Rheinmetall AG.
O contrato de compra incluiu um Pacote Logístico e prevê a manutenção de um escritório de apoio do fabricante em Santa Maria até um ano após a entrega das últimas viaturas, além da compra de um simulador fixo da cabine, que permite o treinamento simultâneo de até quatro carros de combate, e de quatro simuladores portáteis a serem distribuídos a cada um dos RCC.
Com os Leopard 1 A5, haverá uma redistribuição dos Leopard 1 A1 e M-60 A3TTS atualmente em uso no Exército Brasileiro. Essa compra também permitirá a desativação dos M-41C restantes, embora a informação ainda não esteja confirmada. O Leopard 1A5 será o principal carro de combate do Exército nos próximos anos e representa um avanço para a força blindada brasileira. A previsão de entrega das últimas viaturas é de novembro de 2012

As grandes diferenças do LEO - que permitem identificar exteriormente o Leopard1-A5 é o perfil da torre, que tem um novo desenho e um reforço adicional lateral que acaba por alterar o perfil, ao mesmo tempo que aumenta consideravelmente a proteção que também é aumentada com a inclusão de saias blindadas na lateral do veículo.
O sistema de controle de tiro do Leopard-1A5, é idêntico ao que foi instalado no mais pesado e melhor armado Leopard-II que é a família de tanques que complementou e substituiu o Leopard-1 na Europa.
Fonte: DEFESABRASIL e Área Militar
e ora bem!
pena é que não haja industria local para os repotenciar…
(havia… era a engesa)
Por: Clavis Prophetarum em Fevereiro 2, 2009
às 5:27 pm
Boa notícia.
Os M60 A3TTS ainda são considerados bons carros de combate, e os Leopard 1A1 sofrerão modernização.
O Brasil passaria a contar com a melhor força dessa natureza na região.
Por: Fábio Max em Fevereiro 2, 2009
às 10:13 pm
Clavis havia a engesa e a Bernardini, ambas foram para a cucuia, mas o parque de mat bel do EB é capacitado para mater os carros em funcionamento no pais, todos os Carros Cascavel, urutu dos paises vizinhos são revisados, reparados e repontencializados nos parques de manutenção de material bélico do exercito. Esses primeros carros que não sofreram revisão na alemanha permitirão os estudos de engenharia (inclusive reversa) necessários para o desenvolvimento de peças e fabricação de componentes pelo EB e pelas empresas parceiras nos mesmos moldes das revitalizações dos demais CCs.
Claro se houvesse a engesa e a Bernardini provavelmente esses carros seriam dela e não alemães, um conjunto de Osorios e Tamoios, lançadores de pontes e carros oficinas todos nacionais. Seria fantástico, pena que não vingou. Quem sabe agora não é com a nova política do governo para a defesa isso mude.
Por: Fred em Fevereiro 3, 2009
às 9:00 am
Veja aqui sobre a reforma dos CC
http://indexet.gazetamercantil.com.br/arquivo/2003/05/05/279/Exercito-reforma-frota-de-blindados.html
Por: Fred em Fevereiro 3, 2009
às 9:01 am
e a própria atualização destes carros, se fosse feita na Engesa, serviria para manter viva esta empresa, em vez de pôr o exército a fazer o papel que deveria caber (melhor) a empresas privadas.
Por: Clavis Prophetarum em Fevereiro 3, 2009
às 5:59 pm
Esses tanques vão dar um pouco mais de ânimo ao nosso Exercito.
Por: Edmar em Fevereiro 4, 2009
às 6:39 am
Tenho uma dúvida! Estes LEOs não são os mais modernos, pois, pelo que sei, a Alemanha já opera outros LEOs mais modernos. Parece que estes adquiridos pelo Brasil são LEOs que eram usados pela Alemanha e foram “modernizados”. Alguém pode me confirmar isto?
Por: robson borges em Fevereiro 4, 2009
às 9:08 am
A alemanha e diversos paises da europa utilizam o Leopard 2A6+, sendo esta a mais nova versão.
O chile adquiriu o Leo 2A4 e portugal os Leo 2A6 usados da Holanda.
A diferença entre os carros é gritante principalmente no peso operacional, mas para o cenário sul americano a compra do Brasil atende perfeitamente ao fim que se destina e unifica mais um pouco a cadeia de logistica já que operamos os 1A1.
Os 1A5 não foram modernizados e sim revisados, já que estavam desativados e estocados na alemanha a algum tempo. Eles utilizam o mesmo sistema de mira e controle de disparo do Leo 2A4.
Esses que chegaram não sofreram revisão, serão para estudos de engenharia, de formação de mecânicos e para desenvolvimento de peças para reposição. (linha de peças e de produção foi descontinuada no fabricante).
Por: Fred em Fevereiro 4, 2009
às 9:22 am
Sendo assim, podemos ter tanques com uma tecnologia bem melhor que alguns paises sul-americanos.
Por: Edmar em Fevereiro 4, 2009
às 9:31 am
Em fim, vamos ter alguns tanques de tecnologia um pouco melhor para o cenário sul-americano.
Por: Edmar em Fevereiro 4, 2009
às 9:33 am
Sem dúvida se a ENGESA ou a BERNARDINI estivem vivas nosso Exercito hoje contaria com blindados nacionais, mas graças ao governo COLLOR que se negou a socorrer a ENGESA, com muito menos dinheiro que já foi dado de mão beijada aos bancos, cedendo à pressão dos nosso irmãos do norte (EUA) que não queriam concorrência pro Abrams, temos que nos contentar com material de segunda mão. “AÇO!!!”
Por: Hugo Krause em Março 14, 2009
às 11:43 am
Caro Amigo “Hugo Krause” e Amigos….
Não foi somente no Governo de COLLOR que faltou socorro para as empresas Brasileiras, infelizmente no Governo de FHC também faltou socorro para algumas empresas Brasileiras, e principalmente faltou socorro para empresas bélicas nacionais.
Se todos os Governos tivessem ajudado as empresas Bélicas Nacionais, hoje quem sabe?.., poderiamos além da ENGESA estar fabricando Blindados, poderia ser que a EMBRAER poderia estar fabricando Caças.
Por: Edmar em Março 16, 2009
às 8:31 am
o projeto do Ozório foi vendido para a Imbel/SA. Vcs tem notícias c a Imbel tem planos de reativar o protótipo do Ozório com melhorias?
Por: pedro agostinho em Março 20, 2009
às 10:27 am
Muito do maquinário e dos equipamentos foram perdidos ou vendidos na massa falida, além do mais o projeto deveria ser interiramente refeito para as novas condições tecnológicas atuais.
Acredito ser muito difícil, mais fácil partir para um projeto novo. mais fácil e mais barato.
Por: Fred em Março 20, 2009
às 6:22 pm
Senhores !!
Na verdade tenho uma opinião mais completa, eís:
É absolutamente necessário que sejam criadas ou recriadas,( com recursos maciços do Tesouro Nacional , BNDES, da Caixa Econômica Federal, da Petrobrás, da Futura Empresa do Pré-Sal, e se for preciso e necessário, se crie um tributo, pelo Congresso Nacional, específico para fortalecimento das nossas FAs), empresas com os fins específicos de produção nacional de armamento estratégico para as FAs do Brasil, em regime de urgência. E para que os recursos orçamentários/financeiros sejam totalmente garantidas tem de haver sustentação política, ou, melhor seja incluída por EMENDA na CF/88 uma garantia constitucional de que nunca faltarão ou melhor, haverão sempre recursos em todos os tempos para este fim, e, que as empresas ( nos modelos antigos da ENGESA, BERNARDINI e MOTO PEÇAS ) criadas sejam intocáveis. Que nunca possam ser alcançadas pelos traidores da Pátria e pelos Inimigos Internacionais. Vejamos, como recordação, como perdemos os modelos de extrema qualidade técnica – Osório, Tamoio, Charrua, Sucuri, Ogum, Jararaca, e, poderíamos, repotencializar mais rapidamente, todos os URUTU e o CASCÁVEL, e outros que hoje estariam resolvendo nossos problemas do EB, da FAB e dos FNs. Mas hoje, ainda temos a oportunidade de adquirir veículos da AVIBRÁS – GUARÁ, que embora seja um leve 4×4, é muito moderno, tem várias versões, inclusive, artilhados até com sistema de foguetes anti-carro ou antiaéreo, pode levar até 16 elementos armados, muito embora não seja anfíbio, mas, é uma excelente oportunidade de modernização das nossas FAs. Sem citarmos as consagradas, viaturas ASTROS que podem ajudar muito à Artilharia de Campanha, que também enfrenta problemas sérios, pelo menos, até resolvemos este problema. É questão apenas de lutar pelas coisas que temos á mão, pois, sempre teremos um começo nos esforços de aparelhamento bélico. Embora não seja um especialista no assunto, acho que a FAB como os FNs dele podem se utilizar para suas forças terrestres. Nunca consegui entender porque o EB não se interessou pelo CHARRUA, o OGUM, o SUCURI (copiado pela Bélgica e pela Itália – e hoje, vamos atrás do CENTAURO ITALIANO ), e o JARARACÁ (que pode ser lançado de paraquedas ), todos produzidos com supervisão do Centro de Material Bélico do Exército. Gostaria de saber o que pensa o órgão técnico do EB sobre este assunto. A criação de “Nova Fábrica”, inclusive, permitiria a modernização dos (?) M60A3TTs em conjunto com Israel, Canadá e EEUU, e dos Leopards 1 A 1, com mais facilidade, pois, apesar de serem bons blindados vão precisar de repontencialização, até voltarmos ao Tamoio (misteriosamente rejeitado pelo EB apesar do acompanhamento do C T EB ) e o Osório, este que foi um projeto trabalhado pelos nossos engenheiros em cima do Leopards, devidamente autorizado pela Alemanha, por ação do Ex-Presidente Geisel. O M60A3TTs é um bom tanque não deve ser retirado pelo EB, e, em minha opinião, s.m.j. devem ser adquiridas no Exército Americano mais algumas unidades e modernizadas, independente da preferência do EB pelos Leopards, e constituir 3 ou 4 divisões blindadas com o M60A3TTS. Acho também que deveremos solicitar o concurso de empresas russas de armamentos que nos dariam um assessoramento de excelente ajuda. Outro detalhe importante são os barcos ligeiros, potentes e bem armados (AVIBRÁS ) que poderemos construir para o EB e os FNs com uso na amazônia brasileira.
Não vamos esquecer da FAB pois, a EMBRAER já poderia estar fabricando aviões de caça de 5ª geração se não fossem interrompidas as pesquisas e produções anteriores. E também da MG cujos nossos estaleiros navais já estariam produzindo Navios –Patrulhas de grande porte e bem armados com foguetes.
Temos a AVIBRÀS e a IMBEL que por culpa exclusiva do governo, (pelos eternos traidores da Pátria), passa por momentos financeiros complicados. A ausência de encomendas militares de ambas as empresas é o motivo principal desta situação.
O nosso fuzil FAL é originário do primeiro fuzil alemão de 1944, usados de forma decisiva pelas SSs alemãs na 2ª Grande Guerra. Hoje temos a grata notícia que a IMBEL trabalha num modelo de fuzil altamente moderno, só esperamos que o governo brasileiro tenha responsabilidade e decida uma aquisição de no mínimo 200.000 fuzis. Só forças especiais temos bem perto de 25.000 elementos. É quanto aos demais armamentos é uma questão apenas de pesquisa e aprimoramento. Á propósito seria muito importante se o Brasil conseguisse autorização da Alemanha pata produzir pela IMBEL a metralhadora denominada no tempo da 2ª guerra de MG42 e assinasse um acordo com a Rússia para produzir o canhão para blindados de 120 mm. É muito melhor o Brasil, através do BNDES, da CAIXA, investir em produção nacional de armamentos, do que emprestar dinheiro para países moral e politicamente falidos. DIGNIDADE e RESPEITO JÁ PARA AS NOSSAS FAs.. Infelizmente, falta muito coisa à sociedade brasileira para que entenda que riquezas descobertas devem ter patrulhamento constante. O PASSADO SÓ INTERESSA AOS INIMIGOS INTERNACIONAIS DA NAÇÃO, QUANDO INCENTIVAM A DIVISÃO DA OPINIÃO POLÍTICA DO POVO BRASILEIRO. Imaginem se o povo brasileiro, estivesse no lugar do povo alemão ou do povo italiano, e tivesse vivenciado esta desgraça maldita da 2ª Grande Guerra !!!! Que haja a união total da sociedade brasileira em favor do rearmamento das nossas FAs. Saudações !!! luiz.
Por: luiz pinelli neto em Julho 3, 2009
às 8:03 pm
Aos que pensam verde – amarelo!!!!.
Ficamos preocupados com a situação atual das FAz do Brasil.
Medidas urgentes poderiam ser imediatamente tomadas, como veremos:
A AVIBRÁS produziu, com supervisão de EB o modelo sob rodas de nome GUARÁ. Embora seja um 4×4 é extremamente moderno e transporta tropas com até 16 elementos armados. Não compreendo por que o EB e a FAB não compram centenas de unidades( no mínimo 2000, alocando às Unidades Especiais de Fronteira, Brigadas da Selva, Operações Especiais, e Brigadas Paraquedistas. O Guará –Predador apresenta diversas versões artilhadas, inclusive, com sistema de foguetes anti- carro e antiaéreo. A AVIBRÁS tem, como sabemos, outras produtos que poderiam também ser comprados, os famosos Sistemas ASTROS, e, todos nós, sabemos da deficiência de nossa artilharia convencional. Nada resolve ficar reclamando das deficiências de materiais. Temos de buscar soluções com os recursos que dispomos. Sabemos das dificuldades da AVIBRÁS e da IMBEL que desenvolvem projetos com a participação do EB, e depois, de pronto começam a encontrar pontos divergentes, por exemplo, como, o GUARÁ que é de 4 rodas, mas nada obsta que a própria AVIBRÁS faça o 6×6, o 8×8, e o até 10×10. Numa geografia nacional altamente diversificada como a do BRASIL com toda certeza este produto tem emprego certo e apropriado pelo EB, pela FAB, pelos FNs, embora não anfíbio, e também pelas PMs de todo o País.
O CHARRÚA é outro exemplo de produto não aproveitado. É sobre lagartas, é totalmente anfíbio, é ultra moderno, e pode ser apresentado sob diferentes versões artilhadas, além de ser um excelente e seguro transporte de tropas. A região amazônica esta aí que não deixa ninguém mentir.
Não entendo a cabeça do militar brasileiro, responsável pelo material bélico, que não sabe olhar para estas oportunidades da indústria estratégica militar do País, e aproveitar para mudar a estrutura das Faz e estimular o crescimento da indústria bélica nacional.
Podemos ver as cópias feitas dos blindados pela Bélgica e pela Itália do nosso SUCURÍ. Isto quer dizer como nossos políticos não tem nenhuma vergonha na cara.
Mas, afinal, temos uma boa coisa a comentar: a IMBEL trabalha num novo modelo de fuzil FAL. Este projeto incorporou as excelentes coisas do nosso antigo FAL, descendente do original fuzil alemão da 2º Grande Guerra, usado pelas tropas SS, e do moderno G36. Um projeto moderno com material de alta qualidade, resistente, leve e com alta precisão, com aparelho de mira lazer noturna, lançador de granadas, lanterna, ponto de apoio, pente especial, com alta performace, ficará igualado aos mais famosos do mundo. Aliás, alguns falam mal do FAL, mas é ele um dos melhores em uso, pois, como disse, surgiu do original fuzil usado pelas SS alemãs. Luiz
Por: luiz pinelli neto em Julho 6, 2009
às 11:53 pm
MEDIDAS URGENTES.
Não restam dúvidas que as condições econômicas, políticas e militares gerais na América do Sul e no mundo estão mudando com muita rapidez. A eleição recente do novo presidente norte americano trará ao Brasil um novo papel, principalmente no campo militar, e com isso, se avizinha uma futura Aliança Militar Brasil / EEUU. Ao contrário de que se pode pensar, esta ajuda militar não será importante, desde que seja analisado com muita dignidade e se preserve nosso próprio crescimento militar. Todos nossos modelos bélicos, por nós produzidos de indiscutível e comprovada qualidade das extintas ENGESA, BERNARDINI, MOTOPEÇAS, como o Osório, Tamoio, Jararaca, Charrua, Ogum, Sucuri rejeitados pelo Governo Brasileiro por falta de visão gerencial, estão relegados à permanência nos MUSEUS, pelo menos, como prova de nosso passado de iniciativa industrial de alta capacidade. Não adianta nada ao País e ao Povo Brasileiro a descoberta de imensas riquezas se não estamos aptos a defende-las com vigor e rigor. Os que desestabilizam a unidade da América Latina e atiram uns países contra os outros estão muito ativos agindo em funesto silêncio.
Ajudas militares podem vir, mas nós temos de conservar nossa independência industrial, basta lembrar-nos o que o ex- Presidente Ernesto Geisel fez de maneira sábia e corajosa ao denunciar o primitivo acordo militar Brasil/EEUU, iniciando a produção nacional de vários e qualificados modelos nacionais.
Mas o que temos de fazer agora com toda urgência é reativar nossas fábricas militares falidas ( ENGESA, BERNARDINI e MOTOPEÇAS ) pelo descaso político irresponsável de nossos governantes da época. Recursos orçamentários / financeiros existem , portanto, temos de criar imediatamente linhas de crédito do BNDES, CAIXA ECONÔMICA, PETROBRÁS, TESOURO NACIONAL, da FUTURA EMPRESA do PRÉ-SAL, e se necessário for, instituir impostos específicos para financiar nossas indústrias. Paralelo a estas medidas estratégicas, deve o Governo revisar seus programas e projetos gerenciais, com certeza vai começar a sobrar muito dinheiro. Somente manter àqueles que se referem às funções orçamentárias técnicas da LEI ÂNUA, assim, saúde, educação, industria, comercio, agricultura, etc…. (funções constantes do Orçamento Anual ). O BRASIL não precisa de um Grande Poder Legislativo constituído de várias cadeiras parlamentares. No total dos três níveis de governo este deveria ser reduzido para apenas 1/8 de seu efetivo, — seria o suficiente !!!! O PODER EXECUTIVO só precisa de no máximo 9 ministérios ( Educação/Cultura, Saúde/ Prevenção Sanitária, Defesa, Industria/Comercio/Turismo, Justiça, Relações e Negócios Exteriores, e, Integração Nacional, mais algumas secretárias a eles ligados, com pessoal especializado, jovem, competente e não políticos velhos. Admissão de funcionários somente mediante Concurso Público Externo !!
Tudo este planejamento estratégico significa redução de custos financeiros. Este montante de economia de custos orçamentários/financeiros seria transferido para implementação das indústrias militares, totalmente para o EB, FAB e MG (FNs). Na verdade existe um grande perigo para os projetos militares brasileiros constante dos Planos estratégicos de Defesa, recentemente aprovados, pois, verificamos que a “folga orçamentária e a conseqüência existência de recursos financeiros em Caixa” , estão sendo usados em despesas de CUSTEIO, o que não é bom, e pode comprometer seriamente estes planos militares Não vamos esquecer da MG e da FAB, pois, temos de estimular nossos Estaleiros Militares ( navios patrulhas com armamento moderno e poderoso, através da AVIBRÁS ) e da EMBRAER.
A AVIBRÁS tem o modelo 4×4 leve GUARÁ – PREDADOR, embora não seja um anfíbio blindado, é de excelente qualidade, Apresenta várias versões artilhados, inclusive com foguetes anticarro e antiaréreo, pode transporta até 16 fuzileiros, tem proteção moderna que segura disparos de armas portáteis. È hora da aquisição por parte do EB, da FAB e dos FNs ( apesar de não anfíbio ). Não há dúvidas que a AVIBRÁS poderá fabricar 6×6 ou 8×8 ou ainda 10×10, se necessário, torna-lo anfíbio e aumentar sua blindagem. A IMBEL está trabalhando num novo e moderno modelo de fuzil FAL, que poucos sabem é originário do primitivo fuzil alemão da 2ª guerra, usado pelas SSs. Ass: o Velho Patriota
rta tropas com até 16 elementos armados. Não compreendo por que o EB e a FAB não compram centenas de unidades( no mínimo 2000, alocando às Unidades Especiais de Fronteira, Brigadas da Selva, Operações Especiais, e Brigadas Paraquedistas. O Guará –Predador apresenta diversas versões artilhadas, inclusive, com sistema de foguetes anti- carro e antiaéreo. A AVIBRÁS tem, como sabemos, outras produtos que poderiam também ser comprados, os famosos Sistemas ASTROS, e, todos nós, sabemos da deficiência de nossa artilharia convencional. Nada resolve ficar reclamando das deficiências de materiais. Temos de buscar soluções com os recursos que dispomos. Sabemos das dificuldades da AVIBRÁS e da IMBEL que desenvolvem projetos com a participação do EB, e depois, de pronto começam a encontrar pontos divergentes, por exemplo, como, o GUARÁ que é de 4 rodas, mas nada obsta que a própria AVIBRÁS faça o 6×6, o 8×8, e o até 10×10. Numa geografia nacional altamente diversificada como a do BRASIL com toda certeza este produto tem emprego certo e apropriado pelo EB, pela FAB, pelos FNs, embora não anfíbio, e também pelas PMs de todo o País.
O CHARRÚA é outro exemplo de produto não aproveitado. É sobre lagartas, é totalmente anfíbio, é ultra moderno, e pode ser apresentado sob diferentes versões artilhadas, além de ser um excelente e seguro transporte de tropas. A região amazônica esta aí que não deixa ninguém mentir.
Não entendo a cabeça do militar brasileiro, responsável pelo material bélico, que não sabe olhar para estas oportunidades da indústria estratégica militar do País, e aproveitar para mudar a estrutura das Faz e estimular o crescimento da indústria bélica nacional.
Podemos ver as cópias feitas dos blindados pela Bélgica e pela Itália do nosso SUCURÍ. Isto quer dizer como nossos políticos não tem nenhuma vergonha na cara.
Mas, afinal, temos uma boa coisa a comentar: a IMBEL trabalha num novo modelo de fuzil FAL. Este projeto incorporou as excelentes coisas do nosso antigo FAL, descendente do original fuzil alemão da 2º Grande Guerra, usado pelas tropas SS, e do moderno G36. Um projeto moderno com material de alta qualidade, resistente, leve e com alta precisão, com aparelho de mira lazer noturna, lançador de granadas, lanterna, ponto de apoio, pente especial, com alta performace, ficará igualado aos mais famosos do mundo. Aliás, alguns falam mal do FAL, mas é ele um dos melhores em uso, pois, como disse, surgiu do original fuzil usado pelas SS alemãs. Luiz
Por: luiz pinelli neto em Julho 7, 2009
às 12:07 am
O MELHOR !!!
Acreditem o M 60 A3 TTS é um tanque bem melhor do que qualquer outro Leopard da América Latina, entretanto, só não supera o Leopard 2 A 6 que só tem na Alemanha !!!!.
Mas falta muito pouco para que o M60 A 3TTS o alcance !! Basta que o EB saiba investir numa hábil repontencialização. Talvez a preferência do EB pelo Leopard seja em função do modelo Osório ter nascido da autorização pela Alemanha, no governo do Ex-Presidente Ernesto Geisel, do Leopard alemão, que para lá viajou com este fim. Luiz
Por: luiz pinelli neto em Julho 7, 2009
às 12:13 am
Um anfíbio amazônico !!
Nossos engenheiros militares são competentes o necessário para criar um projeto miltar de um anfíbio específico para uso das nossas tropas na região amazônica. O Brasil tem terrenos e geografias as mais diversificadas, por isso o EB na verdade precisa de uma viatura blindada e bem armada que enfrente o inimigo e o terreno, e leve a tropa embarcada em segurança, mas tem de ser rápido.Luiz
Por: luiz pinelli neto em Julho 11, 2009
às 6:15 pm
Caros Amigos.:
Os “Blindados Leopard 1 A5″ vão dar um folego ao Exécito Brasileiro, mas é necessário mais investimentos em Blindados.
abraços.
Por: Edmar em Julho 13, 2009
às 9:52 am
O Necessário Trivial + Completo ???
Mais uma vez vou tocar num mesmo assunto sobre O Plano Estratégico de Rearmamento Militar das FAS. O Plano é necessariamente ambicioso, mas muito longo, até 2030.
O Brasil é um país geograficamente grande e diversificado, com vários e diferentes teatros operacionais. As nossas fronteiras são altamente cobiçadas, pelos bandidos internacionais. Por enquanto não falei nada de novo, que a opinião pública não saiba.Um Plano Estratégico de Defesa deste porte, precisará com certeza de muitos recursos financeiros, durante diversas gestões governamentais. Tem o governo de preocupar-se em mobilizar fontes de recursos permanentes, por longo tempo, que permitam a realização, sem interrupção do processo contínuo de rearmamento e modernização das nossas FAs. Outro aspecto lamentável, que chama a atenção, é a falta de interesse do povo, da sociedade e, até, da própria Nação, extasiados com os programas sociais, atualmente, muito em moda.
Sou profissional especialista em Gestão Pública, e posso afirmar que a nossa situação de Nação Independente é muito GRAVE. O remanejamento de tropas militares e a criação de outras Unidades Especializadas, para a região amazônica é muito oportuno, estratégico e sábio, responde com armas prontas à ambição imoral de potências estrangeiras.
“ Os senhores deveriam tomar conhecimento do debate entre os arrogantes alunos de uma universidade norte-americana e o nosso Senador Cristóvam Buarque sobre a nossa Região Amazônica, imputesse até São Francisco”. Portanto, a necessidade de armar nosso EB com os mais modernos equipamentos bélicos permanece como uma urgência altamente prioritária, a que o País, rapidamente, tem de responder. Por isso precisamos de reservas financeiras suficientes para atender, concomitantemente ao EB, a FAB, e a MG (FNs), e que sejam realizadas sem adiamentos, cancelamentos, ou mudanças, com substituição criminosa, para outros programas de governo, “engana joão”.
Medidas jurídicas, contábeis, orçamentárias, financeiras, patrimoniais, e legais devem se traduzir pela inclusão de uma EMENDA CONSTITUCIONAL referendando o Plano Estratégico Militar, além da citação, em textos da LDO, PPA e LOAs. A disciplina na aplicação e execução de programas de despesas públicas é outra medida acauteladora, exigível dos governos. A redução dos custos BRASIL ( com a diminuição dos tamanhos dos Poderes Executivo/Legislativo e Judiciário ), com a conseqüente economia de custos orçamentários, podem em conjunto, constituírem-se em FONTES de RECURSOS aplicáveis na imediata produção do Plano Estratégico Militar.
Sabemos que para o EB – a IMBEL e a AVIBRÀS estão vivas, e , a 1ª é a herdeira judicial da Engesa, Bernardini, e Moto Peças, e portanto, o acesso aos modelos, destas empresas falidas, e que são do conhecimento geral é simples e imediato, requerendo um ajustamento e um aperfeiçoamento técnico. Como as cabeças pensantes que criaram estes projetos não faliram, apenas se dispersaram , se novamente requisitados, responderam o chamado e com certeza, farão este trabalho. Mais uma vez, deixo a idéia de formar uma COLIGADA da IMBEL +AVIBRÀS dedicada á produção de Equipamentos Pesados.
A FAB tem a EMBRAER e a HELIOBRÀS bastariam aumentar as encomendas, assinar um acordo de cooperação militar (Aviões e Helicópteros ), e ter reservas suficientes para cumprir os compromissos.
Os FNs poderiam ser atendidos pelas opções acima citadas. A MG teria que responder se encontra-se em condições técnicas de produzir, inicialmente, Navios – Patrulhas, poderosa e modernamente armados.
Os submarinos com se sabem, surgirão do Acordo Militar com a França. O resto é pedir a DEUS para dar tudo certo !!!! Luiz.
Por: luiz pinelli neto em Julho 17, 2009
às 11:12 pm
O que será, será !!
Junto com o Plano Estratégico de Defesa, deveria sair, o orçamento plurianual de sua execução, renováveis de 4 em 4 anos. As dificuldades financeiras de se cumprir qualquer um plano de rearmamento bélico nacional, sempre foram no Brasil, muito maior que qualquer necessidade real de nosso fortalecimento militar. Na década de 70 ( em pleno anos de chumbo) o EB recebeu uma proposta de um acordo militar com a Alemanha, com ofertas de diversas versões de blindados sobre lagartas baseado no chassis do MARDER. Mas o EB preferiu o desenvolvimento dos diversos projetos brasileiros começados em 1967, que resultariam nos diversos modelos militares conhecidos. Provavelmente, se a ditadura tivesse apenas ambição de fortalecimento militar, não se importaria, como muito preocupou-se, com o despertar da nossa industria militar de material bélico. A falta de dinheiro também muito contribuiu para esta opção da priorização para nosso crescimento interno,( apesar de ter sido mais longo e penoso )mas, que agora vemos continua a não ser compreendida pela sociedade e pela Nação( ocorrerram até falências ). Luiz
Por: luiz pinelli neto em Julho 20, 2009
às 6:52 pm
Aonde está o dinheiro?
Entendo que quaisquer planejamento estratégico, de qualquer natureza, ficará, seriamente, prejudicado com a falta de dinheiro. Melhor que ficar analizando medidas militares, é perguntar ao governo: ” se o Plano Estratégico de Defesa é para valer, aonde estão os recursos financeiros para aplica-lo”?? Soberania Nacional é tão importante, ou mais que, quanto quaisquer planos sociais de assistência determinado pelo governo. Faltam decisões e atitudes de macho no Brasil atual !! Coitadas das nossas FAs, estão sendo enganadas demagogicamente por este governo sindicalista. Luiz
Por: luiz pinelli neto em Julho 21, 2009
às 1:34 pm
Por que a IVECO?
Por que assinar um contrato com a IVECO para construção de blindados sob rodas?
A falta de dinheiro é uma coisa presente nas finanças do Brasil, mas burrice é outra coisa!! Vejamos temos ainda vivas a AVIBRÁS e a IMBEL. A AVIBRÁS recentemente construí o Guará, blindado de 4×4, que o EB não se interessou. Quem mostrou competência para fazer um 4×4, certamente, poderá fazer um 6×6, um 8×8, ou até um 10×10. Repito o que disse, nossos engenheiros militares são muito competentes. Se por acaso, for necessário assinamos, um acordo militar com a Alemanha ou Rússia. Temos no passado, projetos do URUTU e do CASCÁVEL cuja experiência resultante e o conhecimento de nossos engenheiros e técnicos militares não faliram. Competência não nos falta. O Centauro italiano é uma cópia descarada do Sucuri brasileiro.
A IMBEL é a herdeira judicial dos acervos da ENGESA, da BERNARDINI, e da MOTO PEÇAS. A substituição do transporte blindado de tropas infantes M-113 do EB, poderia ser feito, também, usando-se o modelo aperfeiçoado do Charrua, construído agora pela AVIBRÁS ou a IMBEL, ou ambas as empresas, o blindado anfíbio transporte de tropas, com uma necessária modernização de blindagem, sem perder a condição de ser anfíbio para a região amazônica, com um super-sistema de armamento, artilhados e com mísseis anti-carro, anti-aéreo, ou anti-barcos de desembarques.
Aliás, esta nova viatura Charrua 01, faria frente nas fronteiras da Venezuela ao violento russo BMP -3, a ser comprado pelo exército deste país.
Queira DEUS nossas FAs não sejam levadas ao sacrifício inútil, por causa da displicência governamental, nem tudo se resolve, com “tapinhas sindicalistas e cafezinho”.
Por que não se utilizar, a AVIBRÁS e a IMBEL( ou uma outra coligadas ) neste procedimentos do Plano Estratégico de Defesa ????
Por: luiz pinelli neto em Julho 21, 2009
às 2:39 pm
O MELHOR, e O PIOR !!!
Acreditem o M 60 A3 TTS é um tanque melhor do que qualquer outro Leopard da América Latina só não supera o Leopard 2 A 6 que só tem na Alemanha, e agora no Chile !!!!.
Mas falta muito pouco para que o M 60 A TT S o alcance !! Basta que o EB saiba investir numa hábil repontencialização. Talvez a preferência do EB pelo Leopard seja em função do modelo Osório ter nascido da autorização pela Alemanha, no governo do Ex-Presidente Ernesto Geisel, do Leopard alemão.
Se o governo, ainda que tardiamente, decidir pela criação de uma 3ª empresa coligada da IMBEL, esta herdeira judicial das falidas Engesa, Bernardini, e Moto Peças, e da AVIBRÃS, ambas ainda vivas, poderemos além de construir, a partir dos modelos anteriores, novos projetos modernos, e, iniciar no momento certo, a repontencialização técnica dos M-60 A3TTS e dos Leopards 1 A 5. Vamos torcer para que o ano eleitoral não azede o Plano Estratégico de Defesa, que estou começando a pensar que ele não passa de “conversa fiada”. Sem dinheiro suficiente, sem o Fundo de Reserva p/ Aplicação no Plano de Defesa, certamente, acontecer alguma coisa na proporção requerida fica impossível. Isto é o pior que pode acontecer com as FAs do Brasil, e o melhor para o Presidente Chavez da Venezuela. Tragédia Verde –Amarela. Luiz
Por: luiz pinelli neto em Julho 21, 2009
às 8:33 pm
O Plano Estratégico de Defesa Nacional.
É realmente um excelente plano de revitalização das nossas FAs, que muitos anos ficaram entregues ao descaso e ao abandono governamental.
Pessoalmente, tenho receios que este planejamento não seja aplicado integralmente como se faz necessário à soberania e a segurança de nossa Nação. A maior culpa cabe à nossa sociedade, que de mente fraca, é totalmente avessa aos aspectos de nossa segurança nacional, na verdade só se mobilizando, de forma espontânea , para os assuntos de futebol, samba e cerveja. Sem dúvidas, este povo é um carma espiritual pesado para o Brasil. Aproveitando ainda desta fragilidade, o governo e os políticos brasileiros fazem programas demagógicos políticos eleitorais. Além da ação perniciosa e criminosa das ONGs estrangeiras e “nacionais” que, ardilosamente, confundem a opinião política do povo brasileiro, atirando-o contra nossas FAs. Temos de preservar nossas Instituições Sagradas (como nossas Faz). Pois, quanto mais fracos e impotentes formos, melhor será para a cobiça internacional da nossa Amazônia, de nossas riquezas e reservas naturais (água em abundância ).
Para a garantia deste Plano, é necessário que os governos, através do Ministério de Planejamento/Ministério da Fazenda tomem certas medidas de acautelamento orçamentário/financeiro de forma que nunca faltem recursos ou que sejam desviados deste Plano Militar. Exemplos:1)- seja editada uma Emenda Constitucional que faça constar de nossos preceitos legais – reservas de obrigação para a modernização urgente de nossas FAs, 2)-Faça-se constar na LDO, nos PPA, e nas sucessivas LOAs recursos suficientes para esta realização.
“Que nunca faltem recursos orçamentários/financeiros para esta função (modernização das FAs), como deve ser, totalmente, vetado o cancelamento pelos governos destas dotações”.Por um período de 20 anos não poderá haver motivos alegados para programas de despesas públicas mais importantes ou prioritárias que o nosso fortalecimento militar. Medidas de escolha seletiva para a execução de despesas públicas devem ficar limitadas as funções das despesas do orçamento e nada mais do que isso. Ou os governos demonstrarem coragem e força para realizarem totalmente este plano militar ou nosso futuro de nação soberana será muito constrangedor.
Proponho a redução imediata do tamanho do Poder Legislativo e do Poder Executivo. Sejam extintos os cabides de empregos – admissão de pessoal só por concursos, quando necessário. Os governos devem eliminar totalmente as despesas de fundo demagógico-político, garantir linhas de crédito, investimento e financiamento do BNDES, Caixa Econômica, Petrobrás e Pré-Sal, além de Transferências do Tesouro Nacional. Toda economia de custos orçamentários devem ser direcionadas, prioritariamente aos programas de rearmamento das FAs. Se ainda for necessário vamos instituir um tributo com este finalidade, rearmamento nacional, antes que seja tarde.
Recursos suficientes, não apenas para a compra de produtos bélicos nacionais, mas, também, para incentivar a reinstalação de indústrias militares de material bélico, e pesquisas técnicas para seu aprimoramento, aumento de qualidade, e, atendimento ao cenário geográfico brasileiro.
Com a canalização do montante destes recursos—- economia de custos orçamentários— podemos constituir um Fundo Permanente de Reserva Financeira / Orçamentária para aplicação integral e urgente do Plano Estratégico.
Seria muito interessante para as FAs que o governo aproveitassem os produtos bélicos de empresas já existentes com a AVIBRÁS e a IMBEL Seria uma prova incontestável da determinação do governo e não um episódio de “ Engana João”.
Aliás, que fique bem destacado o que falo, sem estimular a indisciplina nem a sublevação da ordem, os militares das TRES FORÇAS, devem por dever constitucional, exigir, o fortalecimento urgente destas forças, para fazer frente a quaisquer ameaças que por ventura venham de fora, antes que tenhamos de pagar um preço alto. Assi: ovelhopatriota
Por: luiz pinelli neto em Julho 23, 2009
às 8:22 pm
O Grande Perigo !
Este assunto, pelo menos em nossa compreensão pessoal, é também relacionado ao Plano Estratégico de Defesa Nacional. Não bastam armas e equipamentos modernos para as nossas FAs, é necessário estar muito atento para a seguinte questão social de grande gravidade.
A Sociedade Brasileira, perigosamente displicente, não percebe o alto grau de corrupção administrativa e política que assola o País. E o que resulta dela, a certeza cínica da impunidade, basta que olhemos as notícias vinculadas pela mídia diariamente.
O Poder Legislativo e o Poder Executivo estão mergulhados na lama podre da corrupção. O Poder Judiciário é uma grande incógnita.
As nossas Instituições Militares são realmente uma grande e honrosa exceção. Não se contaminaram !!!
Afastadas no centro nervoso da administração pública, guardam um sábio e místico silêncio, depois do término do período ditatorial. Vemos hoje as nossas FAs se penitenciando, triste e ingloriamente, pelos erros cometidos por meia dúzia de cabeças doentes. As nossas FAs são Instituições Sagradas que devem ser respeitadas e amadas pelo Brasil, pois, são a Garantia de nossa Soberania Nacional, na versão mais clara e reluzente, apesar da ação criminosa das várias ONGs nacionais e internacionais que operam livremente em Território Nacional. Numa manobra de alta traição, previamente organizadas com estratégica, jogam a opinião pública brasileira contra suas próprias FAs.
O estímulo à corrupção desenfreada enfraquece, totalmente nossas forças militares de reação, quebra o ânimo patriótico do povo, prostitui a vontade férrea da sociedade, faz o Estado Brasileiro perder o respeito internacional por seus atos, abre as portas ao domínio dos povos estrangeiros que cobiçam e tramam contra nossas riquezas econômicas, nosso crescimento e, nosso fortalecimento como povo soberano.
Será que o estímulo à corrupção política e administrativa não será a arma mais letal desejada pelas potências “aliadas” que cobiçam acintosamente nossas riquezas descobertas e a descobrir.
Além de blindados nas variadas versões e calibres, aviões de caça, helicópteros armados, navios patrulhas, submarinos, etc.. que, urgentemente, devem ser incorporados as nossas FAs é necessário atenção para a situação do País.
Portanto, em termos de Plano Estratégico de Defesa Nacional, a arma mais poderosa que possuímos, sem custar nada, é a opção do voto eleitoral. É a única forma de expulsarmos esta sórdida canalha para fora do Brasil. Que moral tem o povo brasileiro diante das outras nações para dizer um não histórico às suas pretensões inconfessáveis de pirata internacional. Que DEUS nos abençoe !!! Luiz
Por: luiz pinelli neto em Julho 26, 2009
às 6:51 pm
Decisão Firme e Coragem Imbatível (Já Atualizado ) !!!
Precisamos de capacidade e determinação para mudarmos o Planejamento Estratégico da nossa Lei Orçamentária. O Plano Estratégico de Defesa já foi assinado, muito bem !!!. Agora precisamos programar, com disciplina e certa urgência, o comportamento legal das nossas despesas orçamentárias públicas, ou, vamos concluir, logicamente, que o citado Plano não é importante para a soberania nacional. Não restam dúvidas que decisão e coragem são importantes para o governo tornar a execução do Plano Estratégico possível, com isso ele governo deverá mudar seu pensamento de “fome zero”,” PAC disto ou PAC daquilo” para centrar no cumprimento legal do orçamento, e notadamente, com o Plano Estratégico que ele próprio aprovou. Deve ficar entendido que as Fas do Brasil, com este rearmamento bélico não pretende invadir nenhum país, ou anexar territórios, nem tampouco, se preparar para conter a suposta invasão do nosso grande “aliado” e “mui” “amigo”, mas simplesmente, operar viaturas e armamentos novos. Por falar em “aliados” é oportuno lembrar-nos da Historia das Grandes Civilizações, quando o mais forte, fazia acordos humilhantes com seus aliados, até a chegada arrasadora dos povos bárbaros que lutavam por sua existência. Mas, assim, mesmo, vamos investir pesado nas Fas, se forem necessários 1 bilhão, para renascer a industria bélica, vamos coloca-los imediatamente à disposição do EB, se para a MG forem necessários 4 bilhões e para FAB, 8 bilhões vamos aplicar nosso plano de redução de custos orçamentários na gestão pública, assim:
1)-diminuir o tamanho da estrutura organizacional dos Poderes Legislativo ( podíamos extingui-los de vez, pois, só roubam ), Executivo, Judiciário;
2)- acabar com as despesas públicas que estejam fora da Lei Orçamentária, isto é, “PACs” de todos os tipos;
2)- acabar com as despesas orçamentárias de cunho político demagógico;
3)-canalizar, em emergência, financiamentos e investimentos de recursos do BNDES, CAIXA ECONÔMICA, PETROBRÁS, PRÉ-SAL, E INSTITUIR um TRIBUTO específico para o rearmamento nacional, e, cadeia para os ladrões nacionais = este somatório de recursos ( economia de custos ) direcionar para um FUNDO de RESERVA NACIONAL p/ INVESTIR PESADO nas Fas;
Por que assinar um contrato com a IVECO para construção de blindados sob rodas? Não seria mais estratégico renascer, com outro nome, a principal empresa produtora de material bélico ?
A falta de dinheiro é uma coisa presente nas finanças do Brasil, mas incompetência crassa, é outra coisa!! Temos ainda vivas a AVIBRÁS e a IMBEL. A AVIBRÁS recentemente construí o Guará, blindado de 4×4, mas o EB não se interessou. Quem mostrou competência para fazer um 4×4, certamente, poderá fazer um 6×6, um 8×8, ou até um 10×10, até anfíbio. Repito o que disse, nossos engenheiros militares são muito competentes. Se por acaso, for necessário assinamos, um acordo militar com a Alemanha ( não seria a 1ª tentativa ) ou Rússia, para acelerar a assimilação de conhecimentos atuais sobre blindados. Temos no passado, projetos bem realizados do, Urutu, do Ogum, do Charrua, do Sucuri, do Tamoio, do Osório, do Jararaca, e do Cascavel, cuja experiência resultante e o conhecimento de nossos engenheiros e técnicos militares, apesar do tempo ter passado, não se perderam, e nem, faliram. Competência não nos falta. O Centauro italiano é uma cópia descarada do Sucuri brasileiro.
A IMBEL é a herdeira judicial dos acervos da ENGESA, da BERNARDINI, e da MOTO PEÇAS. A substituição do transporte blindado de tropas infantes M-113 do EB, poderia ser feito, também, usando-se o modelo aperfeiçoado do CHARRUA 01, construído agora pela AVIBRÁS ou a IMBEL, ou ambas as empresas, o blindado anfíbio transporte de tropas, com uma necessária modernização de blindagem, sem perder a condição de ser anfíbio para a região amazônica, com um super-sistema de armamento, artilhados e com mísseis anti-carro, anti-aéreo, ou anti-barcos de desembarques.Aliás, especialistas em mísseis que poderiam ajudar muito o Brasil, seria a experiência dos russos, que os EEUU temem aproximação com o EB.
Aliás, esta nova viatura CHARRUA 01, faria frente nas fronteiras da Venezuela ao violento russo BMP -3, a ser comprado pelo exército deste país.
DEUS queira, que nossas FAs não sejam levadas ao sacrifício inútil, por causa da displicência governamental, nem tudo se resolve, com “tapinhas sindicalistas e cafezinho”. O BMP-3 russo que o Chavez vai comprar ( ou comprou ) é excelente blindado. Se acontecer no futuro, que blindado do EB fará frente a ele na Amazônia ????. Gostaria que alguém do EB me explicasse, pois, de repente existe outra saída, embora seja eu , apenas, um civil consciente de seus devedores ???? Talvez o verdadeiro inimigo ( o grande falso amigo de sempre – com a 4ª Frota ) esteja no NORTE e, não seja o Chavez.
Falta, na verdade, muito dinheiro para este Plano Estratégico virar realidade !!! Por enquanto é somente discursos políticos irritantes, de quem não quer decidir nada, só ganhar tempo. Vamos alistar e incorporar, os filhos, netos, bisnetos e todos ao parentes próximos de todos os governantes e políticos brasileiros nas nossas FAs e remete-los para frente de combate, mais pesado e violento, na região amazônica, se necessário for !!!
Assim, com certeza, eles verão e sentirão, com exata realidade as verdadeiras necessidades do EB. Para quem sabe o mínimo da história do povos, sabe que isto pode bem acontecer. !!!!!!!
Por falar em BMP-3 russo, por que o EB, não se utilizar, da AVIBRÁS e da IMBEL, ou, uma 3ª empresa coligada, nestes procedimentos de fortalecimento bélico do Plano Estratégico de Defesa ???? Luiz
Por: luiz pinelli neto em Julho 26, 2009
às 6:52 pm
Lêdo Engano !!
A pressão política e outras não confessáveis acabaram vencendo o patriotismo brasileiro frouxo, contido, aparentemente, a partir da edição do Plano Estratégico de Defesa para o Rearmamento das forças armadas do Brasil. Gerou tantas boas expectativa na mente de muitos brasileiros patriotas, mas agora, este sonho teve um fim melancólico e depressivo.
– “Que Triste vergonha !!!
No dia 2 /junho/09 foi assinado uma acordo de cooperação militar Brasil/EEUU, para nossas FAs começarem a receber material bélico vencido, inservível, defasado tecnicamente, de uso inútil e muito deficiente, total lixo que os americanos não querem. E mais o Brasil se obriga a abrir os quartéis para vistoria periódica pelos oficiais americanos. Eu servi numa Unidade de Artilharia, organizada com obuses 155mm rebocados por tratores blindados, oriundos do final da guerra da Coréia / EEUU, acordo este, denunciado, sabiamente, pelo Ex- Presidente Ernesto Geisel. O mais humilhante do acordo é que freqüentemente, este lixo norte americano, era inspecionado pelo governo americano.
Agora se repetiu o mesmo erro lamentável e humilhante do governo JK !!!
Eu sempre achei que este Plano Estratégico de Defesa Militar, era uma farsa do governo brasileiro, uma forma legal de “calar” as vozes dos militares brasileiros que amam o Brasil.
Este acordo é o fim de tudo !!. Na verdade nunca vi nos dirigentes brasileiros disposição firme para levar este Plano para frente, como a pátria brasileira merecia. Mas enquanto, este povo ignorante e boçal não aprender a VOTAR DIGNAMENTE, não teremos, nunca resultados diferentes deste que acabou de acontecer !!!. Todos os sonhos de alguns brasileiros, de verdade, de verem ressurgir a indústria bélica nacional, incentivada por este Plano Estratégico, e mais que isso, ainda viam neste Plano de Defesa, a manutenção e a posse brasileiras à Região Amazônia e da garantia da propriedade do Pré-Sal, vão, tristemente embora. Coincidentemente, “hoje, lemos no jornal VALOR que 32% dos poços descobertos são poucos viáveis economicamente”. Noticia verdadeira ou manipulada.
É a triste realidade de sermos brasileiros e de termos nascidos no Brasil, capacho servil dos EEUU. A juventude norte americana se prepara para administrar a Região Amazônica !!!
Pode ser que os eleitores petistas estejam contentes com isto, pois, vai sobrar mais dinheiro para ser usados nos esquemas eleitorais dos PACs, PECs, POCs e PUCs do Lula e seu grupo sindicalista mentiroso.. Infelizmente, pela minha idade, provavelmente, não verei o final desta história triste.
Esta na hora do Jobim arrumar a mesa e dar o fora, urgentemente; levando junto seus auxiliares diretos e assessores.
O serviço secreto norte-americano com um único golpe certeiro desmanchou por completo, todo o entusiasmo de alguns bons brasileiros, que acreditavam nas ações deste governo politiqueiro, anti-brasil e demagógico.
Esta nova geração de brasileiros inexperientes não sabem o que este acordo militar significa para a Soberania do País e para a Segurança Nacional. Esta ingerência norte americana em nossos assuntos estratégicos é de suma gravidade. É exatamente igual a uma invasão militar em nosso território. Todos nós, estávamos, preocupados com o CHAVEZ da Venezuela !!! É para rir e chorar ao mesmo tempo !!! Quem quiser saber o por que do alto grau de minha indignação, por favor, leia com atenção todos os comentários feitos nos diversos BLOGs anteriores de defesa.
Aonde estão os verdadeiros militares brasileiros que permitiram isto acontecer de forma acintosa, cínica, humilhante e vergonhosa para nossos brios patrióticos ????. Aqueles que só falam mal da Ditadura Militar Brasileira, agora deviam se indagar por que os que sucederam este governo não respeitaram os esforços nacionalistas dos militares daquela época ???
Não é absolutamente possível que este passado( do acordo militar Brasil/EEUU) volte com as mesmas cores de alta traição para com os interesses nacionais.
Alguma tem de acontecer !!!
De qualquer forma, agradeço sinceramente, todo o espaço que me foi permitido nos diversos BLOGs de defesa. Fui !!! Luiz
Por: luiz pinelli neto em Julho 28, 2009
às 8:00 pm
Plano Estratégico de Defesa do Brasil 01
Entendemos que os tanques blindados pesados M-60 A3TTS são excelentes tanques, embora antigos e adquiridos em 2ª mão dos nossos “eternos aliados do norte”.
Apesar de boa blindagem, não possui saias laterais que poderiam oferecer certa defesa para armas portáteis anti-tanques, mas o grande perigo contra os tanques de quaisquer tipos ou blindagens são a munição em flecha. Acrescentemos que o grande peso destes tanques para a situação geográfica do Brasil, torna-se um complicador. Ele não poderá ser usado em qualquer terreno sem a devida cobertura aérea. Brigadas ou esquadrilhas de modernos helicópteros armados com a equipamentos de última geração, de altíssima velocidade, e guiados por sistema computadorizado são o ideal para a cobertura em deslocamento de colunas blindadas. A EMBRAER pode junto com a Rússia ( acordo de cooperação militar ) desenvolver, rapidamente, um projeto e modelo de novo helicópteros para o EB, FNs da MB, e, para a FAB, e produzi-los na quantidade necessária para cobrir o tamanho geográfico do território brasileiro.
Quanto aos blindados brasileiros, é uma tremenda irresponsabilidade técnica, os projetos anteriores que ficaram perdidos no passado, e, até agora,não serem, inteligentemente, reaproveitados, a partir de novos estudos e pesquisas militares. O aperfeiçoamento técnico destes modelos (URUTU, SUCURI, CASCÁVEL, JARARACÁ, CHARRUA, e OGUM ), que afinal de contas requisitaram o emprego de milhares de horas de trabalho e pesquisas, os quais, “inexplicamente”, não foram respeitados (e falidos criminalmente ), pois, no final resultaram em bons blindados, apesar da opinião e atitude traidora do governo. Na verdade além de constituírem, “repetindo”, na ocasião bons blindados, foram produzidos voltados à operação no terreno geográfico brasileiro. Recentemente vi um vídeo de manobras de um blindado sob rodas SUCURI num campo de provas, e senti, embora não seja um especialista militar, uma excelente solução para o EB na região amazônica brasileira. À propósito, o famoso BMP-3 blindado russo( o que a Venezuela deseja ), apesar de ter excelente velocidade com um temível sistema de armamentos, um misto de : canhão, metralhadora e mísseis – tem uma blindagem, relativamente, fraca. Dizem que é um blindado CAÇA – TANQUES. Pelo visto tem de atacar e fugir.
Certamente, os SUCURI, CASCÁVEL e GHARRUA (anfíbios), modernizados após estudos específicos, com sob 8 ou 10 rodas, com fortalecimento de blindagens e com um sistema de tiro de 120mm ou 125mm e mísseis anti-carro, anti- embarcação e anti- aéreo ( acordo de cooperação militar Russia ou China ) (sem perder a característica de ser anfíbios ). Seria o ideal para dar proteção e cobertura, aos deslocamentos das colunas de tanques blindados pesados no terreno brasileiro.
Quando tivermos no EB, esquadrilhas de helicópteros bem armados e blindados modernos sob rodas, 8 ou 10, aí sim, teremos segurança total para operarmos os M-60 A3 TTS e os Leopards 1 A.
Não custa nada tornar a falar da necessidade de criar uma empresa bélica de produtos pesados, oriunda da IMBEL + a EVIBRÁS, aproveitando o capital técnico intelectual de engenheiros e técnicos militares de alta competência para voltarmos a produzir blindados, como disse, a partir das experiências anteriores.
Inclusive, servirá tecnicamente, também para modernizar todos os tanques pesados do EB comprados em 2ª mão, como o M-60 A3TTS que além da saia de proteção, talvez possa colocar uma torre de 120mm, tipo Abrams.
Competência bélica técnica industrial o Brasil tem e muita, só falta o governo recolocar os recursos orçamentários/financeiros para serem aplicados no Plano Estratégico de Defesa. Aliás, não é por menos que os nossos “grandes aliados do norte” nos vêem com muita cautela, pois, sabem se tentarem tirar nossas riquezas na “marra” terão “uma calorosa recepção”. Esperamos que não seja mais um “Engana João”, para esta sociedade que dorme sempre “ em berço esplêndido “. Luiz
Por: luiz pinelli neto em Agosto 2, 2009
às 2:31 pm
p/ Luis P. N.
Cara! Onde vc arranja tanto assunto assim?
pelo o que eu vejo, luis pinelli neto, vc gosta de uma conversa! É para dar um breve comentário.
Por: Van Reusink em Agosto 7, 2009
às 3:42 pm
O Plano Estratégico e os Custos Gerados !!!
Hoje, domingo, este patriota velho, está muito preocupado com o desenrolar do nosso Plano Estratégico de Defesa Militar. Até agora o governo não definiu as Fontes de Recursos tão necessárias à execução plena deste Plano de Defesa, pois, vejamos o tamanho do território brasileiro, com toda sua diversificação geográfica do terreno, sem falarmos do grande contingente humano das nossas FAs.
A necessidade da organização e do aparelhamento de material bélico, com a aquisição de novos armamentos, com a adequação, ao terreno brasileiro, de outros armamentos modernos, com a repotencialização de alguns bons equipamentos e a substituição urgentes de outros já deficientes, só poderão ser feitos, integralmente, se o prazo de aplicação deste plano, teoricamente muito bom, for necessariamente LONGO, aplicáveis, por vários exercícios ou gestões governamentais. E para que isso seja possível, temos que dispor, sempre, de muito DINHEIRO.
Papo furado de políticos, somente, nada vai resolver. A sociedade e o povo brasileiros devem mudar, rapidamente, de nível de mentalidade para que saibam exigir, convenientemente, de seus governos eleitos, por VOTO DIRETO, as responsabilidades que repousam sobre seus ombros. Provavelmente, existem brasileiros que preferem falar em INGLÊS e não em português. Por desgraça nacional são, na verdade, simples “bonecos”, vazios de quaisquer sentimentos. Vivem, trabalham e se sustentam neste solo pátrio, mas não se dão conta deste privilégio, além, de terem, também, garantidos seu DIREITO PESSOAL, de assim se manifestarem.
Mas, voltando às Fontes de Recursos, que devem ser fixadas com clareza nos Orçamentos Públicos Anuais. Os instrumentos de planejamento orçamentário, como a LDO, e o PPA devem ser acionados de forma que, as despesas públicas decorrentes da contínua e permanente realização financeira, num regime plurianual, deste Plano Estratégico, seja legalmente assegurado às FAs, (que a muito anos estamos devendo), à Sociedade e ao Povo do BRASIL. È bem oportuno, também mais uma vez deixar expresso, o comportamento muito digno e ético das nossas FAs, especificamente de cunho militar, honrado e místico como determinam as melhores tradições militares da história da civilização. Se mantém à margem deste vergonhoso desempenho político dos nossos representantes no Congresso Nacional, além de suportarem com um silêncio heróico os reflexos calamitosos dos erros políticos cometidos por outras mentes do passado. E o mais glorioso que vemos e sentimos não se contaminaram com os respingos desta sujeira política em moda. Só para esclarecer, que vos fala é apenas um civil velho e cansado de ver as mesmas coisas sempre ocorrendo no Brasil.
Repetindo, o que já falamos em outros BLOGs da Defesa Estratégica, elencamos outras medidas, que a SOCIEDADE CONSCIENTE, devia exigir destes governos impatrióticos e irresponsáveis que tomassem, imediatamente, da FORMA MAIS PRÁTICA, que encontrassem para se atingir a REDUÇÃO do CUSTO BRASIL, e, a GARANTIA do PLANO MILITAR em CARÁTER PERMANENTE: Então, vamos:
1)- redução do tamanho do Poder Legislativo; se este povo fosse esperto, faria uma rigorosa seleção dos candidatos, mas……………….
2)- extinguir, definitivamente, ( antes do Lula transforma-los em Lei) os programas “sociais” eleitoreiros demagógicos;
3)-acabar com os “cabides” de empregos e valorizar / respeitar os concursados, por seleção externa;
4)- policiar com o rigor da Lei a execução das despesas públicas do orçamento anual;
5)- impedir, com dignidade, o uso da despesa pública para se transformar em base política, disciplinando-as para o cumprimento legal da execução orçamentária, com seus programas e projetos aprovados e constantes da Lei Anual;
6)- instituição de uma Emenda Constitucional com o fim de incluir como Norma Constitucional de Soberania e Segurança Nacionais a execução permanente do Plano Estratégico de Defesa Militar e Soberania Nacional;
7)- os itens de 1 a 5 constituem a denominada Economia de Custos Orçamentários, ou em outras palavras, receitas econômicas.
A Execução Prática do Plano Estratégico de Defesa, deve obrigar a criação dos Fundos de Reservas de Receitas das FAs.
Os recursos destinados a estes fundos de reservas serão, então, originados dos seguintes fluxos de entrada:
1)- da receita econômica nascida da redução dos custos BRASIL, ou melhor, do estancamento dos desperdícios orçamentários/financeiros, muita comum da gestão pública brasileira;
2)-de linhas de crédito específicos do BNDES, da Caixa Econômica, da Petrobrás, do Pré- Sal, e do Tesouro Nacional, visto que, são investimentos e financiamentos que todo governo consciente de sua missão constitucional deve fazer;
3)- se necessário for, um Tributo Federal com o fim do rearmamento bélico nacional deve ser criado pelo CONGRESSO NACIONAL;
Assim, então, poderemos pensar em blindados de várias versões, navios- patrulhas, helicópteros, e aviões. Caso contrário, se não houver imposição de um disciplinamento organizacional ao trato da Gestão Pública do Brasil, aí, é melhor, nos reunimos em grupo e rezarmos o “rosário” em conjunto, na Santa Paz do Senhor, – o CRISTO !!!!! Luiz
Por: luiz pinelli neto em Agosto 9, 2009
às 3:49 pm
“-O Plano Estratégico de Defesa Militar do Brasil, vai para o espaço ???”
O QUE ESTÁ ACONTECENDO COM A SOCIEDADE BRASILEIRA ?
A Lei nº 8.666 de 21/06/1993, que institui as normas para licitações e contratos na administração pública do Brasil foi violentamente criticada pelo governo por “atrapalhar” as obras dos PACs.
As obras na Ferrovia Norte-Sul foram paralisadas pelo TCU, segundo este Órgão de Controle Externo, visto terem sidos encontradas muitas irregularidades gravíssimas, aliás, não é comum este procedimento técnico dos tribunais de contas, só diante de “caso de polícia imediato”.
O Governo vetou a LDO ( A Lei de Diretrizes Orçamentárias ) para o orçamento de 2010, porque deseja um aumento de 42,3% para despesas orçamentárias com Propaganda e Gastos com Diárias, depois que cartões corporativos foram congelados. É o prenúncio da ativação da propaganda eleitoreira pelo governo, que deseja transmitir para este povo tonto suas proezas administrativas/governamentais, e pior de tudo, quer se manter no mesmo lugar, através da outro candidato do mesmo partido. Certo ou errado, a sociedade brasileira que julgue !
Como tudo isto não bastassem, tomamos conhecimento, através da mídia, que na aplicação do Plano Estratégico Militar de Defesa, o Brasil pretende, mas falta ainda, aprovação do Congresso Nacional ( Comissão de Defesa na Câmara), comprar 5 submarinos Skorpéne na França, pela estatal francesa DCNS por 6,800 bilhões de Euros ou 19 bilhões de Reais.
A MG do Brasil já possui 5 submarinos de origem alemã, um(01) construído na Alemanha e quatros (04) aqui nos nossos estaleiros nacionais . O que nos leva ,então, a concluir, que nós podemos construí-los e já temos plena capacidade de produzir submarinos !!!. Só o governo brasileiro não sabe disto !!
Em função disto a MG prefere os submarinos da empresa alemã HDW que como, sabemos, já construí cinco (05) deles.
A introdução de mais cinco (05) submarinos franceses, portanto com outras características operacionais, segundo a MG do Brasil, provocaria uma mudança na linha logística. Além do que a alemanha (HDW) oferece mas vantagens no total. Vejamos:
a)- segundo noticiado, é mais barato, é pela metade dos custos;
b)-transfere tecnologia destes novos submarinos, como transferiu o dos submarinos anteriores;
c)- não é necessário construir novo estaleiro, já temos um aqui, necessitando pequenos acréscimos;
d)- além da construção dos cinco (05) submarinos contratados, oferece manutenção, treinamento de pessoal operacional, e o mais importante, oferece modernização dos cinco (05) submarinos já existentes. Isto acontece com quaisquer equipamentos militares comprados, mesmo que sejam novos.
Não entendo como alguém decide alguma coisa relativa a operacionalidade de uma FORÇA, sem ouvir seus especialistas. Não dá para acreditar, pasmem !!!
Por estas e outras que, um Acordo Misto de Cooperação Militar, entre o Brasil e a Alemanha seria, em minha opinião, s.m.j. de grande valia para as FAs, não descartando a compra e a construção de novas fragatas, navios patrulhas e aviões de caça alemães. Para quem não se lembra, nós já compramos da Alemanha e construímos aqui no RJ, navios fragatas, e compramos seis (04) blindados Lançadores de Mísseis(Terra/Ar) Marder Roland II. Estes infelizmente foram abandonados, e o único em operação, hoje, foi transferido para o IPD.
Criando uma imensa tristeza nos corações dos brasileiros que amam este Brasil,agora, novamente, vemos aparecer nos noticiários, estimulados por alguns brasileiros traidores do governo e por alguma ONG estrangeira com razões imorais o seguinte: “- militares do Araguaia deverão ser interrogados”. Justamente no momento em que ficam em evidência os conceitos e definições do Plano Estratégico de Defesa Militar da região amazônica, e, de todo o Território Nacional por alguns brasileiros de vergonha na cara. A quem pode interessar o assunto da ditadura brasileira ser colocada, novamente, em foco ? Com certeza ao povo brasileiro não é; pois, nós, brasileiros ( muito poucos) em dia com suas obrigações cívicas, legais e morais, como, dissemos, aprendemos a “fechar nossas próprias feridas, sem ajuda ou interferência de ninguém de fora”. Chama muita a atenção a insistência de alguns setores da vida pública brasileira, como tocam neste assunto repetidamente, apesar do Sr. Presidente ter dito que não queria ouvir falar mais nele. Será por motivos de justiça ou outras razões ?
Percebemos que algumas autoridades do governo se arvoram com muita facilidade para comprar estas idéias, e, se apresentam aos olhos do grande público, como paladinos da justiça, que sabemos não serem, pois, tais princípios estão fora de prumo a muito tempo. E essas pessoas não merecem nenhum crédito.
Eu pessoalmente, apesar de ter vivido na época da ditadura, na condição de povo e estudante, vos digo que, não aceito covardias e nem justiças, mas, também, temos de ver os dois lados da moeda sempre, o do mocinho e do bandido. “ Quem bate, leva de volta “…
Depois de passado algum tempo, os quadros políticos e econômicos, do Brasil e até do mundo, mudaram, rapidamente,e, hoje, somos obrigados a olhar esta questão da ditadura brasileira sob outros ângulos.
Olhando a história geral das civilizações passadas, qual o governo ou líder de nação, que não cometeu erros políticos lamentáveis, inclusive, envolvendo, tragicamente, forças militares e outras instituições? No caso do Brasil o povo se esqueceu que tivemos envolvidos na ditadura não apenas as FAs, mas também a classe política corrupta, aventureira e oportunista. Também é salutar realçar que muitos dos chamados “perseguidos” pela extinta ditadura, hoje ocupam posições importantes no governo atual. Fazendo o que, e que atos praticando, só DEUS sabe ! Talvés devêssemos indagar será que os atos da ditadura foram tão violentos, assim ? Não estão ou estavam, a maioria de volta de onde saíram ?
A maior nação democrática do mundo, em nome da defesa da liberdade, não perseguiu, não prendeu, e não matou líderes e pessoas que estavam do outra lado da história ?? Talvés, cometendo o único erro de amar seu próprio país !!!
Sentimos claramente, também o interesse de lançar a sociedade contra as nossas FAs. Quanto mais fracas e impotentes forem as nossas FAs, melhor e mais fácil para as potências estrangeiras piratas se assenhorearem e roubarem nossos minerais, nosso petróleo e nossa água. Alguém tem capacidade para me dizer qual a linha fronteiriça que divide a Amazônia colombiana da brasileira ?? Na selva parece tudo igual !! O Acordo Militar entre os EEUU e a Colômbia que envolverá a Amazônia Colombiana, significa dizer o seguinte, tropa ou assessores militares norte-americanos, que estiverem na selva da Colômbia estarão, simultaneamente, na selva do Brasil !!! É oportuno declarar, agora, que um serviço secreto ou um serviço nacional de informação, de fato, inteligentes, de um país, realmente independente, não existem para prender e bater em estudantes ou matar operários, e sim, para farejar espiões e traidores da nossa pátria.
Só a nossa sociedade inocente é que não percebe, esta trama da aproximação amistosa do “general de fala mansa”. Um povo que está se lixando para a democracia, seus direitos e deveres. Somente se entusiasma com os campeonatos mundiais de futebol, carnaval e cerveja, quando os arroubos patrióticos ficam exacerbados, incentivados pelo álcool das cervejas.
Infelizmente, no Brasil, governos, povo e sociedade não estão vocacionados ao exercício de fortalecimento militar; sem ofensas, perdemos nossa capacidade de sermos líderes, nosso ímpeto nacionalista, nos acostumamos a ser dirigidos como ovelhas. O elo da família e da prole que no ser humano produzem firmes estímulos de amor pátrio, para assegurarmos a posse, a estabilidade do solo pátrio, onde vivemos e criamos nossos filhos para o futuro, parece que em nós, se esvaziaram e se perderam totalmente. É uma imensa crise de vigor patriótico, de paixão pela bandeira nacional, de moral e de legítima espiritualidade templária, refletidos pela situação geral da nação: mentiras, corrupção, violência, roubos, falsidade, ambição desmedida, perda de fé, descrença geral, etc…
Aquilo com que, nós sociedade brasileira, deveríamos nos preocupar, lamentar e ficar, seriamente, amargurados, que seria com o comportamento desequilibrado do governo, ninguém perde tempo, ninguém fala, e nem quer tomar conhecimento do que está acontecendo.!!!!
Ao contrário da gritaria política inútil do nosso governo contra os EEUU pela colocação de bases americanas na Colômbia, deveríamos acelerar a execução do plano estratégico com a compra de diversificados equipamentos novos para as FAs.
E o Plano Estratégico de Defesa Nacional vai para o espaço juntas, com todas as nossas esperanças e sonhos da soberania nacionais !!
E a amarga desilusão que temos de tudo isto.É incompatível coexistirem ou prosperarem juntas, corrupção e fortalecimento militar nacional. Saudações aos patriotas do Brasil, “em nome da Rosa e da Cruz”. Luiz
Por: luiz pinelli neto em Agosto 19, 2009
às 11:09 am
Corrupção Não Tem Perdão!!
Não é nosso propósito comentar assuntos políticos de quaisquer espécies, ainda mais porque, o nosso sistema político em vigor, compreende a escolha direta dos candidatos a cargos eletivos, exercendo cada eleitor seu direito ao livre arbítrio. Por ventura, a má escolha já constitui uma severa punição para a sociedade displicente, pois, as funções do mau político sempre ficarão, vergonhosamente, manchadas por seu exercício indigno e ultrajante à Nação.
Entretanto, quando esta corrupção envolve desvios ou roubos de dinheiro público, que deixou de ser utilizado, corretamente, em funções ou programas de despesas da Lei Orçamentária, fica uma profunda indignação em nossas consciências de brasileiros. Visto que, serão em princípio, menos recursos financeiros à disposição do Fundo de Reserva Orçamentária/Financeiro para financiar o Plano Estratégico de Defesa Militar do Brasil e da Amazônia, sem mencionarmos outros projetos, igualmente, legais e honestos. E tenham certeza de uma coisa, serão necessários muitos bilhões de reais para seu cumprimento integral, ainda que, não nos armaremos para entrar em guerra com algum país da América do Sul ou de outro lugar. Apesar de um prognóstico derrotista de um técnico, publicado num BLOG de defesa, sobre a capacidade da Economia Brasileira, verificamos que o nosso país atravessa uma excelente fase no cenário comparativo internacional. Acho até que o governo Lula perdeu uma excelente oportunidade para resolver, de forma definitiva, muitos problemas brasileiros, inclusive, o do rearmamento das nossas FAs. Entendemos que é uma exigência do próprio tamanho territorial da Nação, de suas responsabilidades com a Sociedade e de seus compromissos com o Povo, fazendo com o que as nossas FAs possam, num futuro bem próximo, operarem equipamentos bélicos novos, modernos e ultra eficientes. Aliás, esta sociedade deve isto as suas FAs, extremamente dignas e competentes, pois, tantos anos foram passados e as entregamos ao mais puro descaso governamental, somado a insidiosa e vingativa atitude dos governos civis, em função do período ditatorial. Como se os civis brasileiros e os maus políticos da Nação, não tivessem muita culpa nesta história da ditadura militar brasileira. Aliás em 1964, por um índice muito menor de corrupção política e desorganização administrativa, a revolução foi feita!!!!!!
Voltando ao Plano Estratégico de Defesa Militar, tão sonhado por alguns poucos brasileiros decentes, gostaríamos de formular algumas análises, embora não seja oficialmente um especialista militar. A aquisição no mercado militar externo, significará um custo alto para os materiais e equipamentos bélicos, portanto, a criação de nossas indústrias de construção militar é a melhor saída, mas que seja urgente. Os nossos antigos modelos e projetos, Urutu, Charrua, Cascavel, Sucuri, Tamoio, e Osório, devidamente submetidos à moderna atualização, como por exemplo, sob 8 ou 10 rodas, com blindagens especiais e artilhados com canhões (120mm ou 125mm) magnéticos e sistema de mísseis, contra carros e contra ataque aéreo, ainda seriam as melhores soluções.
Não poderíamos descartar a existência de modernos helicópteros de ataque para a proteção de nossos blindados e infantaria transportada. Para a MG seriam também necessários a utilização de navios-patrulhas, bem armados, para garantia de nossos litorais e praias.Então, resumidamente, poderemos citar alguns equipamentos bélicos produzidos “para ontem”, como sejam: navios-patrulhas modernos e preparados para guerra anti-submarina; helicópteros de transportes e de ataque para as três forças, blindados anfíbios, tanques terrestres médios e pesados sobre lagartas, transportes de tropas, e blindados sob rodas (8 ou 10 ) caça-tanques e de escolta, sistema de mísseis de alta eficiência contra veículos, contra aeronaves e contra embarcações, sistemas de artilharia com canhões magnéticos para veículos, helicópteros, navios, lanchas de desembarques. E o lógico, até os leigos sabem, quem tiver a garantia dos céus, ganha a batalha, por isso vamos equipar a FAB com modernos aviões de caça.Pode parecer muito, mas não é !!! Basta olhar o tamanho do nosso território com seus diversos cenários. E em termos financeiros, isto quer dizer, que as nossas gestões governamentais devem ter bastante coerência para gastar só o dinheiro necessário aprovado legalmente na Lei Orçamentária.
As mentes foram feitas para pensar e meditar !!! Mais uma vez, declaramos que corrupção e quaisquer planos de defesa, são incompatíveis sobreviverem.
Saudações aos patriotas do Brasil, em nome da Rosa e da Cruz, luiz !
Por: luiz pinelli neto em Agosto 22, 2009
às 11:03 pm
Saída Honrosa l!!!
O tamanho geográfico do Brasil e suas incomensuráveis riquezas naturais nos estimulam a pensar com ousadia militar. Ou nós, nos preparamos, militarmente, com muita cautela e sabedoria, ou então, estaremos com risco de enfrentarmos graves problemas. E este preparo envolve muito dinheiro. Sem determinação do governo, não haverá nenhum Plano Estratégico de Defesa.
Resumimos os pontos que já citamos, antes, repetidas vezes, e que devem ser relevados para fins de finalização com conclusão de idéias.
1)- Temos a assinatura do Plano Estratégico de Defesa. Temos de assumi-lo, como uma verdade incontestável, ou uma enganação política, uma mentira cretina eleitoreira, para iludir nossas FAs
2)- Precisamos, urgentemente, a instituição de um Fundo de Reserva Orçamentário/Financeiro para garantir a aplicação do Plano Militar, de maneira permanente, pois, os materiais ainda que novos se desgastam e ficam defasados diante do processo natural de evolução; e, também, explicitar, legalmente, as Fontes de Recursos, que formarão este Fundo Financeiro Militar para esta total execução. Como por exemplo, não 2,5 % do valor do PIB nacional destinado às FAs, mas 10% do valor do PIB nacional.
Por exemplo, como já disse em outros comentários, é imperioso, aplicar-se o Sistema de Redução de Custos Públicos ou melhor temos de diminuir os Custos Brasil. Na verdade, não precisamos de um Poder Executivo com este tamanho, dez Ministérios(acompanhando o raciocínio da discriminação das funções do orçamento) e algumas secretárias a eles agregadas, são o suficiente; com a colocação para comanda-los técnicos jovens com saúde, e aliás, tendo o particular cuidado de afastar todos os velhos do governo. Sugerimos o mesmo remédio que o governo usa para os velhos aposentados sem poder.
Um Poder Legislativo, com um excessivo número de cadeiras parlamentares, é absolutamente, dispensável. A pujança democrática, a força da democracia e do exercício da liberdade não são desta forma, medidas( se constituem, apenas, num luxuoso e caro empreguismo político ) mas sim pelo grau de participação da sociedade brasileira nas riquezas do Brasil, devidamente, garantidas por um conjunto de FAs realmente FORTE.
Do total do número de cadeiras parlamentares, nos três níveis de governo, devem ser, proporcionalmente, reduzidas para apenas 1/8 do seu efetivo. Diante do que, nós brasileiros, estamos diariamente, presenciando por meio das informações da mídia, pela atuação política das Casas Parlamentares, o efetivo de 1/8 são o suficiente.
A conseqüente redução destes custos inúteis, geram uma receita ou um ingresso econômico( anulação de despesas fixas de pessoal = despesas orçamentárias não realizadas ), cujo produto deve ser reconduzido para o Fundo de Reserva Orçamentária/Financeira das FAs.
3)- Temos de estabelecer, com honestidade, a Priorização dos Programas e Projetos de Despesas Orçamentárias da Lei Anual do Orçamento. Olhando-se as Funções e Programas da Lei Orçamentária, temos as seguintes: Legislativa; Judiciária; Administração e Planejamento;Agricultura;Comunicação; Defesa Nacional e Segurança Pública; Desenvolvimento Regional; Educação e Cultura; Energia e Recursos Minerais; Habitação e Urbanismo; Indústria, Comércio e Serviços; Relações Exteriores; Saúde e Saneamento; Trabalho; Assistência e Previdência;Transporte; Diante deste enunciado, não é difícil entender que o simples cumprimento legal da Lei do Orçamento, dispensa, inteiramente, a criação dos PACs pelo governo, que, na verdade, torna-se uma bela justificativa social, para os desvios dos recursos orçamentários. Programas eleitoreiros demagógicos, como Fome Zero, Sem Teto e outros iguais, devem ser imediatamente, parados, pois, em todos os tempos e em todas as civilizações humanas, sempre existiram povo com fome e sem teto. Espero que me entendam !!! Quem estiver interessado na confirmação desta informação, por favor, volte a ler e estudar a história das civilizações antigas. Temos de inicialmente, priorizar, a certeza que o povo vai participar das imensas riquezas do País, com a garantia militar de nosso solo pátrio, assegurando ao povo e à sociedade brasileira, menos favorecida, o direito inalienável ao benefício desta participação social, com distribuição da renda, do trabalho, moradia, saúde, educação e lazer. As lutas dos grandes exércitos do passado, sob o comando de personalidades realmente sábias que governavam seus estados, visavam (na maioria das vezes, pois, o povo da época dava a eles sustentação governamental) a garantia das riquezas da terra para que toda a sociedade dela participasse. Mas, agora, não são necessários os chamados programas dos PACs, sem cunho técnico, apenas, na condição de bandeira demagógica de um governo e com a intenção de adiantar e mostrar resultados concluídos com muita rapidez, sem observação legal da Lei nº 8.666/93!!! Nos procedimentos, previstos em legislação própria, de elaboração da Lei Orçamentária( da LOA), devem ser incluídas as reservas orçamentárias que permitam a realização por várias gestões governamentais do Plano Estratégico de Defesa Militar, para isto, como determina a boa técnica orçamentária, assegurando-se o planejamento estratégico com a utilização de instrumentos técnicos, como os denominados, PPA( Lei do Plano Plurianual ), e, LDO( Lei das Diretrizes Orçamentárias). Um governo sensível a correta e legal realização financeira das dotações orçamentárias aprovadas, faz com que, num processo de verificação que lhe é devido por atribuições constitucionais, ocorra a intervenção regular e periódica do Sistema de Controle Interno, nos processos de revisão e coleta dos atos e fatos considerados fora da lei.
4) Para melhor assegurarmos a execução permanente deste Plano Militar, inclusive, com a garantia legal da inclusão dos Planos de Rearmamento Bélico das nossas FAs, no percentual já citado de 10% do PIB nacional ( embora se tenha recusado politicamente o percentual de 2,5%) considerando-se o tamanho territorial do Brasil, sugerimos a edição de uma” Emenda Constitucional”que determine a necessidade permanente da assistência financeira às FAs no percentual estabelecido do PIB brasileiro. Como complementos a estas medidas, sejam assegurados o financiamento e ao investimento nas FAs, não só pelo Plano Estratégico de Defesa,mas, como incentivo à instalação das Indústrias para Produção de Equipamentos Bélicos Pesados, com o estabelecimento de linhas de crédito originadas do BNDES, da Caixa Econômica Federal, do Tesouro Nacional, da Petrobrás e do Pré-Sal, desde que já está em produção este campo de exploração; e, também, que seja convocada a sociedade brasileira para dar uma decisiva colaboração no pagamento dos tributos específicos de segurança, a partir do momento, que sejam criados pela União, como mais uma Fonte de Recursos da formação do Fundo de Reserva Financeiro das FAs, para financiamento do Plano Estratégico de Defesa do Brasil.
5)- É necessário, a Criação de uma Empresa com o fim de produzir Material e Equipamento Bélico Pesado p/ as FAs do Brasil. Não adianta, falar, a ENGESA nunca mais !!! Temos de encontrar outra solução. As inteligências, a técnica, o preparo e o conhecimento não faliram, não se perderam !!!!
6)- A evolução de quaisquer conhecimentos para o gênero humano, exige uma contínua pesquisa, e aprimoramento de seus projetos; assim, se paramos no tempo na área de defesa militar, existe a necessidade de assinaturas de Acordo de Cooperação e Ajuda Militar com países que se dispõem a transferir de imediato tecnologia militar para incorporar às empresas ainda existentes como a IMBEL, a AVIBRÁS, e países, esses, que comprovam e justificam, suas próprias experiências ultrapassando situações que as colocaram num patamar de relevância militar, como a atual Rússia, que enfrentou e ganhou a guerra contra a Alemanha no 2º Grande Conflito Mundial e, outra empresa que for criada conforme objetivo citado no item 04.
7)- Vamos formar uma lista de produtos e materiais bélicos prioritários, conforme indicação feitas pelos especialistas das nossas FAs, ou, quando da futura recriação do Estado Maior das Forças Armadas, de forma que, mereçam destaques nos esforços de imediata produção pelas nossas Indústrias de Materiais Bélicos do Brasil.
8)- Como exemplo, alguns modelos de produtos bélicos, que formaram experiência, depois de devidamente revitalizados com o concurso técnico destes Acordos de Cooperação Militar, assinados com a França, a Rússia, a Alemanha ou a Itália, na opinião deste civil: como abandonar nossos modelos e projetos do passado, que demandaram altos custos totais de produção: Urutu, Cascavel, Jararaca, Sucuri, Ogum, Charrua, Tamoio, Osório, que a partir deles podem ser modernizados e aprimorados tecnicamente. Como falei as inteligências que os produziram, ainda não faliram, portanto, vamos continuar com sua evolução técnica.
9)- Num tempo não muito longe, produzimos aqui, aviões de caça, com ajuda da Itália. Da mesma forma, produzimos submarinos com supervisão da Alemanha. Portanto, as experiências não se perdem e, sempre, devem ser aproveitadas, seja em que ramo de atividade técnica profissional do ser humano, para prosseguirmos na nosso caminho de crescimento das nossas industrias bélicas. Aliás, à propósito, todas as experiências vividas por nós outros, devem sempre, em qualquer campo de atividade humana, serem consideradas. Não entendo, como uma área tão sensível, como a militar, não se leva em conta, as experiências passadas que envolveram milhares de horas/custo de trabalho, estudos, pesquisas, testes de verificação, etc, para gerarem os produtos bélicos solicitados, nesta época, que demonstraram grande qualidade.
O tamanho geográfico do Brasil e suas incomensuráveis riquezas naturais nos estimulam a pensar com ousadia militar. Ou nós, nos preparamos, militarmente, com muita cautela e sabedoria, ou então, estaremos diante do risco de enfrentarmos desvantagens em relação à equipamentos de qualidade nas proporções dos índices de 1 para 200, e com certeza, graves problemas irão resultar deste confronto.
Resumimos os pontos que já citamos, antes, repetidas vezes, e que devem ser relevados para fins de finalização com conclusão de idéias.
1)- Temos a assinatura do Plano Estratégico de Defesa. Temos de assumi-lo, como uma verdade incontestável, ou uma enganação política, uma mentira cretina eleitoreira, para iludir nossas FAs
2)- Precisamos, urgentemente, a instituição de um Fundo de Reserva Orçamentário/Financeiro para garantir a aplicação do Plano Militar, de maneira permanente, pois, os materiais ainda que novos se desgastam e ficam defasados diante do processo natural de evolução; e, também, explicitar, legalmente, as Fontes de Recursos, que formarão este Fundo Financeiro Militar para a total execução do Plano Estratégico Militar de Defesa. Como por exemplo, não 2,5 % do valor do PIB nacional destinado às FAs, mas 10% do valor do PIB nacional.
Por exemplo, como já disse em outros comentários, temos de aplicar o Sistema de Redução de Custos Públicos ou melhor reduzir Custos Brasil. Na verdade, não precisamos de um Poder Executivo com este tamanho. Dez Ministérios e algumas secretárias são o suficiente. Coloca para comanda-los técnicos novos com saúde. Afastar todos os velhos do governo. Aliás, sugerimos o mesmo remédio que o governo usa para os velhos aposentados sem poder.
Um Poder Legislativo, com um excessivo número de cadeiras parlamentares, é absolutamente, dispensável. A pujança democrática, a força da democracia e da liberdade não são desta forma medidas, mas sim pelo grau de participação da sociedade brasileira nas riquezas do Brasil, devidamente, garantidas por um conjunto de FAs realmente FORTE.
Do total do número de cadeiras parlamentares, nos três níveis de governo, devem ser, proporcionalmente, reduzidas para apenas 1/8 do seu efetivo. Diante do que, nós brasileiros, estamos diariamente, presenciando na atuação política das Casas Parlamentares, 1/8 é o suficiente.
A conseqüente redução destes custos inúteis, geram uma receita ou um ingresso econômico( anulação de despesas de pessoal fixas = despesas orçamentárias não realizadas ), cujo produto deve ser reconduzido para o Fundo de Reserva Orçamentária/Financeira das FAs.
3)- Temos de estabelecer, com honestidade, a Priorização dos Programas e Projetos de Despesas Orçamentárias da Lei Anual do Orçamento. Olhando-se as Funções e Programas da Lei Orçamentária, temos as seguintes: Legislativa; Judiciária; Administração e Planejamento;Agricultura;Comunicação; Defesa Nacional e Segurança Pública; Desenvolvimento Regional; Educação e Cultura; Energia e Recursos Minerais; Habitação e Urbanismo; Indústria, Comércio e Serviços; Relações Exteriores; Saúde e Saneamento; Trabalho; Assistência e Previdência;Transporte; Diante deste enunciado, não é difícil entender que o simples cumprimento legal da Lei do Orçamento, dispensa, inteiramente, a criação dos PACs pelo governo, que, na verdade, torna-se uma bela justificativa social, para os desvios dos recursos orçamentários. Programas eleitoreiros demagógicos, como Fome Zero, Sem Teto e outros iguais, devem ser imediatamente, parados, pois, em todos os tempos e em todas as civilizações humanas, sempre existiram povo com fome e sem teto. Espero que me entendam !!! Quem estiver interessado na confirmação desta informação, por favor, volte a ler e estudar a história das civilizações antigas. Temos de inicialmente, priorizar, a certeza que o povo vai participar das imensas riquezas do País, com a garantia militar de nosso solo pátrio, assegurando ao povo e à sociedade brasileira, menos favorecida, o direito inalienável ao benefício desta participação social, com distribuição da renda, do trabalho, moradia, saúde, educação e lazer. As lutas dos grandes exércitos do passado, sob o comando de personalidades realmente sábias que governavam seus estados, visavam (na maioria das vezes, pois, o povo da época dava a eles sustentação governamental) a garantia das riquezas da terra para que toda a sociedade dela participasse. Mas, agora, não são necessários os chamados programas dos PACs, sem cunho técnico, apenas com a intenção de adiantar e mostrar resultados concluídos com muita rapidez!!! Nos procedimentos, previstos em legislação própria, de elaboração da Lei Orçamentária( da LOA), devem ser incluídas as reservas orçamentárias que permitam a realização por várias gestões governamentais do Plano Estratégico de Defesa Militar, para isto, como determina a boa técnica orçamentária, assegurando-se o planejamento estratégico com a utilização de instrumentos técnicos, como os denominados, PPA( Lei do Plano Plurianual ), e, LDO( Lei das Diretrizes Orçamentárias). Um governo sensível a correta e legal realização financeira das dotações orçamentárias aprovadas, faz com que, num processo de verificação que lhe é devido por atribuições constitucionais, ocorra a intervenção regular e periódica do Sistema de Controle Interno, nos processos de revisão e coleta dos atos e fatos considerados fora da lei.
4) Para melhor assegurarmos a execução permanente deste Plano Militar, inclusive, com a garantia legal da inclusão dos Planos de Rearmamento Bélico das nossas FAs, no percentual já citado de 10% do PIB nacional ( embora se tenha recusado politicamente o percentual de 2,5%) considerando-se o tamanho territorial do Brasil, sugerimos a edição de uma Emenda Constitucional que determine a necessidade permanente da assistência financeira às FAs no percentual estabelecido do PIB brasileiro. Como complementos a estas medidas, sejam assegurados o financiamento e ao investimento nas FAs, não só pelo Plano Estratégico de Defesa,mas, como incentivo à instalação das Indústrias para Produção de Equipamentos Bélicos Pesados, com o estabelecimento de linhas de crédito originadas do BNDES, da Caixa Econômica Federal, do Tesouro Nacional, da Petrobrás e do Pré-Sal, desde que já está em produção este campo de exploração; e, também, que seja convocada a sociedade brasileira para dar uma decisiva colaboração patriótica pelo pagamento dos tributos específicos de segurança, a partir do momento, que sejam criados pela União, como mais uma Fonte de Recursos da formação do Fundo de Reserva Financeiro das FAs, para financiamento do Plano Estratégico de Defesa do Brasil.
5)- É necessário, a Criação de uma Empresa com o fim de produzir Material e Equipamento Bélico Pesado p/ as FAs do Brasil. Não adianta, falar, a ENGESA nunca mais !!! Temos de encontrar outra solução. As inteligências, a técnica, o preparo e o conhecimento não faliram, não se perderam !!!!
6)- A evolução de quaisquer conhecimentos para o gênero humano, exige uma contínua pesquisa, e aprimoramento de seus projetos; assim, se paramos no tempo na área de defesa militar, existe a necessidade de assinaturas de Acordo de Cooperação e Ajuda Militar com países que se dispõem a transferir de imediato tecnologia militar para incorporar às empresas ainda existentes como a IMBEL, a AVIBRÁS, e países, esses, que comprovam e justificam, suas próprias experiências ultrapassando situações que as colocaram num patamar de relevância militar, como a atual Rússia, que enfrentou e ganhou a guerra contra a Alemanha no 2º Grande Conflito Mundial;
7)- Vamos formar uma lista de produtos e materiais bélicos prioritários, pela indicação estratégica dos especialistas das nossas FAs, ou, quando, ocorrer, a recriação do Estado Maior das Forças Armadas, de forma que estes produtos, mereçam destaques nos esforços de imediata produção pelas nossas Indústrias de Materiais Bélicos do Brasil. Devem existir, itens bélicos extremamente prioritários e urgentes na reposição de alguns, sem capacidade operacional, e de outros que devem assumir posições imediatas nas FAs.
8)- Como exemplo, alguns modelos de produtos bélicos, depois de devidamente revitalizados com o concurso técnico destes Acordos de Cooperação Militar, assinados com a França, a Rússia( que demonstram excelente qualidade nos mísseis anti-aéreos ), a Alemanha ou a Itália: como abandonar nossos modelos e projetos do passado, que demandaram altos custos totais de produção: Urutu, Cascavel, Jararaca, Sucuri, Ogum, Charrua, Tamoio, Osório, que a partir deles podem ser modernizados e aprimorados tecnicamente. Como falei as inteligências que os produziram, ainda não faliram, portanto, vamos continuar com sua evolução técnica. Uma Indústria de Material Bélico e Armamentos devidamente instalada é para toda vida, tanto quanto a existência perene de uma nação. A sociedade brasileira deve estar atenta e repudiar, com energia, quaisquer filosofias de traidores brasileiros ou estrangeiros !!!!
9)- Num tempo não muito longe, produzimos aqui, aviões de caça, com ajuda da Itália. Da mesma forma, produzimos submarinos e fragatas, com supervisão da Alemanha. Portanto, as experiências não se perdem e devem ser aproveitadas para prosseguirmos na nosso caminho de crescimento das nossas industrias bélicas.
Resumo de Equipamentos Bélicos:
a)- aviões de caça.(cooperação Itália).
b)- navios-patrulhas marítimos e fluviais.(cooperação da França ou da Alemanha)
c)- submarinos convencionais.( cooperação da Alemanha)
d)- porta-helicópteros( cooperação da França)
e)- helicópteros, várias versões(cooperação da França ou Rússia)
f)- barcos de desembarques:( cooperação da França)
g)- Tanques: Osório, Tamoio; Sucuri; Cascavel ; Charrua(tem 11 versões); Guará; ( nova empresa brasileira criada); todos artilhados com canhões e metralhadoras especiais, e com sistema de mísseis(cooperação da Rússia ou da França)
h) Sistema Astros(Avibrás).
i)- Artilharia de Campanha /Auto Rebocados(cooperação da Rússia )
j)- outras viaturas( nova empresa brasileira criada)
A IMBEL deve receber a ajuda técnica militar(cooperação da Rússia) para produzir canhões. obuseiros e metralhadoras, de alta velocidade, em várias versões para instalação de diferentes formas(blindados, barcos, navios, aviões, helicópteros).
Mas paciência tem limites !!!!!
Saudações aos patriotas brasileiros, que ainda restam ! Luiz
Por: luiz pinelli neto em Agosto 25, 2009
às 10:45 pm
A Soberania Ameaçada !!
Por uma questão de justiça temos que afirmar que este governo atual, até agora vem investindo mais nas FAs do Brasil que os dois governos civis anteriores, muito embora, não seja este o objetivo estratégico deste governo é o foco no SOCIAL, a moda dele é lógico.
Conforme comentado em outras oportunidades, o tamanho territorial e as diferenças geográficas do Brasil,, com suas imensas riquezas descobertas e a descobrir, a necessidade real dos governos manterem a soberania do nosso solo pátrio e a garantia da participação do povo e da sociedade, nos benefícios do gozo social nestas riquezas, não restam dúvidas, que há uma imposição urgente e imediata de uma tomada de posição militar de nossas FAs para a nossa segurança e de toda a nossa geração de brasileiros. Como falamos, lamentavelmente, este, como os demais, governos civis, não tem vocação governamental ao rearmamento bélico das FAs, provavelmente, não vêm os perigos que estamos sentindo na região amazônica. Por que razões, de fato não sabemos. Com sinceridade, esperamos que não sejam os fatos acontecidos no passado recente da ditadura militar. Se estes “ lobos da democracia “ querem uma punição, encontrem os legítimos responsáveis pelas torturas, mas preservem a dignidade das nossas Instituições Militares, que consideramos Sagradas.
Uma coisa pelo menos entendemos, a cobiça voraz pela continuação do comando central do poder, por estes políticos não tem limites. Vemos agora a partilha dos dividendos da exploração do nosso Pré-Sal, em momento algum, alguém pensou em destinar um percentual à operacionalização do Plano Estratégico Militar das nossas FAs ou de criar, pelo menos, uma linha direta para financiamento da instalação de nossas Industrias Militares de Armamentos Bélicos, sem falarmos, mais uma vez, com um desagradável constrangimento por esta insistência, de estabelecer-se, legalmente, outras Fontes de Receitas destinadas às FAs, como, por exemplo: os investimentos resultantes do planejamento seletivo das despesas públicas legais, quando da sua execução financeira; as transferências financeiras do BNDES; os aportes substanciais do Tesouro Nacional; da Caixa Econômica; da Petrobrás, e da Arrecadação de Tributos Específicos para nosso Rearmamento Bélico Nacional. Os eventuais sacrifícios a serem feitos por nossa sociedade, encontrarão um respaldo sólido de dignidade nacional: “ o fortalecimento urgente de nossas FAs.”
Espero, que todos sinceramente, compreendam, que a execução deste Plano Estratégico Militar vão requisitar alguns bilhões de reais, repetidas vezes. E sem o dinheiro assegurado, como as que figurarem nas pré-definidas Reservas de Recursos Orçamentários/ Financeiros para Emprego Direto pelas FAs, nunca teremos nenhum Plano Estratégico Militar e nem Industria Militar de Material Bélico ( em tempo, o governo, promete para o mês de setembro a criação de uma industria brasileira de armamentos ).Todos os produtos bélicos novos incorporados às FAs, alguns com preços muito elevados (como aviões, helicópteros, submarinos e navios ) possuem um tempo certo de uso, que após, deverão ser substituídos por outros, também, novos. Vejamos o exemplo da Suécia. Tem um exército relativamente pequeno, não se mete em assuntos políticos de outros países livres. Tem uma industria militar de qualidade. Abastece suas FAs com equipamentos de última geração, de forma contínua e renovada, e ainda, exporta seus produtos que são disputados, internacionalmente. Mas, entretanto, as FAs da Suécia contam com a compreensão dos seus governos, e a consciência esclarecida de sua sociedade.
Outra tragédia no Brasil, é a falta de entendimento do significado das experiências, anteriormente, obtidas no desenvolvimento de planos, programas, projetos e modelos industriais militares, este somatório de trabalhos, estudos, pesquisas, testes continuados, e experimentações efetuadas que significam um montante de custos totais realizados, mas quando, compreendidas, respeitadas e usadas para continuação do objetivo de rearmamento militar, geram uma inteligente economia de custos. E como disséssemos: -“Vamos continuar de onde paramos” !! Num passado recente, construímos com ajuda da Alemanha, submarinos e fragatas; e com ajuda da Itália, de aviões de caça, que não eram de última geração, pois, faltou dinheiro e vergonha na cara do governo da época, mas que, até hoje, são utilizados pela FAB. Agora o atual governo do Sr. Lula, vem de assinar uma acordo militar com a França, descontinuando toda uma linha logística da MG do Brasil, além de ignorarem itens importantes ofertados pelas empresas alemãs, que em nosso entendimento, seriam mais vantajosos para a nossa MG ( como Custos Totais do Empreendimento, Assistência Técnica para Atualização dos Equipamentos Existentes e outros Conhecimentos como Treinamentos Operacionais ).Só não consigo entender o silêncio dos especialistas das nossas FAs e da própria MG, que não demonstraram garra para defender esta posição de maior vantagem.Talvez no Brasil, sempre faltou a ação de um legítimo líder que guiassem todos os esforços despendidos em direção a um objetivo nacional pré-estabelecido. “ Liderança não se impõe, se conquista”.
Voltar a citar a humilhante frustração ocorrida com a Engesa, a Bernardini, e a Moto Peças não é somente lembrarmos da alta traição perpetrada contra as nossas FAs, mas contra os interesses nacionais do País, além, do desrespeito às experiências então obtidas, que já são o suficiente para alçar o povo brasileiro ao trono da burrice e, o patamar da estupidez crassa.
Repetir o brilhantismo da qualidade técnica do passado nos modelos como o Tamoio, Urutu, o Cascavel,o Sucuri, o Jararaca, o Ogum, Osório e outros projetos menos conhecidos não é demérito algum para ninguém ( para os governos, FAs, Sociedade e Povo Brasileiros ) mas uma sutil inteligência de povos realmente atentos ao privilégio da soberania nacional. Ressaltemos que tais modelos foram construídos visando o terreno operacional do território brasileiro, principalmente, a região amazônica.
Com toda sinceridade achei espetacular recente comentário, num blog de defesa ( Plano Brasil ), sobre a família Charrua NG. Impressionante é que vimos alguns modelos ou projetos para defesa anti- carro ou anti-aéreo, com canhões e metralhadoras magnéticas de alta velocidade e sistemas de mísseis, que lembram os atuais e famosos blindados russos, um dos quais, o Sr, Chavez dele se apaixonou para atuar na Região Amazônica. Sem mencionarmos que o Charrua seria o natural substituto do antigo M-113 do EB e dos FNs da MG do Brasil. Interessante é que há muito tempo, nos informamos da deficiência estratégica destes transportes de tropas – M 113 e da intenção de troca-los por outros blindados modernos. O EB já teve a grande oportunidade de faze-lo e não foi decidido. Com a palavra os especialistas das FAs !!!. E o que é o mais importante compreender, a produção destes projetos rejeitados e esquecidos, e sua imediata e maciça utilização por nossas FAs, mostrariam a solução para o início de nosso rearmamento e a proteção da nossa Amazônia, notadamente, o Charrua NG e o Sucuri ( este copiado em modelos modernos por vários países europeus). Aos governos se requerem grande dose de renúncia às vaidades pessoais, de ímpeto redobrado de amor à Pátria, de coragem máscula de tomar as decisões certas em favor do Plano Estratégico Bélico de Rearmamento Nacional e do Incentivo da Instalação das Industrias de Material Bélico no Brasil, e do arrojo e da audácia de dizer às pretensões estrangeiras, nem que seja de armas em riste!
Mas, estas respostas devem ser de forma imediata !!!!
Voltando ao assunto, como entender o silêncio dos especialistas das FAs!! Será que a perda da motivação, a perda do entusiasmo, a perda do amor pela profissão, a perda da coragem, a perda do brio, entre nossos valorosos militares já chegou a este ponto, que justifiquem estas atitudes de desânimo ? Até quando teremos de ver este quadro militar depressivo ?
Será que os nossos governos renunciaram à soberania nacional e esqueceram-se de avisar à Nação Brasileira ?
Existem dois tipos de SOCIAL. O citado na lei orçamentária, como vimos, que deve ser legalmente cumprido através dos programas e projetos de saúde, educação, habitação, trabalho, assistência previdenciária e social, etc.. e outra de bandeira duvidosa que alimenta a inércia proposital do brasileiro beócio ( “-por que vou fazer se o governo me dá sem meus esforços ???”)
Esta é a flâmula da política demagógica, tão em moda no Brasil atual!!!
Voltando ao assunto das armas brasileiras. Não existirão nenhum Plano Estratégico de Defesa, se concomitantemente, não existirem as Industrias de Produção de Armamentos Bélicos, sejam navios- patrulhas, aviões, blindados, lanchas, etc.
E sinceramente não vejo este governo atual com coragem suficiente para desencadear quaisquer movimentos no sentido do rearmamento das nossas FAs. Muito, pelo ao contrário, vejo uma sucessão de atos e decisões erradas, e estratégicas equivocadas, sobretudo, sem a disponibilidade de recursos financeiros. São manobras sindicalistas para “ganhar tempo”, até começar outro governo e assinar um obsceno acordo militar para receber lixo, dar em troca uma parte do Pré-Sal ou da Região Amazônica, e, afirmar que estamos economizando dinheiro para aquecer nossa economia. De agora em diante, vamos centrar somente no seguinte. “A sociedade brasileira, se tiver ainda um pouco de vergonha na cara”, tem de exigir do governo, (que ela mesmo elegeu para o planalto) que defina ,imediatamente, paralelo com os orçamentos anuais aprovados( LOA), os valores anuais das Reservas de Recursos Orçamentárias/Financeiras para Uso das FAs, que constaram do planejamento estratégico elaborado quando das respectivas propostas orçamentárias( PPA e LDO ), juntamente, com a explicitação de todas as Fontes de Recursos que as alimentarão durante os exercícios, tudo legalmente, baseado em suporte da edição de Emenda Constitucional.
Não se enganem ! A Soberania Nacional, diante deste monte de lerdos retardados está seriamente ameaçada !!
“Ou é isto, ou são sonhos de uma noite de verão brasileiro”..!!
Saudações patriotas, aos que ainda amam a terra que os alimenta, !!
Luiz ( do BLOG – O Plano Brasil – ovelhopatriota )
Por: luiz pinelli neto em Agosto 30, 2009
às 7:45 pm
AGONIA !!
(editado em agosto de 2009)
Foi lançado o projeto do Pre´-Sal, foi criada a PetroSal. Conforme informações da mídia. Para a gestão de 2010 estão previstos gastos com pessoal que dos 5,11% do PIB. O Judiciário quer aumento de 14,09 % para o próximo ano. A LDO carrega 14 projetos, que somados aos que já tramitam sugerem a criação de 56.515 novos cargos e funções administrativas, e por aí vão todas estas graças eleitoreiras.
No momento que se fala no Plano Estratégico de Rearmamento Militar para as nossas FAs, e, se pensa em desenvolver a implantação de novas empresas industriais para a produção de equipamentos bélicos pesados para equipar, com o trabalho brasileiro, com materiais militares de “ponta” nossas forças, não vejo ninguém falar ou fazer alguma coisa. Terrivelmente lamentável para a Nação brasileira. Cordão político demagógico, puxado, principalmente, por este governo sindicalista e, funestamente acompanhado, por esta sociedade arrogante e pouca esclarecida que se afoga nos falsos conceitos do SOCIAL LULISTA.
Não vi e não vejo nenhum projeto viril que incentive o Plano Estratégico e a Reinstalação das Nossas Indústrias Militares, simplesmente, comprovando que “tudo não passa de um leve prurido alérgico de falso nacionalismo”. Ninguém irá incentivar estes dois projetos militares específicos sem a existência constitucional de reservas financeiras, formadas por sólidos recursos disponíveis para promover estas implantações estratégicas de forma decisiva, corajosa, permanente, e de DESPESAS CONTINUADAS com a indicação legal e explícita definição das respectivas FONTES de RECURSOS que permitirão a garantia constitucional destas ações governamentais.
Sinceramente, acho um raciocínio muito simples. Governo nenhum, povo nenhum, sociedade nenhuma e país nenhum serão o verdadeiro e o único dono das suas riquezas naturais se não tiver de forma ostensiva, poderosas FAs que impõe esta condição clara e indiscutível de legítimo patrão.
Como estamos vendo o governo perder preciosas oportunidades de , realmente, se preparar, definitivamente, ao cumprimento de tudo aquilo que ele mesmo prometeu em termos de defesa estratégica, só brasileiro idiota para acreditar, nos sucessivos discursos políticos vazios de força criativa e dignidade. Estes eventos militares que o governo Lula deseja, de serem feitas não se realizam somente com “conversa fiada”. Entendo que este governo juntamente com a nossa sociedade inconseqüente e desinformada, acham que estes dois assuntos militares são mera brincadeira de jogos políticos.
É muito triste vermos a postura dos nossos militares. Perderam totalmente o garbo e a imponência que cabe somente ao sentimento e à farda de militares, de quaisquer nacionalidades. A instituição militar sempre ocupará um lugar legítimo de importância, de dignidade e de honra no altar de quaisquer nações. Entendo que não podem e não devem ser eternamente penalizadas pelos atos e ações de mentes obscuras, que nunca representaram o sentimento das próprias instituições de onde eram originados, e sim, seus próprios pensamentos forjados, no passado, em outros campos europeus de combate. Mas de cuja realidade política brasileira, de há muito já se descolou, haja visto os sucessivos e profundos acontecimentos que se sucederam na história do Brasil.
Mas, voltando ao assunto principal, nunca haverá a implantação definitiva de Plano Estratégico Militar e, nem a Implantação de Modernas Industrias Bélicas de Armamentos p/ o Brasil, se não resolvermos, de maneira definitiva, alguns problemas que se tornaram crônicos para a dignidade da nossa sociedade.
Não vamos permitir que o passado recente de nossa história política, se transforme num fantasma, assuma proporções exageradas e permaneça atormentando nossas almas para sempre. No cenário brasileiro, o vemos, frequentemente, alimentado por energias estranhas que não o querem vê-lo, enterrado, de vez no mausoléu dos desgraçados.
Então, separando o joio do trigo, vamos respeitar as nossas Instituições Militares que são a garantia da soberania do Brasil, e junto com elas, trabalhar para seu fortalecimento técnico militar, através do apoio irrestrito de inúmeras medidas, capitaneada pelo controle e pelo acompanhamento rigoroso, de todas as ações determinadas pelo governo e seus políticos, cuidando da seleção rigorosa de sua indicação. Exigindo que o governo desencadeie ações que valorizem e capitalizem respeito, apreço e dignidade aos nossos militares. Inclusive que parem com a verborragia demagógica, as famosas “catilinadas”do tempo do Antigo Império Romano e partam para a viabilização imediata do Plano Estratégico com medidas efetivas de fortalecimento das nossas FAs, como a aquisição de produtos bélicos modernos e eficientes que garantam ao povo e à sociedade à participação social no gozo dos benefícios de nossa riquezas naturais.
Não queremos e não iremos viver sempre em agonia de constatarmos o despreparo político de nosso governo, que gosta de jogar com todas as possibilidades de obter-se dividendos políticos que resultem em vitórias no exercício de seu mandato. Mas as medidas práticas e decisões administrativas, em favor do nosso corajoso rearmamento militar não vemos!!!
O recursos financeiros, legalmente designados, são as medidas mais práticas e urgentes a serem desencadeadas pelo atual governo. É o que queremos !!!…………………………………………..
Por: luiz pinelli neto em Setembro 6, 2009
às 2:01 pm
Caros Amigos do Blog.:
O Brasil vai ganhar com o vencedor do “FX2″ “Dassault Rafale F-3″, pois, eles vão transferir mais tecnologia do que os outros concorrentes.
Com isso, nós a partir de 2016 poderemos já desenvolver e construir nossos próprios “Rafales F-3″ (Embraer/Dassault Rafale F-3BR).
O interessante é que nós vamos escolher o armamento que nós quisermos.
Por: Edmar em Setembro 8, 2009
às 10:38 am
Caros Amigos.:
Só lembrando, a aquisição dos tanques “Leopard” deu um folego para o Brasil.
Abraços.
Por: Edmar em Setembro 8, 2009
às 10:40 am
“ O Lado Negro”
( da Coluna O Patriota Velho O Plano Brasil )
A Brigada Haiti está com sua conclusão de seu treinamento totalmente prejudicado. Não pode ser dado o “pronto” à nova tropa para partir do Brasil para a substituição do contingente que já se encontra no Haiti , agora, vejam porque: “falta munição para a tropa dar uma certa quantidade necessária de tiros, no transcorrer no seu treinamento no Brasil”.Isto só pode ser uma brincadeira de muito mau gosto.Diante de intenso “falatório” sobre o Plano Estratégico Militar para o Brasil e o renascimento da Indústria Bélica Nacional, isto tudo que o governo, aparentemente propõe, em verdade, só significa um “chorrilho” de mentiras sindicalistas. Criou-se uma fabulosa expectativa de fortalecimento militar das nossas FAs, e agora, vemos a realidade !!! Por questões de conhecimentos técnico (mínimos) aplicados na gestão pública, baseados em exatas ações de planejamento, quando inseridos, de fato, numa administração por estratégia, nunca teríamos o desprazer de vivenciar estas situações mentirosas que deveriam causar sério desconforto e contrariedade às FAs. Até, gostaria de saber os “por quês” do silêncio ( é fruto de algum juramento místico feito num passado recente) e de não vermos a opinião manifestada por aqueles que têm responsabilidade armada de manter a soberania nacional do País e desta Sociedade “Tacanha”.Todos conhecem, o tamanho territorial do Brasil ( incluindo terras e mar ), sabem, também que temos FAs fisicamente numerosa, e, belicamente fracas, com material e equipamentos defasados de 40 anos. O Brasil tem natureza rica, farta e abundante e que há anos vem despertando a cobiça internacional dos corsários internacionais, paralelo à insidiosa convivência da sociedade com governos e políticos de alta corrupção. Existem trechos da região amazônica que o governo social não conhece, mas, o EB sabe bem onde se encontram .A sociedade brasileira finge que não sabe e não vê, e nem se importa com os efeitos deletérios que sentem; parece, que a sociedade vive anestesiada por doses maciças de futebol, carnaval, festas, cervejas, e programações imbecis, colocados de forma maquiavélica o ano todo para o povo brasileiros não ter o que pensar.( se é que pensa em alguma coisa útil para o coletivo).A nossa sociedade desatenta não sabe de duas coisas: 1ª)-a má escolha política tem um alto preço a ser pago por todos nós, 2ª)-e, a liberdade que todos nós brasileiros gozamos, também, tem um custo significativo.O programa do URUTU III do EB atrasou por falta de recursos e está, seriamente, ameaçado de estancar, como aconteceu num passado recente quando a Itália fabricava no Brasil em conjunto com a EMBRAER os jatos F 5. Estava previsto a produção de um nº de aviões que atenderia, num prazo razoável a demanda da FAB( naquela época), mas o governo do Fernando Henrique, suspendeu o projeto entre muitos risos (testemunhei na TV).Por desgraça o que transparecia como uma grande vitória, transformou-se em fragorosa derrota e enfrentamos, agora, O LADO NEGRO do Plano Estratégico Militar, que o Brasil aprendeu a ansiar por ELE.No Rio de janeiro, vi um vídeo, logo após, que a parada militar de 7 de setembro acabava um tanque M-60A3TTS, sendo rebocado por outro blindado, para entrar na sua garagem. É lógico que esta visão pode acontecer em qualquer exército do mundo, mas duvido que após, um desfile comemorativo da independência nacional do País. O que nunca deveria acontecer, em qualquer condição, é a falta permanente de manutenção, notadamente, para tanques blindados pesados como estes M-60 A3 TTS, que agora são alvos de críticas, mas, como ocorrerá a qualquer momento, com os Leopards 1 A1, e os 1 A5, pois, ambos são de 2ª mão. O M-60 segundo o locutor oficial do EB, tem condições técnicas de enfrentar com vantagens, ambientes de guerra química, de guerra biológica e de guerra atômica, assim, deveria acontecer, uma vigorosa repontencialização com mudança de alguns itens importantes, como a sua torre para um canhão de 120mm, o acréscimo de blindagens laterais e de um motor diesel mais potente. Embora o tornando mais pesado, talvez ficasse impedido de atuar em quaisquer terrenos, sem a devida cobertura aérea e terrestre, seria muito bom para formar no EB uma linha de defesa estratégica. As críticas que vemos sobre este blindado, é de quem não conhece de capacidade industrial militar instalada, pois, a alegação de que “ não estão mais construindo este modelo de blindado” não é motivo para não reforma-lo, ou joga-lo no lixo. Temos o exemplo prático da Turquia, que com ajuda da própria empresa que os construíram, realizou nos seus M-60, também, vendidos pelos EEUU, uma excelente reforma operacional.A avaliação dos M-60 A3 TTS deve seguir outros critérios militares, desenvolvidos, de fato, por analistas do setor de estratégia e logística do EB.Recentemente, vimos o tão mal falado M-113 do EB sendo usado, e bem usado, em vários exércitos do mundo, após, uma razoável reforma técnica. No Brasil, faltam sim, dinheiro e disposição de incluir a modernização das FAs como um dos muitos objetivos importantes do governo brasileiro, mas, entendo também, que, carecemos de outras coisas. Seria muito bom que nossas Faz se utilizassem de equipamentos bélicos modernos, mas a realidade, que enfrentamos é a restrição violenta de recursos financeiros, sendo assim, temos de aprender a conservar aqueles que conseguimos. Outro exemplo para todos nós brasileiros na área conservação militar. O Estado de Israel a partir dos velhos tanques blindados norte americanos da 2ª guerra SHERMANN, de seu arsenal, reformou-os totalmente, com mudança de motor diesel, lagartas e da torre para um canhão de 105mm.A Alemanha vem de propor à Argentina a venda de 160 Leopards 2 A 4 e a instalação em seu território de um centro de manutenção. Excelente para quem tem dinheiro, mas para o Brasil, FERRO !!!!!!O exército aeromóvel que pensávamos, seria uma grata oportunidade, por ser integrado por contingente menor que o efetivo convencional, e por isso, de o vermos com rápidas possibilidades do uso de moderníssimos equipamentos bélicos de última geração, muito ao contrário, temos uma outra realidade decepcionante: “ a falta crônica e humilhante de recursos financeiros (que ainda prevalecem ) para os investimentos previstos no Plano Estratégico Militar, que concluímos, ser um PLANO só político demagógico, que tem vida operacional apenas no papel, que lhe serviu como veículo de divulgação. Quaisquer Planos de Defesa no mundo, não são apenas das FAs, mas, também, são integrados ao povo, à nação, ao território nacional, ao país e à sociedade. Que revoltante e triste humilhação !!!!!
Quanto aos caças para a FAB, já viraram, há muito tempo, uma novela imoral. Não há uma disciplina e ordenação técnicas nas propostas comerciais e estratégicas que são apresentadas(???), não diretamente ao governo como, legalmente, é necessário, mas, politicamente, através de informações pela mídia, das embaixadas e consulados da Suécia e EEUU, com convém as manobras de dispersão nas FAs do Brasil.O Brasil é um país pacífico, mas, como disse o próprio Presidente Lula ( da boca para fora, sem coração ), “ não mediremos esforços para recuperar nosso poder de defesa. A gente não tem como contar só com as eventuais promessas de outros países de que nunca atacariam o Brasil.” Tem muita gente neste governo do Sr. Lula que precisa urgentemente, estudar história das civilizações antigas e, modernas. E mais, ainda o Presidente Lula, lembrou que “ nos anos 70 o Brasil fabricava tanques e blindados e agora, temos dificuldades para fazer manutenção de equipamentos militares”.Pode até explicar, mas em hipótese alguma justifica, OK !!!Aliás, diante de um Plano Estratégico Militar para o Brasil ( Região Amazônica- mais de 50% do território brasileiro e, o Pré- Sal), cantado em verso e prosa, pelos quatro cantos, é impossível encontrar razões que reduzam os efeitos desastrosos na administração do governo federal, uma vez que, existem, sim, recursos financeiros, o que não há é um planejamento estratégico adequado que contemple, moderadamente, sem excessos políticos demagógicos, todos “os projetos e programas sociais” do próprio governo, e, ainda, atenda, aos princípios básicos da soberania nacional. Será que os portas- vozes das FAs emitem uma mensagem clara para o governo ???? Esta persistente falta de programação técnica de recursos orçamentários/financeiros para as FAs, e, a ausência da compreensão consciente da sociedade brasileira, representam a nossa derrota final, sem necessidade de entrarmos em nenhum conflito bélico.Mas, a bem da verdade, alguns bons resultado econômicos obtidos, pela melhoria de alguns indicadores sociais no governo Lula, com a redução das desigualdades, com a aplicação de algumas metas sócio-econômicas( a continuidade de melhoria de emprego, renda formalização e desigualdade ), como atesta o último PNAD, realizado pelo IBGE, é digno de louvor; como disse um dos ministros deste governo: “ O Brasil cresce em termos sociais nos mesmos níveis que a China em termos econômicos”.O perigo nos governos do Brasil, com esta natureza de ação, é o assistencialismo desbragado, com cores nítidas de uma demagogia política irresponsável. Diante disto, só teremos dinheiro suficiente para aplicar no Plano Estratégico Militar e, no fortalecimento militar das nossas FAs, quando acontecer uma séria e profunda modificação nos projetos, metas, programas, e objetivos governamentais com uma sábia e equilibrada programação financeira que tornem claras todas as Fontes de Recursos, que alimentarão de forma contínua as despesas necessárias a realização das atividades e funções de segurança nacional, com a modernização das nossas FAs. Para isso é preciso seriedade, aplicação e empenho,por parte dos executivos do governo, ou então, chegará o dia em que teremos de abrir mãos de todas as nossas riquezas naturais, sejam quais forem, fazendo uma DOAÇÃO, para nossos “queridos aliados que juram ser o Brasil seu eterno aliado, e nunca iram invadi-lo, por quaisquer outros motivos”. Eu sou velho, mas não sou idiota !!!!Nós conhecemos um velho ditado popular sobre um inseto doméstico que diz: “ é igual a barata que morde e sopra “ !!! Isto deve ser aplicado ao governo atual. Tal desinteresse em relação ao Plano Estratégico, aprovado pelo próprio governo, que se irritou diante do relato do ministro da defesa e comandantes das nossas Forças acerca do estado estratégico precário em que se encontram, que disse contrariado: “ os outros governos nada fizeram pela tomada de medidas que evitariam esta situação atual”. O que deve ser entendido é que as medidas de assistência estratégica às FAs dadas pelos governos através dos seus respectivos orçamentos para lhes assegurarem o permanente fortalecimento militar não podem ser interrompidas , por motivos governamentais classificados mais importantes que estanquem as atividades de modernização estratégicas das forças.
Uma vez que de nada adianta termos em solo pátrio riquezas para serem distribuídas com o povo e com a sociedade, se fomos impotentes para guarda-las em segurança plena.A voragem desenfreada pelo continuísmo político deste governo, faz com que os governantes percam a cabeça.Os governos, infelizmente, no sistema político vigente no Brasil, só mudam através de eleição direta em que o povo é chamado a pronunciar-se. Então, se o povo e a sociedade brasileiras estão, realmente, preocupadas, de fato e direito com a soberania nacional devem aprender escolher com sabedoria seus candidatos a cargos eletivos, e eleger os que podem se preocupar com os legítimos interesses da Pátria Brasil, e nunca, somente, com seus “bolsos”. Não temos dúvidas, que o Brasil e parte da sua sociedade consciente enfrenta “ O Lado Negro do Plano Estratégico Militar das FAs brasileiras !!! – Que DEUS nos ajude !! Opatriotavelho, Luiz.
Por: luiz pinelli neto em Setembro 22, 2009
às 11:12 am
“ O Lado Negro”
( da Coluna O Patriota Velho O Plano Brasil )
A Brigada Haiti está com sua conclusão de seu treinamento totalmente prejudicado. Não pode ser dado o “pronto” à nova tropa para partir do Brasil para a substituição do contingente que já se encontra no Haiti , agora, vejam porque: “falta munição para a tropa dar uma certa quantidade necessária de tiros, no transcorrer no seu treinamento no Brasil”.Isto só pode ser uma brincadeira de muito mau gosto.Diante de intenso “falatório” sobre o Plano Estratégico Militar para o Brasil e o renascimento da Indústria Bélica Nacional, isto tudo que o governo, aparentemente propõe, em verdade, só significa um “chorrilho” de mentiras sindicalistas. Criou-se uma fabulosa expectativa de fortalecimento militar das nossas FAs, e agora, vemos a realidade !!! Por questões de conhecimentos técnico (mínimos) aplicados na gestão pública, baseados em exatas ações de planejamento, quando inseridos, de fato, numa administração por estratégia, nunca teríamos o desprazer de vivenciar estas situações mentirosas que deveriam causar sério desconforto e contrariedade às FAs. Até, gostaria de saber os “por quês” do silêncio ( é fruto de algum juramento místico feito num passado recente) e de não vermos a opinião manifestada por aqueles que têm responsabilidade armada de manter a soberania nacional do País e desta Sociedade “Tacanha”.Todos conhecem, o tamanho territorial do Brasil ( incluindo terras e mar ), sabem, também que temos FAs fisicamente numerosa, e, belicamente fracas, com material e equipamentos defasados de 40 anos. O Brasil tem natureza rica, farta e abundante e que há anos vem despertando a cobiça internacional dos corsários internacionais, paralelo à insidiosa convivência da sociedade com governos e políticos de alta corrupção. Existem trechos da região amazônica que o governo social não conhece, mas, o EB sabe bem onde se encontram .A sociedade brasileira finge que não sabe e não vê, e nem se importa com os efeitos deletérios que sentem; parece, que a sociedade vive anestesiada por doses maciças de futebol, carnaval, festas, cervejas, e programações imbecis, colocados de forma maquiavélica o ano todo para o povo brasileiros não ter o que pensar.( se é que pensa em alguma coisa útil para o coletivo).A nossa sociedade desatenta não sabe de duas coisas: 1ª)-a má escolha política tem um alto preço a ser pago por todos nós, 2ª)-e, a liberdade que todos nós brasileiros gozamos, também, tem um custo significativo.O programa do URUTU III do EB atrasou por falta de recursos e está, seriamente, ameaçado de estancar, como aconteceu num passado recente quando a Itália fabricava no Brasil em conjunto com a EMBRAER os jatos F 5. Estava previsto a produção de um nº de aviões que atenderia, num prazo razoável a demanda da FAB( naquela época), mas o governo do Fernando Henrique, suspendeu o projeto entre muitos risos (testemunhei na TV).Por desgraça o que transparecia como uma grande vitória, transformou-se em fragorosa derrota e enfrentamos, agora, O LADO NEGRO do Plano Estratégico Militar, que o Brasil aprendeu a ansiar por ELE.No Rio de janeiro, vi um vídeo, logo após, que a parada militar de 7 de setembro acabava um tanque M-60A3TTS, sendo rebocado por outro blindado, para entrar na sua garagem. É lógico que esta visão pode acontecer em qualquer exército do mundo, mas duvido que após, um desfile comemorativo da independência nacional do País. O que nunca deveria acontecer, em qualquer condição, é a falta permanente de manutenção, notadamente, para tanques blindados pesados como estes M-60 A3 TTS, que agora são alvos de críticas, mas, como ocorrerá a qualquer momento, com os Leopards 1 A1, e os 1 A5, pois, ambos são de 2ª mão. O M-60 segundo o locutor oficial do EB, tem condições técnicas de enfrentar com vantagens, ambientes de guerra química, de guerra biológica e de guerra atômica, assim, deveria acontecer, uma vigorosa repontencialização com mudança de alguns itens importantes, como a sua torre para um canhão de 120mm, o acréscimo de blindagens laterais e de um motor diesel mais potente. Embora o tornando mais pesado, talvez ficasse impedido de atuar em quaisquer terrenos, sem a devida cobertura aérea e terrestre, seria muito bom para formar no EB uma linha de defesa estratégica. As críticas que vemos sobre este blindado, é de quem não conhece de capacidade industrial militar instalada, pois, a alegação de que “ não estão mais construindo este modelo de blindado” não é motivo para não reforma-lo, ou joga-lo no lixo. Temos o exemplo prático da Turquia, que com ajuda da própria empresa que os construíram, realizou nos seus M-60, também, vendidos pelos EEUU, uma excelente reforma operacional.A avaliação dos M-60 A3 TTS deve seguir outros critérios militares, desenvolvidos, de fato, por analistas do setor de estratégia e logística do EB.Recentemente, vimos o tão mal falado M-113 do EB sendo usado, e bem usado, em vários exércitos do mundo, após, uma razoável reforma técnica. No Brasil, faltam sim, dinheiro e disposição de incluir a modernização das FAs como um dos muitos objetivos importantes do governo brasileiro, mas, entendo também, que, carecemos de outras coisas. Seria muito bom que nossas Faz se utilizassem de equipamentos bélicos modernos, mas a realidade, que enfrentamos é a restrição violenta de recursos financeiros, sendo assim, temos de aprender a conservar aqueles que conseguimos. Outro exemplo para todos nós brasileiros na área conservação militar. O Estado de Israel a partir dos velhos tanques blindados norte americanos da 2ª guerra SHERMANN, de seu arsenal, reformou-os totalmente, com mudança de motor diesel, lagartas e da torre para um canhão de 105mm.A Alemanha vem de propor à Argentina a venda de 160 Leopards 2 A 4 e a instalação em seu território de um centro de manutenção. Excelente para quem tem dinheiro, mas para o Brasil, FERRO !!!!!!O exército aeromóvel que pensávamos, seria uma grata oportunidade, por ser integrado por contingente menor que o efetivo convencional, e por isso, de o vermos com rápidas possibilidades do uso de moderníssimos equipamentos bélicos de última geração, muito ao contrário, temos uma outra realidade decepcionante: “ a falta crônica e humilhante de recursos financeiros (que ainda prevalecem ) para os investimentos previstos no Plano Estratégico Militar, que concluímos, ser um PLANO só político demagógico, que tem vida operacional apenas no papel, que lhe serviu como veículo de divulgação. Quaisquer Planos de Defesa no mundo, não são apenas das FAs, mas, também, são integrados ao povo, à nação, ao território nacional, ao país e à sociedade. Que revoltante e triste humilhação !!!!!
Quanto aos caças para a FAB, já viraram, há muito tempo, uma novela imoral. Não há uma disciplina e ordenação técnicas nas propostas comerciais e estratégicas que são apresentadas(???), não diretamente ao governo como, legalmente, é necessário, mas, politicamente, através de informações pela mídia, das embaixadas e consulados da Suécia e EEUU, com convém as manobras de dispersão nas FAs do Brasil.O Brasil é um país pacífico, mas, como disse o próprio Presidente Lula ( da boca para fora, sem coração ), “ não mediremos esforços para recuperar nosso poder de defesa. A gente não tem como contar só com as eventuais promessas de outros países de que nunca atacariam o Brasil.” Tem muita gente neste governo do Sr. Lula que precisa urgentemente, estudar história das civilizações antigas e, modernas. E mais, ainda o Presidente Lula, lembrou que “ nos anos 70 o Brasil fabricava tanques e blindados e agora, temos dificuldades para fazer manutenção de equipamentos militares”.Pode até explicar, mas em hipótese alguma justifica, OK !!!. Se a ENGESAER já estivesse sido criada ,como prometido pelo o próprio Governo, para produção de nossos modelos de veículos blindados, e também para o apoio operacional de manutenções mais profundas, como exigidas pelas necessidades do EB, com toda certeza não ouviríamos este comentário do Sr. Presidente. Aliás, diante de um Plano Estratégico Militar para o Brasil ( Região Amazônica- mais de 50% do território brasileiro e, o Pré- Sal), cantado em verso e prosa, pelos quatro cantos, é impossível encontrar razões que reduzam os efeitos desastrosos na administração do governo federal, uma vez que, existem, sim, recursos financeiros, o que não há é um planejamento estratégico adequado que contemple, moderadamente, sem excessos políticos demagógicos, todos “os projetos e programas sociais” do próprio governo, e, ainda, atenda, aos princípios básicos da soberania nacional. Será que os portas- vozes das FAs emitem uma mensagem clara para o governo ???? Esta persistente falta de programação técnica de recursos orçamentários/financeiros para as FAs, e, a ausência da compreensão consciente da sociedade brasileira, representam a nossa derrota final, sem necessidade de entrarmos em nenhum conflito bélico.Mas, a bem da verdade, alguns bons resultado econômicos obtidos, pela melhoria de alguns indicadores sociais no governo Lula, com a redução das desigualdades, com a aplicação de algumas metas sócio-econômicas( a continuidade de melhoria de emprego, renda formalização e desigualdade ), como atesta o último PNAD, realizado pelo IBGE, é digno de louvor; como disse um dos ministros deste governo: “ O Brasil cresce em termos sociais nos mesmos níveis que a China em termos econômicos”.O perigo nos governos do Brasil, com esta natureza de ação, é o assistencialismo desbragado, com cores nítidas de uma demagogia política irresponsável. Diante disto, só teremos dinheiro suficiente para aplicar no Plano Estratégico Militar e, no fortalecimento militar das nossas FAs, quando acontecer uma séria e profunda modificação nos projetos, metas, programas, e objetivos governamentais com uma sábia e equilibrada programação financeira que tornem claras todas as Fontes de Recursos, que alimentarão de forma contínua as despesas necessárias a realização das atividades e funções de segurança nacional, com a modernização das nossas FAs. Para isso é preciso seriedade, aplicação e empenho,por parte dos executivos do governo, ou então, chegará o dia em que teremos de abrir mãos de todas as nossas riquezas naturais, sejam quais forem, fazendo uma DOAÇÃO, para nossos “queridos aliados que juram ser o Brasil seu eterno aliado, e nunca iram invadi-lo, por quaisquer outros motivos”. Eu sou velho, mas não sou idiota !!!!Nós conhecemos um velho ditado popular sobre um inseto doméstico que diz: “ é igual a barata que morde e sopra “ !!! Isto deve ser aplicado ao governo atual. Tal desinteresse em relação ao Plano Estratégico, aprovado pelo próprio governo, que se irritou diante do relato do ministro da defesa e comandantes das nossas Forças acerca do estado estratégico precário em que se encontram, que disse contrariado: “ os outros governos nada fizeram pela tomada de medidas que evitariam esta situação atual”. O que deve ser entendido é que as medidas de assistência estratégica às FAs dadas pelos governos através dos seus respectivos orçamentos para lhes assegurarem o permanente fortalecimento militar não podem ser interrompidas , por motivos governamentais classificados mais importantes que estanquem as atividades de modernização estratégicas das forças.
Uma vez que de nada adianta termos em solo pátrio riquezas para serem distribuídas com o povo e com a sociedade, se fomos impotentes para guarda-las em segurança plena.A voragem desenfreada pelo continuísmo político deste governo, faz com que os governantes percam a cabeça.Os governos, infelizmente, no sistema político vigente no Brasil, só mudam através de eleição direta em que o povo é chamado a pronunciar-se. Então, se o povo e a sociedade brasileiras estão, realmente, preocupadas, de fato e direito com a soberania nacional devem aprender escolher com sabedoria seus candidatos a cargos eletivos, e eleger os que podem se preocupar com os legítimos interesses da Pátria Brasil, e nunca, somente, com seus “bolsos”. Não temos dúvidas, que o Brasil e parte da sua sociedade consciente enfrenta “ O Lado Negro do Plano Estratégico Militar das FAs brasileiras !!! – Que DEUS nos ajude !! Opatriotavelho, Luiz.
Por: luiz pinelli neto em Setembro 25, 2009
às 9:55 pm
Que Realidade !!
( da Coluna O Patriota Velho O Plano Brasil)
O Brasil precisará com certa urgência, não somente de seis (06.) fragatas ou navios patrulhas e quatro (04) submarinos, mas, muito mais. Ora, vejamos, consideremos o tamanho do nosso mar territorial e de nossa riquezas recém descobertas. Com este raciocínio civil mas consciente, temos que apontar para a nossa MG a necessidade de 100 fragatas ou navios-patrulhas modernas, entre marítimas e fluviais, e no mínimo de 50 submarinos convencionais. O que parece um sonho absurdo, é apenas um desejo de acumulação de consciência nacionalista legítima em favor da soberania de nosso solo pátrio, sem exageros ou fanatismos estúpidos. Para nossa desgraça, não vemos nenhum movimento viril no sentido da aplicação do Plano Estratégico de Defesa Militar para o fortalecimento militar das nossas FAs. E pelo que entendemos, não haverá tão cedo como é o desejável. A geração plebéia pouco esclarecida, vive afogada nos discursos tribunícios dirigidos pelos arengueiros demagógicos de plantão permanente nesta Nação. Isto não está ficando bom. “Catalina, Catalina, até quando abusarás da nossa paciência.” Não são apenas a ausência das medidas práticas efetivas que deveriam ser levadas à efeito para termos o revigoramento militar das nossas FAs através do Plano Militar, mas, um governo plena de decisões equivocadas que permitem, impunemente, a saída incontroláveis de dinheiro.As requeridas ações de fortalecimento militar das FAs, são apenas, diluídas por meio de palavras festivas e vazias, anunciadas nos comícios presidenciais, como a criação da Engesaer (?), como a composição bélica orgânica do Exército Móvel, como a instalação dos Estaleiros Navais, para construção de navios patrulhas e submarinos, como a fábrica (Helibrás) para a produção dos helicópteros militares, como a solução definitiva para a compra dos caças para a FAB, como o Urutu III, da IVECO/FIAT, que seria apresentado ao povo no 7 de setembro de 2009,e, segundo, se dizia, será o protótipo do carro blindado sob rodas do EB e dos FNs, nas suas diversas versões que substituirão os já cansados Cascável e Urutu da Engesa, sem citarmos, também os tão criticados M-113 do EB, transportes anfíbios de tropas de infantaria. A inconseqüência política destes governantes não tem limites lógicos !!! Fazem qualquer coisa, usam qualquer expediente para chamar atenção sobre si mesmo. Não há dúvidas o governo está em plena campanha eleitoral para 2010. Muito lamentável, entretanto, são as recentes decisões de diplomacia internacional envolvendo Honduras e Brasil. O Brasil mal “segura suas próprias calças no lugar” foi se intrometer com assuntos, puramente, domésticos da casa dos outros, e o fez de maneira pouco inteligente. Vamos falar sério, “ – que força militar o Brasil representa na América Do Sul, hoje “ ??? Que o Sr. Presidente Lula não possui facilidades culturais, todos nós sabemos, mas o Sr. Ministro Amorim que teria obrigação técnica, por formação profissional, de possuir certo nível de cautela no trato destes assuntos “ enfiou o pé na jaca” provocando um desgaste precipitado, totalmente, desnecessário na imagem internacional do Brasil num momento impróprio. No Brasil não falta só dinheiro, mas também, muita e muita competência política !!! Que realidade dura para os brasileiros que possuem um mínimo de vergonha na cara, pois, isto, é fruto da má escolha política exercida por esta sociedade interesseira e egoísta do Brasil. O governo brasileiro caiu na cilada do Sr. Chaves, que articula para envolver o Brasil em situações ridículas, vejam o Equador, a Bolívia, o Paraguai, e agora, a Honduras. “Abra o olho, Brasil!!!”. Fico me indagando onde estão os responsáveis pela estratégia e logística das FAs do Brasil que não se pronunciam ???? Têm clara obrigação de assessorar o governo nestes tipos de relação internacional, onde exala o “cheiro” de franca hostilidade política, cuja evolução para o posicionamento militar dependerá de um conjunto de fatores, inclusive, o “nível” de agressividade militar, capacidade militar de pronta reação, e, a própria estrutura orgânica das forças militares do Brasil. “- Quem impunemente, vai desafiar uma potência militar, conhecendo-se, antecipadamente, os resultados que poderão advir
O dinheiro que deveria ser destinado à operacionalização do Plano Estratégico Militar das FAs do Brasil parece que não cedo não vai aparecer mesmo!!. A corrupção é um mal universal, mas no Brasil toma rumos de grande tragédia nacional. O mal que os Srs. Militares estão fazendo por sua retirada do governo assume uma dimensão desproporcional, e, é muito pior para a opinião pública inteligente, é o Silêncio assumido por eles que o encastelam, como se a Classe Militar fosse apartada da sociedade, vivendo uma outra realidade brasileira. No Brasil qualquer iniciativa governamental é motivo e pretexto para roubos e desvios de recursos financeiros. Recentemente o TCU vem de bloquear as obras do PAC, que originalmente, são programas de despesas demagógicas de fundo eleitoreiro para angariar a coleta de votos para o governo, mas, que foram paralisadas por irregularidades. O dinheiro no Brasil, só não existe e não é destinado ao fortalecimento das FAs, face ao desvio de conduta do próprio governo. Na verdade o governo brasileiro não está, em hipótese alguma, identificado com os assuntos do fortalecimento militar das FAs, apenas, “joga” com a atenção da opinião pública. Exemplo prático, são as notícias divulgadas pela mídia, como: “- Congresso aprova redução de meta de superávit”; motivados pelas despesas do PAC e dos Programas Habitacionais do governo, a alteração da LDO permitirá acomodar os gastos crescentes deste exercício, período estratégico que produzirão os efeitos eleitorais para 2010, como premeditado. São as manobras vertiginosas e inescrupulosas do continuísmo político no Brasil. Esta é a razão principal pela qual não são fornecidas as Fontes de Recursos que suportarão à longo prazo as ações do bem aventurado Plano Estratégico Militar para o fortalecimento bélico das FAs do Brasil. E não poderão ser poucos recursos, como requer os ensaios politiqueiros deste governo, muito pelo contrário, exigirão vários bilhões de reais. A definição da origem destes recursos, conforme minha opinião de especialista da gestão pública, já foram longamente dissertadas nos comentários anteriores. Infelizmente, não existe ninguém consciente deste governo que “se permite perder um tempo para considera-la em análise”. Não é necessário dizer que não o sou o dono da verdade, mas considero o exercício governamental do silêncio, funesto e criminoso para a Nação. Estão muito ocupados, metidos em falcatruas financeiras que lhes rendem dividendos melhores para seus bolsos. Como não lemos a manifestação dos especialistas militares em organização, estratégia, e, logística alertando à Sociedade, que “dorme em berço esplendido” e, sacudindo este Governo “ babão”. Mesmo sem as palavras exatas dos especialistas militares, a lógica e a consciência nos permitem aventurar, dizendo que, o tamanho territorial do Brasil exige do governo maciços investimentos bélicos na quantidade e na ordem, um exercício literal, como sugerimos no quadro hipotético abaixo:
1)- blindados sobre lagartas em números de 5.000 unidades, ou sejam, Tamoios de 105mm e Osório de 120mm.
2)- blindados sob oito (08) rodas Sucuri de 105mm e 120mm em números de 6.000 unidades , para apoio estratégico das colunas blindadas, e, perseguição e destruição das defesas inimigas.
3)- transporte de tropas de infantaria sobre lagartas, anfíbios, para 18 fuzileiros, equipados com canhões anti-aéreos de alta velocidade e lançadores de mísseis anti-aéreos, em números de 800 unidades.
4)- baterias de mísseis anti-aéreos sobre lagartas ou 10 (dez) rodas, em números de 3.000 unidades.
5)- baterias de mísseis Astros da Avibrás, em números de 1.000 unidades.
6)- baterias de 105mm e 155mm auto-rebocados em viaturas sobre lagartas, em 2.000 unidades.
7)- lanchas de desembarque da infantaria, com suporte e apoio de fogo terrestre e anti-aéreo, em 3.000 unidades.
8)- helicópteros de vários tipos, mas são importantes os de ataque e proteção, tipo Apache. Para cobertura segura do deslocamento de nossas colunas blindadas, e, de desembarques anfíbios de nossas forças terrestres e navais, estimados em, 3.500 unidades.
9)- helicópteros de transportes para nossas forças especiais, devidamente armados com os melhores e mais modernos equipamentos bélicos de combate e apoio.
10)- para a FAB, como disse o Sr. Secretário da Força, seriam necessários 150 aviões de caça e não 36. Este civil que vos fala, cita o número de 200 aviões, pois, é necessário ter a reserva estratégica de 50 aviões.
11)- ainda, para a FAB, helicópteros de transporte e ataque para uso do PARASAR e de suas Tropas Especiais.
12)- para os FNs, considerando o efetivo atual, 600 unidades de transportes de infantaria e tanques blindados de calibre moderno, ambos anfíbios e artilhados com canhões magnéticos ( de alta velocidade ) e sistemas de mísseis anti-aéreo, 500 unidades.
13)- a criação da Engesaer, quando criada, seria uma excelente oportunidade para nossos engenheiros militares, técnicos especializados e especialistas das nossas FAs, a partir das experiências dos projetos anteriores, inovarem com grandes modelos militares brasileiros, terrestres, anfíbios, etc.
14)- lanchas rápidas de desembarque e assalto para os FNs, com convincente armamento de proteção e apoio anti-aéreo, em número de 700 unidades. Não vamos nos esquecer das necessidades de defesa, segurança e soberania nacionais da região amazônica, do pré-sal e da própria nação.
15)- helicópteros de transporte e de ataque para os FNs, com 400 unidades. A Helibrás com certeza se preparará para atender estas demandas operacionais diferenciadas.
16)- não cabe perdemos de vista, os respectivos estímulos próprios que o governo deve transferir à AVIBRÁS ( foguetes ) e a IMBEL( armamentos leves e pesados ).
17)- como citado no início deste comentário. A MG do Brasil terá a necessidade permanente, no mínimo, de 100 fragatas ou navios-patrulhas marítimos e fluviais e de 50 submarinos convencionais, para patrulhamento constante de nossos mares e costas. O estaleiros navais prometidos pelo governo, através da aliança militar com a França, devem ter, logo, suas instalações iniciadas. A segurança decorrente da proteção marítima da Nação tem de ser imediata.
18)- para levar mais próxima dos conflitos a proteção aérea requerida pelas operações dos FNs, temos de possuir alguns porta-helicópteros, com centenas de aeronaves de transporte e ataque, na ordem de 200 unidades.
19)- a reorganização das unidades militares das nossas Faz, levará com certeza o fortalecimento do 4º exército, e a criação do 5º e 6º exércitos.
20)- para deslocamento de curta distância as tropas, os nossos exércitos deverão utilizar-se de alguns milhares de blindados sob quatro (04) rodas, do tipo Guará, devidamente, artilhados com canhões(definir calibre), metralhadoras e sistemas de mísseis,
20)- em termos de Tropas Especiais do Brasil:
a)-Da Brigada de Paraquedista, devem ser originadas quatro divisões, com localização em Goiana, Amazonas, Recife e Rio de Janeiro;
b)- Da Brigada de FNs, devem ser originadas quatro divisões, com localização em Mato Grosso do Sul, no Amazonas, no Sul do País e no Nordeste;
c)- das Brigadas de Operações Especiais do EB devem originar cinco divisões com localização de quatro na Região Amazônica e uma, em Brasília;
d)- das Brigadas das Selva devem ser originadas oito divisões, todas localizadas na Região Amazônica;
e)- entendemos que como a soberania nacional, não deve ser preocupação só do Governo Federal, portanto, cada Estado da Federação devem contribuir com um contingente de 800 homens (batalhão completo) para integrar as Divisões Especiais de Polícia da Selva, sob o comando unificado do EB. Os custos orçamentários, com a operação destas tropas, devem ser cobertos pelos seus respectivos estados de origem;
Esta análise( me desculpem os especialistas das FAs) não é nenhum devaneio louco ou outro plano paralelo ao existente Plano Cruzeiro do Sul, mas uma chamada de alerta, grave e urgente, para termos uma idéia exata da mobilização dos recursos financeiros que seriam necessários na quantidade suficiente para desenharmos a organização bélica exigida pelas modernas FAs do Brasil. Este resumo hipotético demonstra a verdadeira face da segurança militar necessária da nossa soberania e dos Custos Gerais de Execução, Manutenção e Operação do Plano Estratégico Militar Nacional, uma vez que, a Sociedade brasileira não tenha dúvidas, serão necessários grandes valores de recursos financeiros, Ontem, Hoje e Amanhã, para investirmos solidamente nas FAs brasileiras. Malezas sociais sempre existiram em todos os tempos e em todas as grandes civilizações. Dar atenção governamental a elas é muito bom, mas o que não é correto, é transforma-las em bandeira de campanhas eleitorais. Não adianta pensar timidamente ou com falsos conceitos sociais repetitivos já desgastados no tempo, se de fato desejarmos ser olhados com o devido respeito, como potência econômica, como potência militar da América do Sul, e afastar da nossa terra os abutres internacionais que sempre cheiram carniças, temos de planejar um orçamento anual (LOA), um PPA e uma LDO que contemple permanentes recursos financeiros para a realização de profundos empregos do Plano Estratégico Militar das FAs do Brasil. Só para concluir se já tivéssemos da posse da empresa militar Engesaer(sumiu como fumaça), muito concorreria para redução dos custos militares dos diversos programas de produção e manutenção dos equipamentos bélicos militares necessitados para a moderna atualização das nossas FAs, embora, tenhamos algumas opções de aquisições no mercado interna que deveriam ser consideradas. Nós, como Nação, Povo e Sociedade vamos fazer um sacrifício financeiro coletivo em favor do fortalecimento bélico das FAs, ou, então, vamos nos preparar para receber aqui no Brasil, o lixo bélico que esteja incomodando na grande potência que conhecemos. OK.
-Opatriotavelho, Luiz Pinelli
Por: luiz pinelli neto em Outubro 1, 2009
às 7:33 pm
MEDO de QUE ou de QUEM ?? ( atenção com correções)
( da Coluna O Velho Patriota – O Plano Brasil ).
Dois assuntos divulgados pela nossa mídia, desejamos comentar, embora seja nossa única intenção realçar o ponto de vista estritamente militar. E portanto, o que se segue, como citado, é a análise do primeiro assunto. Reconheço que ao longo dos tempos, e até hoje lamentavelmente, nas civilizações modernas, exércitos poderosos e eficientes foram braços ativos do exercício político dos Estados que representavam, mas, ocorre que, por formação conceitual e filosófica, entendo que todos os exércitos nacionais possuem um papel e uma função, suficientemente, bem definidas na da Lei Constitucional que regula e disciplina o país, cuja bandeira defendem. No caso do Exército Brasileiro, suas atribuições ficam claramente expressas, como colocadas, no Capítulo II – Das Forças Armadas – artigo 142 da Constituição Federal de 5 de outubro de 1988. Sua responsabilidade estratégica é com a vigilância da Soberania Nacional e a guarda da Segurança Territorial, como transcrito do artigo 142 , destinam-se à Defesa da Pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa do Exército, Marinha e pela Aeronáutica, à preservação da lei e da ordem.
Somente por esta transcrição do texto constitucional, fica evidenciado que a iniciativa do Sr Ministro da Defesa – Dr. Nelson Jobin de encaminhar proposta de mudança na Lei Complementar nº 97 para emprestar “papel de polícia às Forças Armadas “, dando-lhes capacidade jurídica para autuação legal de delitos comuns, é inoportuna e precipitada. Repito o papel das nossas Forças Armadas é nobre, é fundamental e estratégica na garantia territorial do Solo Pátrio, contra a cobiça internacional dos corsários contumazes que tramam, a muito ( pelo uso covarde de vários ardis estratégicos, inclusive, com a infiltração de falsas OGNs ), se apoderarem das nossas Terras Amazônicas, por isso compreendo que, a função policial seja uma conseqüência secundária da estratégica vigilância armada das nossas fronteiras pelas nossas Forças Armadas “É necessário ser um grande traidor da pátria ou propositadamente pouco inteligente, para não entender estas manobras marginais de aproximação dos verdadeiros inimigos do Brasil.” Além do que, todos os estados brasileiros possuem polícias militares, inclusive, os que fazem fronteiras nas terras amazônicas, cabendo – lhes, portanto, legalmente, este exercício constitucional de segurança pública. Verificando o Capítulo III – Da Segurança Pública – no inciso IV – parágrafo 6º- do artigo 144 da Constituição Federal de 5 de outubro de 1988, temos que, as polícias militares e corpos de bombeiros militares, à luz da Lei, são forças auxiliares e reservas do Exército Brasileiro, daí, serem totalmente, desnecessários quaisquer modificações no papel das FAs do Brasil, para vigiar terras das fronteiras, sob alegação da entrada criminosa de tóxicos e contrabando de armas estrangeiras. Nós precisamos, sim de forma urgente, em 1º lugar: da reorganização bélica do Poderio Militar das nossas Forças Armadas Brasileiras, infelizmente, só politicamente prometida, mas nunca de maneira máscula, viril, e, decidida, começada,pois, sempre faltam recursos orçamentários/financeiros do governo federal; e em 2º lugar uma profunda reforma geral nas polícias militares de todos os Estados da Federação, para que sejam habilitadas tecnicamente a cumprir suas obrigações constitucionais com a Nação, com o povo e á sociedade brasileiras. A chamada Força Nacional não é um instrumento policial auxiliar, não é uma unidade militar de reserva imediata do EB, ou, uma representação estratégica do poderio bélico militar das nossas FAs, com capacidade de intervir, seguramente, em quaisquer ambientes ou teatros de operações ( nas principais fronteiras do Brasil ) em substituição ou em colaboração operacional com o EB, com a FAB e com a MG, nos combates contra o contrabando de armas e o trânsito criminoso de entorpecentes pelas fronteiras brasileiras, mas, soma, apenas, mais uma desgraça: as Forças Nacionais de Polícia Militar, são mais uma oportunidade de realce político com revestimentos de falsos conceitos de sociologia e de antropologia já falidos a algum tempo( a realidade social deve ser ajustada, com freqüência, ao quadro de segurança do estado). Por hipótese, se as chamadas “Forças Nacionais” fossem, de fato, Unidades Militares bem treinadas e capacitadas belicamente, com exclusivo Comando Militar, a serem promovidas como Reservas do EB, estariam designadas nas fronteiras amazônicas para, juntamente com o EB, com a FAB e com a Marinha de Guerra, policiarem com eficácia, toda esta área brasileira, e nunca nos perímetros urbanos do Estado do Rio de Janeiro, fazendo aquilo que cabe, somente, a sua Polícia Militar Estadual, fazer ou seja juntar o lixo que eles mesmos jogaram em cima da sociedade carioca. Nestes casos, a atuação da Força Nacional se presta, somente, à obtenção de “ganhos políticos” junto aos incautos da população do Rio de Janeiro.Inclusive, é necessário às chamadas Forças Nacionais de Polícia Militar, possuírem, sim um Comando Militar, afastando-se desta função os politiqueiros incompetentes, além de serem constituídas por um Regimento Interno Especial, onde fique bem claro, a evidente Ação de Rigorosa Disciplina Militar que sujeitarão todas as manobras da futura força reserva do EB e regulará o desempenho militar destas Unidades nas fronteiras da região amazônica e com os paises que são facilitadores conhecidos do trânsito criminoso de armas, materiais, artefatos, produtos industrializados e entorpecentes. Desta feita, colocando-se em destaque, as eventuais penalidades aplicadas ( com máximo rigor militar) no caso de desobediência, indisciplina e desvios da conduta militar. Em razão disto estas Forças Nacionais de Polícia Militar , devem ser um Corpo Militar de Tropas Voluntárias. E não devemos esquecer, que temos aqui no Brasil uma Polícia Federal bem estruturada e organizada para assumir com tranqüilidade e eficiência o desempenho de guarnecer as fronteiras nacionais. É o caso apenas de aumentar-lhe o efetivo nacional, dando-lhes condições materiais, com a aquisição de equipamentos e armas modernas para facilitar o cumprimento desta missão nacional e constitucional. Por favor, deixem as nossas FAs de fora disto!!! Elas possuem função mais nobre e digna para executarem, em nome do bem-estar da sociedade brasileira !!!
Vamos ao 2º assunto citado no inicial desta comentário !! É o famoso(jornalisticamente) Plano Estratégico Bélico de Defesa Militar Nacional, que ficou congelado, em função dos planos e manobras do governo para assegurar o continuísmo político, através da eleição de candidato que forma no atual elenco desta administração federal do Sr. Luiz Inácio da Silva, que tem estimado um custo de campanha eleitoral de $ 200 milhões de reais. Conforme já manifestada preocupação desta coluna, o perigo maior pela mudança do quadro governamental é a paralisarão definitiva das ações bélicas deste Plano Estratégico pela visualização de novos objetivos e outras metas do novo governo a ser investido. Repetindo o que também dissemos, cabem aos Srs Comandantes Militares das nossas FAs e à Sociedade Brasileira exigirem, energicamente, o cumprimento das medidas aprovadas no Plano Estratégico Militar Nacional, com a fixação das Reservas Orçamentárias e das Fontes dos Recursos vinculadas às FAs. Com uma Lei do Orçamento Anual que contemple recursos suficientes para um investimento continuado por várias gestões, com a inclusão estratégica do PPA e da LDO. Hoje vivemos uma verdade sobre o Plano Militar Estratégico do Brasil,” é um plano pinga gotas”. A mídia brasileira noticia que: “ A França diz feito oferta bélica militar inédita ao Brasil” !!! Para nós outros, a disputa oficial da concorrência da FAB para aquisição caças, continua indefinida. Rafale da França , Gripen da Suécia ou Super Hornet F-18 da Norte- Americana Boeing ( EEUU ), prosseguem, aparentemente, empreendendo esforços para melhorar propostas comerciais e militares. Consoante o que o Sr. Morin – Ministro da Defesa da França, disse recentemente que: “Estamos oferecendo ao Brasil um índice de transferência de tecnologia como a França jamais propôs a qualquer outro país. Sem contar que se trata, também, de uma parceria industrial. Trata-se de uma parceria capaz de conceder em conjunto (França e Brasil) evoluções futuras do Rafale, como por exemplo, um sistema de armamento para esse caça”. O perigo nestes casos, será a conhecida lentidão ou o desinteresse governamental ( talvez porque os ventos dos conflitos armados não tenham ainda batidos em seus rostos) para acelerar os investimentos industriais necessários com a imediata implantação destas informações tecnológicas transformadas em Empresas de Produção de Materiais Militares e Equipamentos Bélicos, garantindo às FAs do Brasil uma base estratégica contínua de abastecimento logístico, com o reaparelhamento permanente, com a modernização militar contínua e com uma fonte de suprimento segura e certa, com as quais poderemos contar em tempos de paz ou guerra. Contamos, espero, com “a esperteza do governo brasileiro atual”, para aproveitar, politicamente esta boa oportunidade que a França nos traz para a criação de seguras fontes de suprimentos militares( como A ENGESAER) para as FAs do Brasil.Mas que sejam, realmente permanentes.Vejam os exemplos do Brasil na 2ª Grande guerra, ficou sem fontes de suprimentos da França e da própria Alemanha. E mais recentemente o caso da Argentina, nas Malvinas, pois, todos pela influência da Inglaterra, fecharam-lhes os portos para quaisquer tipos de exportação bélica. Todos sabem que o único interesse bélico-militar do Brasil com a França não se resumem somente aos Caças, mas, incluem, Submarinos Skorpéne , Helicópteros de Ataque, e outras concessões industriais bélicas.Na última visita do Sr. Morin, foram discutidas perspectivas de futuros contratos de compra pelo Brasil, na área militar, entre as quais, seria a aquisição de uma fragata que a França atualmente desenvolve junto com a Itália. Existe, também a possibilidade de outros países virem a participar da parceria estratégica França – Brasil, como o Chile que se mostrou interessado, que aliás, é um país muito sério e de convivência, extremamente, sadia com o Brasil. O grande lamento nesta história é que o Brasil não tem ambição militar ( só um Social Bestificado ???) para a compra de centenas de unidades militares, de submarinos, de helicópteros, de fragatas, e etc.. Temos a sociedade brasileira distribuída em extensas áreas territoriais continentais, resultando para as FAs, um somatório de funções de defesa, suficientemente grande, para inibir a manifestação do medo, por ousar em sermos grande potência militar. É nosso dever!!! Sinceramente, esperamos que a decisão da compra dos caças não seja política ( por acovardamento diante do Grande Senhor do Norte), pois, além de estarem envolvidos outros interesses militares do Brasil com a França, ela está tratando o assunto com muita lealdade, dignidade e respeito para com o Brasil. O Velho Patriota, não é um analista militar, mas, sim um especialista em gestão pública( que se importa com o desperdício criminoso dos recursos públicos), entende que as vantagens militares, industriais e políticas do Brasil, logicamente, fazem a balança pender para o intercâmbio com a França. Chega de ginástica política estéril com coisas sérias do Brasil, como o fortalecimento das FAs do Brasil! Esperemos que a Luz do bom senso acenda e a verdade triunfe !! OVelhoPatriota – O Plano Brasil : Luiz.
Por: luiz pinelli neto em Novembro 8, 2009
às 4:38 pm